Conheci, enfim, a Paula, minha sócia aqui no blog, comentadora fiel, incentivadora constante. De quebra, conheci a mãe dela. Bonitona, como a filha. Viajada, aventureira e descolada, também como a filha.
A Paula é muito interessante, muito ligada ao meio artístico. Já foi palhaça, fez parte de um grupo semelhante aos Doutores da Alegria. Já morou em Londres. Já foi professora de inglês. Já namorou um leitor deste blog (depois eles descobriram isso!). Hoje dá aula em uma escola judaica. É uma mulher marcante, dessas que nunca passam despercebidas.
Ela me levou pra ver uma peça chamada "A mulher que ri", encenda por uma amiga dela, no Teatro Fábrica, na Consolação. Gostei muito. "Os que choram têm muitas razões para rir... e os que riem têm muitas razões para chorar". A peça é bem filosófica, mas acaba por passar uma mensagem de otimismo. "Por que não acreditar que há um chocolate logo ali?"
Depois fomos até o Bistrô La Tartine, que estava, infelizmente, fechado. Fomos, então, a uma Temakeria ali na Augusta mesmo. Conversamos um monte, até o sono bater.
Numa trilha de 21 km, na segunda passada (feriado em Floripa), na Ilha do Cardoso. Renata e eu, as corajosas, nos arriscamos sozinhas por uma trilha em local completamente inóspito. Quando chegamos, o barqueiro que foi nos buscar no mangue, perguntou:
- Até onde vocês foram? - Até o rio, respondemos. - Mulher macho mesmo, hein?
hehehehe Sim, sim! Destemidas, corajosas e com algum fôlego. Só não vou contar que sofri uma intermação (calor excessivo) a té vomitei... hehehehe
Resolvi aproveitar uma promoção de milhas da Varig pra ir a um evento de Direito Ambiental em São Luís do Paraitinga, interior de SP, perto de Taubaté. Como era longe, resolvi pedir carona. Consegui a carona pra ir e voltar com um procurador de SP super gente fina. Lá pelas tantas, ele contou que a filha dele era atriz. Eu pensei com os meus botões, até cheguei a falar: - Ah, eu nunca ligo a TV, nem devo conhecer... Ele respondeu: - Conhece, sim... Não estiquei o assunto com medo de não conhecer mesmo a moça, pois a minha cultura televisiva tende a zero. Mas não resisti. No outro dia, resolvi perguntar: - Quem é a tua filha? - Mariana Ximenes.
Cheguei de SP às sete e meia da noite e fui imediatamente pra minha conversação com um advogado americano. Expliquei a ele um pouco do Direito Constitucional Brasiliro (estrutura do Estado) e ele me explicou um pouco sobre como funciona nos EUA. Fiquei feliz por ter conseguido entender tudo o que ele falava. Realmente estou mais habituada com o inglês americano que com qualquer outro...
Encontrei duas paulistanas que se conservam "no formol": a Alda e a Paula. Ambas parecem ter, no mínimo, dez anos a menos. Fico me perguntando: será a água de São Paulo?! Mais uma razão pra eu me mudar pra lá...
Bom, o meu blog deveria se chamar "coisas doidas". Aliás, a minha vida deveria se chamar "coisas doidas".
Eu estava no avião e vi uma menina lorinha, magra, alta... Bem do meu lado, no corredor. Perguntei:
- Você se chama Larissa? Ela: - Sim! Eu: - Puxa, foi por sua causa que eu separei... Ela: - Você é a Giorgia? Eu: - Sim...
Ela ficou toda sem jeito, tentando se explicar. Disse que não tinha sido culpa dela, etc... Eu falei que não tinha raiva alguma dela, que essas coisas acontecem. Enfim, fomos conversando. Ela é novinha, bem novinha. Eu tentei tranquiliza-la. Afinal de contas, essas coisas só têm lugar quando o amor já acabou. Ela foi apenas a gota d´água. Falei pra ela que eu e o Migas ficamos amigos e que eu não tinha qualquer ressentimento em relação a ela. Não sei se ela acreditou. Mas que foi inusitada a siutação, ah foi! Nossa... Só comigo acontecem essas coisas!!!!!! Olha o improvável: pegar o mesmo avião que a guria e sentar ao lado dela!!!!
Ontem fiz uma petição bem difícil. O chefe disse que tirei leite de pedra. E me elogiou. Disse que eu sou uma das melhores advogadas que ele conheceu na vida. Que tal, hein? Fiquei toda boba. Não é a primeira vez que ele diz isso, aliás...
Matando a curiosidade do povo: o papo com o Migas não era proibido, nem censurado. Mas era particular. Por isso fiquei meio constrangida com o fato de ter sido ouvido pela mami. Contei a ele um monte de besteiras que não contaria a ela. Um monte mesmo. Nós somos amigos, bem amigos.
Fico pensando se o episódio do celular-com-personalidade-própria não terá me acontecido outras vezes...com outras pessoas ou outros papos, mais "censuráveis"... Ai, ai, ai!
Estávamos jantando, Renata e eu. Parque Estadual da Ilha do Cardoso. Apareceu um gurizinho de uns 12, 13 anos pedindo jornal para a dona do restaurante. Ela perguntou para que ele queria jornal... Ele falou que era para embrulhar umas carcaças que eles recolheram na praia.
Bom... não se pode coletar nada de um parque estadual (nacional, municipal, enfim)... Mas eu fiquei quieta pra não arrumar briga. Só que a coisa do jornal me acendeu uma luzinha na cabeça. Lembrei de quando a Grazzi pegou uma quadrilha de traficantes internacionais de animais... Ela fotografou tudo. E os bichos vinham em vidrinhos (meias, sacos, etc) e eram embrulhados em jornais... Bom, comecei a juntar as peças. Não foi preciso muito tempo para que a dona do restaurante entregasse: - Os meninos tinham consigo uma COBRA.
A Renata, mais que depressa: - Ah, eles vão ter de devolver essa cobra! Ela deu a idéia. E eu executei. Quando o tio do guri chegou (o tio estava com 2 meninos, um mais velho, que era o sobrinho e outro mais novinho, filho), eu perguntei para ele da cobra. Ele mais ou menos desconversou. Daí eu levantei e falei muito firme:
- Olha, nós somos procuradoras federais da área ambiental e isso que você fez é um crime contra o meio ambiente. Você vai IMEDIATAMENTE devolver essa cobra ao habitat dela. Ou vamos levar você para a polícia.
O cara começou a se desculpar, inventar desculpas esfarrapadas. Levou-nos até o quarto dele, havia uma caixa enorme, cheia de bichos. A cobra estava no vaso sanitário. Devolvemos todos os bichos para a natureza, inclusive a cobra. Até carcaças, conchinhas, sementes, enfim, tudo.
Detalhe: antes de todo o rolo, o cara havia nos dito que tinha, em casa, uma cobra "chipada". Ora, ele evidentemente sabia que para ter uma cobra em casa, ela deveria vir de cativeiro. Então, todas as desculpas de que "não sabia" cairiam por terra. Além disso, não saber não serve de desculpa. Se servisse, ninguém precisaria cumprir lei alguma, bastava alegar ignorância.
Durante o caminho, fui dando pito no cara. Briguei mesmo. Falei muito sério, com um ar realmente furioso. O cara só se desculpava (na frente dos moleques, inclusive) e tentava me fazer de palhaça (inventando as coisas mais estapafúrdias). E eu brigava, brigava, brigava. Com as crianças, não peguei pesado, não. Tentei fazer educação ambiental.
A Renata perguntou pros meninos para que eles queriam a cobra. Um deles disse: - Por que eu gosto!
Então eu entrei com o meu discurso: - Se você fosse uma cobra, preferiria viver com seus irmãos e amigos na floresta ou viver preso, sozinho, num terrário, num apartamento em São Paulo? Ele pensou no assunto e concordou comigo... seria melhor viver na floresta.
Também tentei ser profilática. Perguntei para o mais novo: - Você gostaria de ver seu pai preso? Pois é... o que ele está fazendo é um crime. Um crime contra a natureza.
A Renata ainda lembrou ao pai que ele teria de pagar uma multa por exemplar animal apreendido.
No final, eu ainda disse pra ele que estávamos sendo muito camaradas. Na verdade, o problema é que não havia polícia na Ilha do Cardoso e ficaria difícil requisitar um barco, levar o cara até o continente, enfim... Dentro do que podíamos fazer naquele momento, sem estrutura policial, sem meio de locomoção, acho que fizemos muito. E a bronca deve ter surtido algum efeito.
Renata disse que teve de se segurar pra não rir, dada a ênfase da minha brabeza. E que, depois daquela minha atuação, eu devia mesmo era ir pra Polícia Federal... Disse que o cara tava muito assustado. As crianças, então, nem se fala... Acho que, pelo menos pras crianças isso vai ter um caráter educativo. Assim espero.
Mico, mico, mico: ontem estava andando de carro com o Migas e o meu telefone ligou (sozinho!) pra minha mãe. Ela ouviu toda a conversa. Desligava, pegava o fone de novo e lá estava eu, blá, blá, blá... Uns quinze minutos, pelo menos! Ela tentou ligar pra mim, pro Migas, fez de tudo... e nada. A ligação não caía. E o papo rolava solto.
Não vá para Cananéia (que dá acesso ao Parque Estadual da Ilha do Cardoso) sem dinheiro. Especialmente se você for correntista do BB... Lá não há BB. Como não há em Alto Paraíso (Chapada dos Veadeiros).
Eu já havia passado pela mesma (terrível) situação antes. E repeti a dose. Eu sou crédula. Sempre acredito que vá haver um caixa eletrônico do BB. Ou eu crio juízo, ou mudo de banco.
Veja bem Nosso caso É uma porta entreaberta E eu busquei A palavra mais certa Vê se entende O meu grito de alerta Veja bem É o amor agitando o meu coração Há um lado carente Dizendo que sim E essa vida dá gente Gritando que não...
"Porque é que, na maior parte das vezes, os homens na vida quotidiana dizem a verdade? Certamente, não porque um deus proibiu mentir. Mas sim, em primeiro lugar, porque é mais cômodo, pois a mentira exige invenção, dissimulação e memória. Por isso Swift diz: «Quem conta uma mentira raramente se apercebe do pesado fardo que toma sobre si; é que, para manter uma mentira, tem de inventar outras vinte». Em seguida, porque, em circunstâncias simples, é vantajoso dizer diretamente: quero isto, fiz aquilo, e outras coisas parecidas; portanto, porque a via da obrigação e da autoridade é mais segura que a do ardil." (Friedrich Nietzsche, in ´Humano, Demasiado Humano´ )
Uma vez,há muitos anos (uns doze, treze anos ), eu me perguntei:
- O que realmente me faz feliz?
Naquela época,concluí que o que mais me fazia feliz era estar em contato com a natureza, fazer trilhas, praticar esportes da natureza, viajar,conhecer culturas diferentes...
A partir dessa constatação, comecei a implementar o projeto "ser feliz". Comecei a fazer aquilo que eu gostava.
Naquele momento, deixei de me comparar com os outros (eu estava no comecinho da carreira e me comparava com quem tinha passado no concurso pra juiz, com quem tinha um carrão... e me sentia muito diminuída ). Parei de sofrer por não satisfazer as necessidades dos outros (da sociedade, enfim...necessidades que não eram efetivamente as minhas) e comecei a satisfazer as minhas próprias.
Comecei a praticar rappel, rafting, caving, mergulho, trekking... pelos mais diversos lugares do mundo. Comecei a viajar muito mais. Meus finais de semana eram sempre com os amigos, trilhas, pequenas expedições pros mais variados lugares. Virei aventureira. Comecei a curtir a vida. E fui muito mais feliz. Foi uma mudança substancial na minha vida. E ela só aconteceu por conta de uma pergunta: - o que me faz feliz?
Agora, mais de uma década depois, veio a segunda pergunta, aquela dos seis meses (que está no post aí de baixo). Agora eu me dei conta de que já viajei muito e, embora ainda reste muito pra eu conhecer (quero, claro, fazer isso), já não é mais a minha prioridade na vida. Essa fase já passou. Vou continuar viajando? Claro, sempre que possível. E quando possível. Mas meu foco é outro. Hoje o meu foco é realmente a vida religiosa.
Acho que é super importante ter essa consciência de propósito de vida. Com base nisso, tomam-se as decisões. Por exemplo: final de semana passado eu fui pro Rio pra fazer um retiro de um dia e meio, ou seja, 12 sessões de meditação de 40 minutos. Caro? Sim. Excêntrico? Talvez. Mas o que me faria mais feliz que passar um findi investigando a mim mesma? Se eu gastasse a grana com roupas, perfumes ou bijouterias, estaria mais feliz? Não, no meu caso, não. Se viajasse pruma praia? Tampouco. Se fosse prum show? Pra bons restaurantes? Nada, nada disso. Assim sendo...
E, além dessa, muitas importantes questões da minha vida foram recentemente decididas com base nessas conclusões...Elas me servem de bússola.
Uns dias atrás, eu andava às voltas com aquela pergunta: "o que você faria se tivesse apenas seis meses de vida?". Achei essa pergunta fundamental, pois ela indica quais são as coisas realmente importantes para você. E se você está vivendo como deveria.
No meu caso, me dei conta de que se tivesse apenas seis meses, iria me dedicar integralmente à meditação e à oração. Iria procurar estreitar meu contato com Deus. Iria buscar resolver a grande questão (não me pergunte qual é)... Na verdade, isso é o que mais importa na minha vida. Eu não iria viajar, não iria comprar coisas, não iria namorar, enfim... Eu iria realmente me dedicar a encontrar Deus.
Fiz essa pergunta dos seis meses para várias pessoas bem sucedidas. Quase todas disseram que iriam deixar o trabalho. Isso mostra bem a infelicidade que a grande maioria das pessoas tem no trabalho... Minha mãe foi a única que disse que trabalharia até o último minuto. Fiquei impressionada como ela ama o que faz, como ela ama ajudar o próximo...
Achei esse exercício muito bacana. Mas quando eu falo sobre ele, a maioria não entende bem.
Tenho batido uns bons papos sobre inveja com duas amigas minhas, jovens, lindas, loiras e inteligentes (muito inteligentes!). Uma delas disse: - É, Gi... a gente é invejada até quando a gente tá na merda! Eu concordei. E ela acrescentou: - Só que a gente NUNCA tá na merda, né, Gi? Mesmo quando a gente tá na merda, a gente tá dando a volta por cima!
Acho que eu entendi o que ela falou. Às vezes a inveja está relacionada com a "energia" que a gente tem...e não com fatos concretos, dados, realizações. Nada disso. Muitas vezes basta a gente existir pra ser invejada.
Minha mãe me mandou esse texto. Tou transcrevê-lo porque me fez muito bem. Espero que faça o mesmo por você:
Respire livremente e liberte seus medos pouco a pouco. Deixe que o vento suave e renovador dance ao redor de você e ocupe os espaços vazios de sua história. Deixe que a luz donovo dia ilumine seu passado e adrente osportais de umfuturo magnífico onde serena e pacificamente o amor se aninhe ao seus maisnobres sonhos. Feche seus olhos e olhe para dentro de si mesmo; deixe que a luz penetre seus porões e ilumine toda sua existência. Então seus olhos falarão de tudo, seu coração a tuado entendedrá. Abra em sonho um novo mundo de aves pelenas, voando em céu azul por nuvens bailarinas, ampliando a imensidão de sua mente. Deixe que o mar das emoções avence limpo e sereno, desaguando amor em ondas para dentro e fora de você. Faça da vida o seu porto seguro, onde espaço e tempo são nada além do aqui e do agora. E então liberte-se de tudo. E, sópor hoje, não se preocupe. Só por hoje, não se irrite,. Só por hoje, seja grato às bênçãos que recebe. Hoje e sempre ganhe seu pão diário honestamente. Hoje e sempre,mostre gratidão para com todos os seres vivos. Encha seu corpo e sua alma de luz e paz. Hoje e sempre.
O CARIOCA É mesmo único. Fica íntimo sem conhecer as pessoas; se você telefona para um escritório, a telefonista te chama de "meu amor", se compra um coco na praia, o vendedor te chama de "querida", se pede uma cadeira para tomar sol, vem logo um "é pra já, minha linda". Não é nem preciso dizer que todos se chamam de você e são de uma cordialidade suprema.
O Rio de Janeiro continua lindo... Nossa, como é bom o astral do Rio. Que cidade mais maravilhosa! Não me canso de dizer isso. Cada vez que vou lá, é o mesmo post...Poderia simplesmente dar copy and paste.
Passei na Lagoa e fiquei olhando o Cristo de baixo. Lembrei da música "Um trem pras estrelas", do Cazuza, em que ele fala "vejo o Cristo da janela" (Cazuza morava na Lagoa).
Cada vez que eu vejo o Pão de Açucar, sinto aquela emoção... É tudo tão lindo! E o jeito de ser dos cariocas? Aquela coisa leve, descontraída, esculhambada... tão alegre! Mesmo quando falam das coisas ruins, os cariocas conseguem ser engraçados. O taxista tava me explicando sobre o Caveirão. Eu não sabia. Ele:- Mas você não viu Tropa de Elite? Não, ainda não. E foi me contando que o movimento do baile funk diminui quando o caveirão entra na favela. Contou da polícia carioca, das corridas pra malandro, das blitz...
O Rio parece tão cinematográfico! Ou televisivo, sei lá. Quando estou no Rio,me sinto personagem de novela da Globo.
Rio de Janeiro, favela, funk carioca e Budismo Zen. Acho que nós temos o único centro zen do mundo na favela. E somos os únicos a fazer retiro ao som de funk! Mas quer saber? Foi ótimo!
Ontem, quando voltei do Rio, fui com a Renata no cinema ver Milk. Não gostei. Achei o filme meio chato, meio mal feito. Como diz a Elena, vale mais pra entender um pouco a história da luta pelos Direitos Humanos. Do ponto de vista artístico, achei fraquinho. Acho que quem está mais envolvido com a causa (ou seja, os homossexuais) vão gostar, mas mais pela conexão emocional que pela obra em sim.
Do meu lado havia um casal gay. Um deles chorou muito no final.
Ontem, quando voltei do Rio, fui com a Renata no cinema ver Milk. Não gostei. Achei o filme meio chato, meio mal feito. Como diz a Elena, vale mais pra entender um pouco a história da luta pelos Direitos Humanos. Do ponto de vista artístico, achei fraquinho. Acho que quem está mais envolvido com a causa (ou seja, os homossexuais) vão gostar, mas mais pela conexão emocional que pela obra em sim.
Do meu lado havia um casal gay. Um deles chorou muito no final.
Registro o falecimento do Monge Paulo Gain, um dos pioneiros do Zen no Brasil, praticante sério, dedicado... Foi atrás do Mestre Tokuda, construiu mosteiros... Era um sujeito brilhante, primeiro lugar do ITA. Sempre ouvi muitas histórias sobre ele. Infelizmente, não cheguei a conhecê-lo... Fiquei bem triste com a sua partida. Desejo que esteja em paz, onde quer que esteja.
Uma amiga, certa vez, me disse uma coisa muito certa:quando a gente procura agir corretamente, no caminho do bem, Deus protege a gente. É isso mesmo. O pecado afasta de Deus, afasta da proteção de Deus. A gente precisa estar sempre atento aos nossos atos. Nunca fazer coisas erradas, com a intenção preordenada de prejudicar, maldizer, criticar, julgar, etc. Os nossos atos têm de ser bem conscientes e imbuídos de bons sentimentos, sentimentos altruístas, nunca egoístas. E a gente sabe, no fundo, o que é certo e o que é errado. Temos de buscar incessantemente as coisas certas. E buscar clareza pra fazer sempre o certo.
Fui pra academia e vi que havia esquecido o tênis! Nossa! O meu personal, muito gente boa, até tentou me emprestar um tênis dele... Mas ele usa 40. Não deu. Então resolvi convidar a Gra prum cineminha. Resolvemos fazer a dobradinha sushi/cinema. Foi ótimo! Fui dormir depois da uma.
Ontem fui com a Grazzi ver o Benjamin Button. Nossa! Que delícia de filme! Tão poético! Chorei cachoeiras. Quero ver de novo. Daqui a algum tempo... Quando for pras locadoras.
Pra quem está no RJ: Doam-se filhotinhos de labrador. Caso não conseguia doar, vai entregá-los na SUIPA. Eles têm aproximadamente 3 meses e são bem sadios.Quem se interessar, o telefone dele é 8795-1906 - João Costa.
No último post, a discussão foi sobre amigos X amigas. Antigamente, eu não tinha dúvidas sobre a questão. Achava que era muito melhor ter amigos homens, que os homens não competiam, que eram mais sinceros, menos fúteis. Blá blá blá.
Depois, fui vendo o quanto é raro ter uma amizade (amizade mesmo) com homem (se você for mulher e heterossexual, claro). Na maioria dos casos, o amigo se apaixona. Ou você. Ou os dois (daí vira namoro). Quando não vira namoro, um dos lados fica na coisa platônica. Normalmente é o lado "homem" que fica nisso, eternamente apaixonado ou com expectativa de sexo. É estranho, mas é assim. Opinião pessoal, claro.
Não vou ser categórica em afirmar que não existe amizade entre homem e mulher. Existe. Mas é raro acontecer.
Era esse o texto que eu queria publicar pelo Dia Internacional da Mulher. Pedi e a Denise me mandou. Eu o havia enviado pra ela em 2007:
"Uma jovem esposa estava sentada num sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita a sua mãe. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, a mãe remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo, lançou um olhar claro e sóbrio para sua filha eaconselhou: - Nunca esqueça de suas 'Irmãs'. Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente, do quanto você ame seu marido, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de 'Irmãs'. Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com elas ; faça coisas com elas; telefone para elas... Lembre-se que 'Irmãs' significa TODAS as mulheres.... suas amigas, filhas e também todas as suas demais parentes. Você precisará de outras mulheres. - Que estranho conselho!", pensou a jovem. "Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulta. Com certeza meu marido e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida!
Contudo, ela obedeceu à mãe. Manteve contato com suas Irmãs e anualmente aumentava o número de amigas. Na medida em que os anos se passavam, ela foi compreendendo que sua mãe sabia do que falava. Na medida em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios sobre uma mulher, "Irmãs" são baluartes de sua vida.
Após mais de 50 anos, eis o que aprendi: O Tempo passa. A vida acontece. A distância separa. As crianças crescem. Os empregos vão e vêem. O amor fica mais frouxo. Os homens não fazem o que deveriam fazer. O coração se rompe. Os pais morrem. Os colegas esquecem os favores. As carreiras terminam.
MAS... As "Irmãs" estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros estão entre vocês. Uma amiga nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor, e esperando-a de braços abertos, todas: amigas, mães, filhas, avós, noras, tias, primas, sobrinhas -- abençoando nossa vida! Quando iniciamos esta aventura chamada condição feminina, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante. Nem sabíamos o quanto precisaríamos umas das outras. Remeta este texto a todas as mulheres que ajudam a dar sentido à sua vida. Eu acabo de fazê-lo. Obrigada por ser uma de minhas 'Irmãs'!!! "
Queria colocar hoje um texto muito, muito legal (lembra, Denise?) sobre as mulheres importantes na vida da gente e sobre como é importante ter amigas mulheres. Queria encontrar o dito texto, mas não consigo... Buaaaa!
“Aliás sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são os eleitos, segundo os seus desígnios.” (Romanos 8, 28)
“Se Deus é por nós quem será contra nós?” (Rom 8,31)
Se você está passando por algum momento difícil, leia esse sermão.
Dica da Lapinha de "Como matar aquele desejo por doce e ainda garantir nutrientes fundamentais para o organismo":
Organize pacotinhos de frutas secas e oleaginosas para ter sempre à mão na hora que dá aquela vontade irresistível de abrir uma barra de chocolate. Deixe um pacotinho na bolsa, outro na gaveta da mesa de trabalho ou mesmo em casa.
A mistura é a seguinte: Uma parte de oleaginosa (castanha, nozes ou macadâmia); Duas partes de frutas secas (damasco, uva passa, pêra, etc.). Misture tudo, pique e coloque duas colheres de sopa em cada pacote.
Estes alimentos contêm substâncias que ajudam a controlar o impulso de comer doces, reduzem os efeitos da TPM, auxiliam o funcionamento do intestino e ainda têm significativas doses de zinco e selênio, que protegem o cérebro, e também de ômega 3, importantíssimo para proteção cardiovascular. "Todo mundo deveria comer um pacotinho desses ao dia", aconselha a nutricionista Waldinez.
Pra quem quiser, amanhã, a primeira sexta-feira do mês, é dia de começar a Grande Promessa do Sagrado Coração de Jesus. É muito legal. Quem já fez (ou tá fazendo) sabe disso. Muito, muito importante. Pra saber mais, basta colocar no google "Grande promessa do Sagrado Coração de Jesus". Tenho uma grande fé nessa promessa. Por mim, colocava todo mundo nessa devoção.
Meu DVD estragou. Fui ver se tinha conserto. Tinha: R$ 150,00. Resolvi comprar um novo. Valor? R$ 169,00. Todo modernoso, com muito mais possibilidades que o meu vetustinho.
Daqui a pouco estaremos como o primeiro mundo, jogando ps eletrodomésticos fora ao primeiro pane...
Uma amiga minha, bem viajada e cosmopolita, não conhecia SP. Foi pra lá depois do Carnaval. Dei todas as dicas possíveis. Queria que ela aproveitasse ao máximo. Voltou de lá encantada:
- Gi, é como Londres!!!!!!!
É, Sampa é assim, intensa. Pra mim, parece NY. Só que melhor!!!
Disse pra minha mãe que estava sentindo que uma depressão se aproximava de mim. Ela, claro, ficou preocupada. E me mandou um monte de torpedinhos bem queridos. Eu não sabia que a minha mãe sabia mandar torpedos! Fiquei impressionada! Ao que ela me respondeu animada:
- E agora sei até as letras maiúsculas! Descobri sozinha!
- E aí, V., tudo bem? (estava à espera que ele respondesse o de costume: - Tudo bem, um pouco a pé, um pouco de trem... ) - Ah, Giorgia...A gente vai levando... como diz a música.
É assim. Estamos todos meio caidões. Uns com raiva, uns tristes, outros de saco cheio...
Passei mal. Senti náuseas, suei frio, tive uma tremenda dor de cabeça, não consegui trabalhar. Estou até agora (tarde da noite) com vontade de vomitar. Não consegui fazer nada... Não fiz um único parecer. Desmarquei o personal.
Já sei porque a mesa da cozinha tem quatro cadeiras. Uma pra mim, uma pro Chico, outra pra Clara e outra pra Mia. É essa a ocupação durante o café da manhã!
"Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado"
Meu profe de inglês me mandou ver Razão e Sensibilidade. E, depois, ler o livro. Em inglês antigo. Ele estudou em Oxford e se especializou em Jane Austen. Vamos ver se eu dou conta...
Ontem minha faxineira chegou com um papo mais ou menos assim: - Giorgia, tu lembras que eu tinha uma forte dor de cabeça, né? - Não, não lembro... sinceramente não lembro que tenhas me falado disso... - Mas eu tinha... Então, fui na igreja tal (uma igreja neopentecostal) e o Pastor teve uma revelação de que eu tinha uma veia entupida no cérebro! Mas que, se eu tivesse muita fé, ele me curava ali mesmo, na hora. Então me curou! Veja só que coisa incrível!
Bom... Eu nunca falo mal de outras religiões. Evito isso ao máximo. Mas dessa vez eu tive de abrir os olhos dela... Falei pra ela que aquilo era uma grande enganação, que a tal revelação era uma fraude, pois sequer poderia ser verificada (por meio de exames) e essa coisa de curar na hora... Putz, muito fajuta, né?
Ah! E numa outra igreja, ela teve outra revelação (que adorou, é claro): que a filha dela iria virar cantora.
Fiquei de cara... Passei o sábado inteiro pensando nessas histórias. Como é fácil enganar as pessoas! Putz...