"Na vida pessoal, há sempre coisas que podemos fazer que funcionam muito bem e exigem pouco dinheiro e empenho. Vou dizer algo piegas, mas verdadeiro: as melhores coisas da vida são grátis - ou custam quase nada e proporcionam um resultado fantástico. Agradecer, demonstrar reconhecimento e afeição, ver o nascer ou o pôr do sol, cuidar de um animal de estimação ou de uma planta, sorrir para um conhecido ou para um estranho, realizar um ato eventual de bondade, curtir uma caminhada num belo lugar são algumas maneiras de obter mais com menos. A recompensa é desproporcional ao esforço." (O Estilo 80/20, Richard Koch)
Eu, na definição de um surfista: " você é uma pessoa letrada, muito letrada, que tem muita vontade de viver e que gosta de conversar com pessoas intrigantes."
Fiz bastante snorkel... Horas e horas. No último dia, fui por esse caminhozinho até uma piscina (natural) com alguns dos corais mais lindos que já vi. Mas isso me custou as pernas inteirinhas arranhadas... Estou super machucada. Ah! Também estou com a pele manchada. Tirar as manchas vai custar,provavelmente, mais caro que a viagem!
"Grande parte do que fazemos absorve energia, porém é totalmente inútil. A preocupação é um exemplo básico disso. Ela nunca tem utilidade. Nos momentos em que nos sentimos apreesnivos, deveríamos agir em vez de nos preocupar ou, então, decidir não fazer nada e não nos afligir. Se podemos tomar uma atitude para evitar algo ruim ou reduzir as chances de que esse fato ocorra - e a ação vale a pena - o ideal é executá-la e esquecer as inquietações. Por outro lado, se não temos condições de controlar nem influenciar o que vai acontecer, a preocupacão só causará aflição e não ajudará em nada. Nesse caso, não deveríamos agir nem nos angustiar. As perturbações sempre surgirão, contudo podemos nos livrar delas nos decidindo imediatamente pela ação ou pela inação - mas, em ambas as situações, sem nos preocupar."
"A vida hoje em dia se divide em pista rápida e pista lenta. Ambas são menos agradáveis que a pista ampla do passado. Para muitos, a pista lenta corresponde à insegurança financeira: ganhos insuficientes, situação social insatisfatória, medo do desemprego e privação das crescentes comodidades materiais acessíveis apenas aos que estão na outra pista. Mas a pista rápida também tem seus riscos. Para um grande número de pessoas, ela significa uma obsecssão única em avançar, um compromisso total com o trabalho à custa das relações pessoais, além de um estilo de vida frenético em que a atividade profissional se sobrepõe a todo o resto. A pista rápida também causa ansiedade e pobreza, embora seja pobreza de tempo e amor, e não de dinheiro." Richard Koch, em "O Estilo 80/20"
Mais uma história dos casados. Ou melhor, comprometidos. Desta vez não é um casado, mas um cara-com-namorada.
Pois bem, qual o objetivo dessas histórias? Impedir que a mulherada caia nessas frias. É, por assim dizer, uma cruzada pela auto-estima e auto-preservação feminina.
Uma amiga minha me contou. Viveu uma paixão ardente (que durou anos e deixou sequelas) com um rapaz que tinha namorada. Ela acreditou que haviam se apaixonado.
Pois bem... Uma vez o cara ligou pra ela e contou que a mãe da namorada tinha morrido. Minha amiga até chorou. E levou uma multa por falar no celular dirigindo. Depois ele falou que tinha de fazer o inventário da mãe da guria...
Pois bem. Recentemente ele casou com a moça. E ela colocou fotos no orkut. Minha amiga descobriu que a mãe da namorada (a sogra do cafajeste) estava vivinha da silva. Nunca teve câncer, nem morreu... Ou seja, o cara inventou um câncer, matou a sogra e fez o inventário!!!! Tudo isso apenas para enrolar uma mulher, a fim de ter sexo tórrido... Minha amiga, por sua vez, acreditava que ele estava apaixonado (afinal, ela estava). Acreditava nas histórias que ele contava! Agora ela se deu conta de quão cruel era o sujeito. Frio. Capaz de qualquer coisa.
Essa história é real. Sem tirar nem por. E é pedagógica. E profilática.
Bom, a dica é que não é o Uruguai (o chute da Alê foi o mais distante). Não é muito difícil descobrir. Mas também não é óbvio, nem fácil. Eu estou gostando de brincar de adivinhar... já fiz isso com outras viagens. Foi divertido. Façam suas apostas!
Ai, ai... deixei pra última hora. Que horror! Hoje penei muito com o meu imposto de renda. Ontem e hoje. Tive de fazer três vezes. Nunca passei tanto trabalho. Não conseguia enviar de jeito nenhum... Até que resolvi entregar em disquete no Banco do Brasil. Fui super mal atendida. O sujeito chegou a ser grosseiro comigo. Depois, tentei mandar uma retificadora pela internet... não conseguia. Liguei duas vezes pro Plantão Fiscal da Receita (esses sim, super educados e gentis). Enfim, sofri, penei. No fim da tarde, mandei. Detalhe: tinha um prazo pra cumprir. No fim das contas, consegui resolver tudo. Com um tremendo stress acumulado.
Moral da história: ano que vem, não deixo meu IR pra última hora. Juro que não! Não vale o sofrimento.
Minha faxineira voltou pra escola. Acho que está terminando o primeiro grau. Como ela virou evangélica (segue a tendência nacional: antes era umbandista), resolvi emprestar um livrinho que ganhei da minha mãe, pequeninho e fácil (muito bom,por sinal) escrito por um pastor evangélico: A Oração de Jabez. Também dei pra ela um livro que tinha em duplicata, da Louise Hay (Ame-se e Cure sua Vida). Acho que são dois livros que vão interessar a ela e despertar o gosto por ler.
Daí alertei: - Olha, Denise, se tiver alguma palavra que tu não sabes o significado, olha no Dicionário... Tu sabes consultar? Já estava prestes a dar pra ela um pequeno dicionário, quando ela me surpreendeu:
- Tenho no computador, Giorgia! O Aurélio! Já olhei várias vezes!
Eba! Eu havia dado pra ela meu computador usado... com o Aurélio! Mas não sabia que ela estava utilizando. Fiquei toda feliz.
Sempre, sempre, sempre sento à janela. Coincidentemente agora, que acabo de voltar de viagem, recebo esse texto do Dani Angheben. Autoria atribuída ao jornalista Alexandre Garcia:
Era criança quando, pela primeira vez entrei em um avião.A ansiedade de voar era enorme. Eu queria me sentar ao lado da janela de qualquer jeito, acompanhar o vôo desde o primeiro momento e sentir o avião correndo na pista cada vez mais rápido até a decolagem.
Ao olhar pela janela via, sem palavras, o avião rompendo as nuvens,chegando ao céu azul. Tudo era novidade e fantasia. Cresci, me formei, e comecei a trabalhar. No meu trabalho, desde o início, voar era uma necessidade constante. As reuniões em outras cidades e a correria me obrigavam, às vezes, a estar em dois lugares num mesmo dia.. No início pedia sempre poltronas ao lado da janela, e, ainda com olhos de menino, fitava as nuvens, curtia a viagem, e nem me incomodava de esperar um pouco mais para sair do avião, pegar a bagagem, coisa e tal. O tempo foi passando, a correria aumentando, e já não fazia questão de me sentar à janela, nem mesmo de ver as nuvens, o sol, as cidades abaixo, o mar ou qualquer paisagem que fosse. Perdi o encanto. Pensava somente em chegar e sair, me acomodar rápido e sair rápido. As poltronas do corredor agora eram exigência . Mais fáceis para sair sem ter que esperar ninguém, sempre e sempre preocupado com a hora, com o compromisso, com tudo, menos com a viagem, com a paisagem, comigo mesmo. Por um desses maravilhosos 'acasos' do destino, estava eu louco para voltar de São Paulo numa tarde chuvosa, precisando chegar em Curitiba o mais rápido possível. O vôo estava lotado e o único lugar disponível era uma janela, na última poltrona. Sem pensar concordei de imediato, peguei meu bilhete e fui para o embarque.
Embarquei no avião, me acomodei na poltrona indicada: a janela. Janela que há muito eu não via, ou melhor, pela qual já não me preocupava em olhar. E, num rompante, assim que o avião decolou, lembrei-me da primeira vez que voara. Senti novamente e estranhamente aquela ansiedade, aquele frio na barriga. Olhava o avião rompendo as nuvens escuras até que, tendo passado pela chuva, apareceu o céu.. Era de um azul tão lindo como jamais tinha visto. E também o sol, que brilhava como se tivesse acabado de nascer. Naquele instante, em que voltei a ser criança, percebi que estava deixando de viver um pouco a cada viagem em que desprezava aquela vista.Pensei comigo mesmo: será que em relação às outras coisas da minha vida eu também não havia deixado de me sentar à janela, como, por exemplo, olhar pela janela das minhas amizades, do meu casamento, do meu trabalho e convívio pessoal? Creio que aos poucos, e mesmo sem perceber, deixamos de olhar pela Janela da nossa vida. A vida também é uma viagem e se não nos sentarmos à janela, perdemos o que há de melhor: as paisagens, que são nossos amores, alegrias, tristezas, enfim, tudo o que nos mantém vivos. Se viajarmos somente na poltrona do corredor, com pressa de chegar, sabe-se lá aonde, perderemos a oportunidade de apreciar as belezas que a viagem nos oferece. Se você também está num ritmo acelerado, pedindo sempre poltronas do corredor, para embarcar e desembarcar rápido e 'ganhar tempo', pare um pouco e reflita sobre aonde você quer chegar.. A aeronave da nossa existência voa célere e a duração da viagem não é anunciada pelo comandante. Não sabemos quanto tempo ainda nos resta. Por essa razão, vale a pena sentar próximo da janela para não perder nenhum detalhe. Afinal, "a vida, a felicidade e a paz são caminhos e não destinos".
Mantra: Definir o que considera FUNDAMENTAL e se CONCENTRAR nessas coisas.
"Reequilibrar a vida não apenas proporciona mais saúde e felicidade como também conduz a um sucesso muito maior - seja qual for a definição que se dê a ele." Richard Kock
A Renata me falou uma coisa que eu achei bem bonita: - A gente sempre deve se despedir das pessoas com amor, pois nunca sabe se voltará a vê-las. Um dia, a despedida inevitavelmente será a última.
Outra coisa que ela disse, seguindo o mesmo raciocínio: - Não devemos permanecer brigados com as pessoas que a gente ama.
De vez em quando eu tenho uns insights meio bobos mas que, pra mim, são realmente insights. Outro dia contei um desses pras minhas amigas e elas morreram de rir. Foi um insight jogando paciência no celular. No programinha do celular, não há aquilo de "não há mais possibilidade de jogo". Você é que tem de desistir mesmo. O meu insightinho foi esse: às vezes não dá mesmo e você tem de desistir. Juro que não foi um isnght pessimista como pode parecer. Foi algo "tipassim": às vezes você precisa largar e pronto. Deixar ir.
(Nem preciso dizer: elas acharam essa minha conclusão óbvia e boba)
"Conheci o bem e o mal, o pecado e a virtude, o certo e o errado; Julguei e fui julgado; Passei pelo nascimento e pela morte, pela alegria e pelo sofrimento, pelo céu e pelo inferno; E no final eu reconheci que estou em tudo e que tudo vive em mim." (Autor desconhecido)
Essa coisa dos casados já me rendeu tanta conversa, tanta reflexão... Nossa! Realmente é um assunto que atormenta muita gente. Eu nunca tinha me dado conta até separar. Fiquei quinze anos com o Migas e, nesse tempo, fiquei alheia ao assunto. Mas depois que eu separei... Nossa Senhora! O que “choveu” de casado pra mim foi um absurdo. Uma coisa assustadora. O que me faz realmente duvidar da possibilidade de haver homem fiel.
Já adianto que a minha análise não é (só) do ponto de vista moral, ético, religioso. Nem quero “cagar sentença”, bancar a santa. Nada disso, minha análise vai além. É a relação custo-benefício de uma tranqueira dessas. É o péssimo negócio que isso significa. É a aniquilação da auto-estima.
Mulher nenhuma que tenha mais que um neurônio deveria se deixar enredar numa relação dessas, sem perspectiva. O que um cara casado tem a oferecer? Migalhas! Só migalhas. Nothing else! O cara vai dar pra “outra” apenas uma parcelinha do tempo e da atenção. A outra, coitada, vai ficar na posição de expectadora passiva da vida dele, sujeitando-se ao que ele tem pra oferecer, aceitando quando ele pode, quando ele liga, etc. Ela não pode propor nada. Vive de raspas e restos. É uma lata de lixo. E, no fundo, ela tem perfeita consciência dessa condição, por mais que negue. E isso acaba fazendo com que ela se sinta diminuída interiormente.
Outra coisa: é uma relação tremendamente injusta. O cara tem um ninho pra voltar, tem uma estrutura de segurança emocional, mulher, filhos. A outra normalmente é uma solitária (claro que tem casos de infidelidade em que ambos são casados, mas tou colocando as coisas sob a ótica de uma mulher solteira, para delimitar o objeto deste post...). Então fica a cena da amante sozinha, esperando o cara... enquanto ele está lá, no aconchego familiar. É deprimente, degradante, pra dizer o mínimo.
Acho que o problema de algumas mulheres que caem nessa coisa é a crença de que será só sexo. Acho que poucas mantêm isso. Mesmo as mais loucas. Acho que mulher, via de regra, tem uma certa dose de romantismo na veia. E acaba se apaixonando.
E os casados fazem o possível e o impossível para que a mulher se apaixone. Os casados têm uma característica peculiar: são extremamente sedutores e dedicados à conquista. Mandam torpedos, telefonam, mandam emails, ficam cercando. Parece que se esforçam mais que os solteiros, talvez pra compensar esse “pequeno” defeito de ser casado (pra mim, vício irremediável).
Outra coisa: nem todos querem apenas sexo. Alguns querem romance, pra preencher o que falta no casamento. E a amante apaixonada serve como sustentáculo do casamento. Ou seja, ele fica com o melhor dos mundos, segurança aqui, com a mulher e romance, paixão e sexo lá, com a amante. Se não tivesse a amante, talvez ele até separasse. Mas não, com a amante fica tudo redondinho. Pra ele, claro.
Eles têm várias histórias. Uma das piores é “estou separando”. Já fui avisando pra um que me apareceu: “estou separando” não é estado civil. Ou é separado ou é casado. Separando é casado, não rola. É uma situação pra manter a mulher (a outra, a amante ou candidata a amante) em eterna expectativa. Enganação total.
Outra é aquela mais velha e tradicional (que eu já até sabia de ouvir falar): a mulher tem depressão, câncer ou alguma doença assim. Mulher que cai nessa é trouxa. É a desculpa clássica, meu Deus do céu!
Mas o pior tipo de todos é aquele que mente, que diz que não é casado. Putz! Covardia total fazer com que alguém se apaixone numa condição dessas...
Um amigo meu me disse uma vez: “- Numa relação com um cara casado, alguém vai se ferrar.” E é fato. Frase lapidar! No meu caso, eu não quero me ferrar. Mas também não quero ferrar ninguém. Não quero que a mulher do cara se ferre ou que os filhos se ferrem. Ninguém. Não quero fazer o mal. Não quero causar nenhuma separação. Portanto... a história é cortar o mal pela raiz, nem mesmo deixar se envolver.
Até me aconteceu recentemente um fato bem ilustrativo disso de “cortar o mal pela raiz”. Um cara super interessante, acadêmico, descolado, analisado, professor universitário, na faixa dos quarenta e poucos. Mora aqui em Floripa. Talvez seja o cara que mais me chamou a atenção desde que separei, um cara com quem eu tentaria algo mais SE fosse solteiro (separado, viúvo, desimpedido, sei lá) . Agiu de forma íntegra, me disse que era casado e nós nunca tivemos nada. Mas... esta semana ele me perguntou quando iríamos nos encontrar. Falei pra ele que não iríamos. E fui super direta: - olha, sejamos bem francos... nós não vamos ser amigos...nem amantes, nem ficantes, nem namorados. Então pra que vamos gastar energia nessa história-que-não-vai-dar-em nada?
Foi fácil? Não, não foi. A tentação foi grande. Mas tentação é assim, se fosse fácil não seria tentação. Tentação vem sempre sob a máscara de uma coisa muito boa. Mas as conseqüências são nefastas. Não há nenhum prisma sob o qual isso possa ser positivo. Será que alguém que casa com o amante vai, algum dia, conseguir confiar nele? É uma questão complexa, não é mesmo? Claro que pode haver exceções, não quero estabelecer regras absolutas. Mas essas exceções devem ser muito remotas. A regra é que esse tipo de relação é um caminho certo para o sofrimento.
E vc? O que acha disso tudo? Pode comentar anonimanente, se quiser...
Um sujeito absolutamente charmoso, bonito, bem vestido, elegante e sarado me paquerou no aeroporto de Congonhas. Eu retribuí o olhar, ele veio até mim. Conversamos, trocamos número de telefone, email, etc.
Ele começou a me escrever. O endereço de email continha a palavra "jardineiro". Eu perguntei a ele: - Por que jardineiro? Ele me respondeu que tinha um jardim muito arrumadinho em casa... com piscina e até bananeiras, que ele pessoalmente cuidava. Alerta vermelho! Perguntei: - Bem... provavelmente você não mora sozinho numa casa com jardim e piscina, não é mesmo? Resposta do email: - Não, não moro sozinho. Novo email meu: - Então suponho que você seja casado, acertei? Demora, demora, demora. Até que o cara responde: - Sim, sou casado. Estou indo pra Floripa na próxima semana, blá blá blá. Poderíamos marcar um café? Eu respondi que não, que não havia condições. Fui bem sincera (bem direta, como sempre sou):, falei que, de fato, não queria me envolver com um homem casado. Nem sexo casual, nada.
O sem-vergonha me respondeu assim: "Bem, que pena... Te achei uma mulher muito sensual, bonita e charmosa...imaginei que seria ótimo papear e, eventualmente, deixar o clima esquentar...mas enfim, te entendo, embora não aceite, pois fiquei com a imagem do teu sorriso e dos teus cabelos na memória e isto me encheu de boas idéias. Com amor"
(Com amor?! Valha-me Deus!)
Eu pensei em deixar quieto. Mas tive de fazer uma resposta:
Você vai me achar ridícula. Provavelmente nem vai ler este email até o fim. Ou vai rir. Mas deixa eu te dizer umas coisas... Tudo o que o coração humano precisa é de paz. E quando a gente faz coisas erradas (intimamente sabemos muito bem o que é certo e o que é errado), não temos paz. Deus não nos protege. Ele se afasta de nós. E vivemos atormentados. Mentir, enganar e trair não são coisas certas. Nem são coisas de Deus.
Por mais que você tenha prazer nesses momentos (nessas conquistas, afinal você é um homem charmosíssimo e deve ter muita facilidade em conquistar mulheres), por mais que seja excitante pular a cerca, por mais que dê tesão, no fim das contas, o teu vazio interior persiste... A felicidade só existe no caminho correto... tudo o mais é falso, é apenas um prazer temporário. E um buraco na alma, uma insatisfação sem fim... (quanto a tudo: dinheiro, sexo, poder...)
Desculpe a intromissão. Desejo tudo de bom pra você. Um abraço, Giorgia
Sobre o Código Florestal Catarinense, recebi um email de uma pessoa muito respeitada da área ambiental (não posso citar o nome porque o email foi pessoal, pra mim e prum analista ambiental do IBAMA super aguerrido). Também tive de censurar umas partes, mas lá vai:
Imagino que vocês estejam a beira do suicídio com essa excressência do Governador de Santa Catarina.Pode uma coisa dessas? O cara, além de tudo, é maluco!!! Lembre que há menos de 6 meses SC foi submersa por uma enchente que qualquer imbecil com mais neurônios que um chinelo de dedo sabe que foi agravada pelo desmatamento das encostas e das matas ciliares. E agora o doido quer autorizar o desmatamento do resto. Só chorando....
Este mesmo Brasil inteiro (me inclua entre esses idiotas) que se mobilizou e depositou dinheiro para ajudar SC, assiste horrorizado essa fanfarronada do sr. Luiz Henrique. Na próxima enchente, será que alguém vai se solidarizar e doar dinheiro de novo??? Pode até ser, mas eu não dou um centavo. Além de inconstitucional, a lei aprovada aí é BURRA. Os catarinenses não merecem ser motivo de riso do resto do Brasil. Portanto, meus caros, aceitem meus sinceros pêsames.
Agora, se tívessemos menos purpurina e mais hombridade neste país, amanhã estariam sendo deslocadas 200 equipes de fiscais do IBAMA, com 200 caminhonetes (das 350 alugadas), com todos os helicópteros (que custam uma fortuna para passear pela Amazônia) para iniciar um pente fino em SC.
Ah, Figueiredo, Médici, Castelo Branco, quanta saudade... Meus pêsames. Apesar de morarem em Santa Catarina, gosto de vocês.
Tenho de ver Blade Runner. O Joaca (meu ex-chefe) me recomendou várias vezes. Tenho mesmo de ver.
Por falar em Joaca, hoje rimos um monte lembrando das brigas terríveis que nós já tivemos. Uma vez, quase chegamos às vias de fato! Numa outra vez, ele, bem bravo comigo, me mandou eu "desligar o olhão". Foi muito engraçado. Numa outra situação, ele me disse que eu parecia "um trem desgovernado". Eita!
Mas o Joaca é super do bem. Nós já enfrentamos situações terríveis (= a força da grana que destrói coisas belas) juntos. O Joaca é corajoso pra caramba, encarava cada uma! Nossa! Não tinha medo de nada. Ele assinava embaixo e a gente ia em frente.
Uma vez um juiz federal proferiu uma decisão absurda numa audiência, uma arbitrariedade mesmo. Mas, para justificar a sua arbitrariedade, disse que nós tinhamos pedido aquilo. Voltei da audiëncia e relatei pro Joaca, indignada, toda a situacão. Ele era procurador-chefe. Ele disse: - Juiz não é Deus, não vamos cumprir. E nós (ele e eu) peticionamos pro juiz dizendo que não iríamos cumprir aquilo, que não havíamos pedido (como o juiz mencionou). O juiz voltou atrás. Sem o respaldo da chefia, eu teria de me curvar diante da arbitrariedade.
Aproveitei o feriado da Páscoa para dar um jeitinho aqui em casa. Estava tudo muito vazio. Tava clean demais. Agora tá mais aconchegantinho, gostoso. Super gostoso! Hoje a Elena veio aqui e me disse: - Agora só falta um namorado! O Tião chegou à mesma conclusão ontem. A sala ficou muito legal pra namorar! Decoração meio Bali, meio Marrocos, meio Índia. Mas não exagerada.
Tivemos um acidente de percurso: um feriado nos atropelou. Não faremos o curso de Reiki no dia 19 de abril. Adiamos para o mês de maio. Muito provavelmente no terceiro domingo.
Na minha massagista, que é praticante Sufi, tem esse poema de Rumi:
Ser humano é como ser uma hospedaria onde todas as manhãs há uma nova chegada. Uma alegria, uma depressão, uma mesquinharia, uma percepção momentânea chega, como visitantes inesperados.
Acolha e distraia a todos! Mesmo se for uma multidão de tristezas, que varrem violentamente sua casa e a esvaziam de toda a mobília, mesmo assim, honre a todos os seus hóspedes.
Eles podem estar limpando você para a chegada de um novo deleite. O pensamento escuro, a vergonha, a malícia, receba-os sorrindo à porta, e convide-os a entrar.
Seja grato a quem vier, porque todos foram enviados como guias do além.
Estavamos falando sobre gente metida. - Renata, tu me achas metida? - Metida? Você?! De jeito nenhum! Você é um cachorro vira-lata, isso sim! Fala com todo mundo, ri, conversa, abana o rabo... (cauda, pros leitores portugueses)
No próximo domingo, dia 19 de abril, faremos um Curso de Reiki (Nível 1) aqui em casa (Floripa, Beira Mar). Das oito da manhã às seis da tarde. É um dia só. A partir da iniciação no nível 1, a pessoa já pode aplicar Reiki em si mesma, nas outras pessoas, nos animais, nas plantas, nas coisas... É bem legal. A inciação em Reiki é a sintonização, a abertura dos canais.
Além disso, no curso, aprende-se sobre os princípios do reiki, os chakras, as posições de auto-aplicação, as posições para aplicar no outro, a meditação diária do reikiano, entre outras coisas.
Quem dará o curso? Minha mami (que é, dentre outras coisas, psicóloga de abordagem sistêmica, hipnoterapeuta e mestre de Reiki) e eu (bem... eu nem vou me apresentar pra quem lê este blog, pois só tem amigo por aqui...). Já fizemos isso outras vezes e é sempre uma experiência muito enriquecedora, tanto pra nós quanto pras pessoas que participam.
Quem quiser vir, está convidado. O valor é bem camarada: R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) e nós sempre costumamos reverter em favor de uma instituição de caridade.
Quem tiver interesse, me mande um email com o assunto "Reiki" para giorgia@gmail.com
Dia desses, resolvi gastar 4 mil milhas da Gol/Varig (uma pechincha!) pra ir a um evento de Direito Ambiental. Um pequeno evento. O que me atraiu foi o fato de ser numa cidadezinha histórica e incluir uma trilha na Serra do Mar... Além disso, foi no final de semana e o chefe me autorizou, "sem prejuízo do trabalho"...
Lamentei o fim da feirinha internacional de artesanato. Fui lá um monte de vezes. Paraíso dos sagitarianos, aquela feirinha tinha coisas do mundo todo: Kênia, Russia, Portugal, Senegal, Indonésia, Thailandia, Índia, Marrocos, Peru, etc.
Quem da mais, por um cara que ousou acreditar nos seus? Quem da mais, por um homem que insiste na palavra Deus? Quem da mais, por um louco que discorda do computador? Quem da mais, por um velho ultrapassado que ainda crê no amor?
Fui vendido afinal como tudo no um grande mercado, Mas meu medo acabou quando alguém me tocando falou, Esse povo um dia já foi por meu pai perdoado, E eu também fui vendido pregado e nada mudou
Seja gentil. Faça com os outros aquilo que você gostaria que fizessem a você. Exercite ao máximo a sua capacidade de compreensão, de gentileza, conquiste as pessoas com atos singelos. Tudo o que você precisa, neste momento, não é pedir amor. É dar este amor, sem criar expectativas de retorno. É quando você parar de cobrar que receberá tudo o que almeja. Você sofrerá testes, no que diz respeito à capacidade de agir de forma compreensiva e gentil. Tente resistir à tentação de pôr pra fora agressividade e grosseria. O uso da palavra delicada, neste momento, faz toda a diferença!
"Espírito Santo, Deus de amor, concede-me: Uma inteligência que Te conheça; Uma angústia que Te procure; Uma sabedoria que Te encontre; Uma vida que Te agrade; Uma perseverança que, enfim, Te possua. Amém."
"Ó Espírito Santo, dai-me um coração grande, aberto à vossa silenciosa e forte palavra inspiradora, fechado a todas as ambições mesquinhas, alheio a qualquer desprezível competição humana, compenetrado do sentido da santa Igreja! Um coração grande, desejoso de tornar-se semelhante ao Coração do Senhor Jesus! Um coração grande e forte para amar todos, para servir a todos, para sofrer por todos! Um coração grande e forte para superar todas as provações, todo tédio, todo cansaço, toda desilusão, toda ofensa! Um coração grande e forte, constante até o sacrifício, quando for necessário! Um coração cuja felicidade é palpitar com o Coração de Cristo e cumprir humilde, fiel e virilmente a vontade do Pai. Amém."
Hoje a Elena veio sentar conosco no Somossan Dojô (o meu grupinho de prática Zen, como disse, outro dia, fofamente, o Mestre Tokuda). Tal qual ela fazia no mestrado da UFSC, trouxe bolinho pra nós. Um bolinho delicioso, de banana.
Embora a Elena seja uma das minhas melhores amigas e eu saiba que ela tem uma veia religiosa forte, não costumava convidá-la pra vir sentar conosco... é que não consigo fazer nenhum "proselitismo" zen. Mas fiquei muito feliz com a presença dela.
Eu nunca tinha feito essa foto adolescente, tão comum no orkut... Adorei, adorei, adorei! A idéia foi da Thaís (de branco e preto) e da Rita (de vermelho). Nessa foto estão a minha mãe (de óculos e blusa preta, do meu lado), a Raphinha (minha irmã, de azul), minha querida tia Beti (ao lado da Rapha) e a minha assistente Denise (de branco, do meu lado). Sem essas quatro, minha vida não seria a mesma. Cada uma é indispensável à sua maneira.
Fiquei quase um mês sem internet em casa. Não foi fácil, mas sofri menos do que seria de se esperar... Arrumei outras coisas pra fazer e deixei minha vida mais bacaninha. Mas viciei em paciência!
Monge Marcos esteve aqui de quarta até hoje. Foi muito bacana.
Quando ele chegou, fizemos (coletivamente) um jantar pra ele. E para a Isadora, uma amiga nossa que veio de Maringá. A Elena foi a mentora do jantar, fez a entrada (umas pizzazinhas de pão sírio muito legais) e o prato principal, uma beringela ao forno. A Hildoca fez o arroz com pequi, castanhas, passas e creme de leite. Eu e a Isa fizemos uma salada tailandesa. O Michael fez a mousse de sobremesa. Embora nada aparentemente combinasse, tudo ficou muito bem junto. E o jantar foi super divertido. Em homenagem ao Michael, o inglês foi a língua oficial. Tomamos o vinho da Rapha (e da Gra).
Depois deixei o Monge mais livre, pra fazer o que lhe aprouvesse. Mas num dia fui com ele até a Lagoa encontrar a Renata. No findi, fomos pro curso de Shiatsu (que ele deu). E hoje o levei pro aeroporto. Passou voando.
No fim das contas, ele falou que se sentiu muito bem lá em casa, como se estivesse na casa dele. Fiquei muito feliz. Afinal, é isso que a gente quer quando recebe um hóspede que a gente gosta muito, não é mesmo?
Fizemos um curso de Shiatsu com o Monge Marcos nesse findi. Foi ótimo. Aprendi mais um pouco e ele disse que "finalmente" eu estava fazendo shiatsu direitinho! hehehehe Que não esperava isso de mim e que quando o Mestre Tokuda souber, vai ficar de queixo caído!
Eu adoro fazer shiatsu. Adoro mesmo. Adoro tocar nas pessoas. Adoro aprender as manobras. Adoro mesmo. Por isso fico feliz de ter conseguido (contra as expectativas que militavam contra mim) aprender!
Antes de ensinar as pessoas a salvarem sua alma, é preciso permitir-lhes viver em condições tais que possam possam saber que têm uma. São Vicente de Paula
Ellen pergunta a origem das frases aqui postadas. Pois bem, as fontes são diversas. O livro do momento, a newsletter da OAB, os emails da Alda, o site Frasear, os bilhetinhos da mami, etc, etc, etc. Há uma pluralidade de fontes. Não, não tenho um livrão de frases célebres. Acho esses livros um pouco chatinhos.
"Após seis dias de cadastramento, 78.235 pessoas solicitaram ao Procon que seus nomes fossem incluídos na lista dos consumidores que não querem receber ligações de telemarketing. O número praticamente dobrou de terça-feira, 31, até quarta-feira, 1, quando a chamada lei anti-telemarketing entrou em vigor.
Ao todo, até as 17h15 desta quarta-feira, 1, são 143.617 números telefônicos, entre fixos e celulares, para os quais as empresas de telemarketing estão proibidas de ligar, sobre risco de serem multadas. Cada pessoa pode cadastrar até cinco números telefônicos.
O bloqueio de ligações é baseado na lei estadual 13.226/08, cujo intuito é preservar a privacidade do consumidor, e passa a ser válido 30 dias após o cadastramento do número telefônico no Procon. Após esse prazo, a empresa que contatar qualquer pessoa presente na lista dos que não querem ser importunados corre o risco de receber multas entre R$ 212 e mais de R$ 3 milhões. Para saber quais consumidores não desejam receber ligações de telemarketing, as empresas também têm que se cadastrar no Procon - 280 delas já haviam feito isso até esta quarta-feira, 01."
Pena que essa lei anti-telemarketing seja estadual... e do estado de SP! Queria que houvesse uma lei nacional...
Poucos lugares na Terra abrigam tantas formas de vida como a Mata Atlântica brasileira.Milhares de espécies de animais, plantas e microorganismos, com alto grau de endemismo, vivem nos ambientes que formam a Mata Atlântica e seus ecossistemas associados.
É tanta riqueza de vida que a Mata Atlântica brasileira é apontada como um dos mais importantes refúgios da biodiversidade em todo o planeta. Formada e mantida há milhões de anos através de um complexo equilíbriodinâmico que assegura a existência de cada um e de todos, a biodiversidade da Mata Atlântica está entre os 17 ecossistemas mais ameaçados do mundo.
Em quase 500 anos de ocupação, o impacto da colonização, da expansão das fronteiras agrícolas e da urbanização sem controle deixaram um rastro de destruição dramático: em 15000, os domínimos da Mata Atlântica cobriam mais de um milhão de quilômetros quadrados, 12% do território nacional. Hoje,os remanscentes da floresta atingem pouco mais de noventa mil quilômetros quadrados.
(de um panfleto produzido pelo Governo do Estado de São Paulo que eu peguei em São Luís do Paraitinga, semana passada)
Não acompanhei a votação do Código Florestal de SC para não sofrer. Sabia que erauma batalha perdida, completamente perdida. Desde o começo pensei que estaria no Supremo a salvação. Espero que venha uma ADIn do MPF, enfim...
Recebi da Marina um texto muito bom sobre a questão, chamado "Pela ordem, senhores!" da jornalista Elaine Tavares. Acho que ela diz tudo. Fala, por exemplo, que os pequenos agricultores foram manipulados, se mobilizaram em favor do Código...que, na verdade, vai proteger a agroindústria milionária de aves e suínos... Transcrevo parte do texto dela:
"Mas, sobre isso, os seus organismos de classe não fazem debate, a mídia aponta os ambientalistas como eco-chatos, terroristas, hippies e outros tantos adjetivos que induzem ao desmerecimento das causas, e o governo busca usar as dificuldades dos pequenos para favorecer, na verdade, aos grandes empresários do agronegócio. São apenas negócios. A natureza é só cenário para o chamado "desenvolvimento". Para que venha a riqueza da "modernidade" é preciso destruir as margens dos rios, ocupar os topos de morro, garantir o corte indiscriminado das árvores e outras tantas aberrações. Os pequenos são engolidos por esse discurso e os grandes seguem desfrutando dos benefícios das leis especialmente preparadas para eles."
(...)
"A aprovação do Código Estadual de Meio Ambiente deixa muito visível o significado do chamado sistema democrático-capitalista. Este é, na verdade, um sistema sem lei. Nele, as leis mudam sempre que for necessário atender aos interesses do grande capital. E, de forma extremamente competente, o sistema consegue enredar nas suas tramas aqueles que deveriam ser os seus maiores opositores. É a velha alienação já apontada por Marx.
De qualquer forma, a luta contra o código catarinense não termina aqui. Há muitas disputas a se fazer no campo jurídico e há tempo para se fazer a orientação necessária tanto entre os agricultores como na comunidade urbana. Vai depender da vontade política dos movimentos sociais, dos sindicatos, em assumir isso como uma luta conjunta em defesa da vida.
Os efeitos da destruição causados pelo modelo de desenvolvimento capitalista estão aí e se manifestam cotidianamente nas secas, nas enxurradas, nos dias de extremo calor, de extremo frio, no efeito estufa, nos tsunamis, nos ciclones, nos furacões, no derretimento das geleiras. Todas estas coisas acabam afetando a vida dos humanos em geral, como espécie. Segundo o cientista inglês James Lovelock, a terra é um sistema vivo que se auto-regula. Se o homem busca destruí-la com seu desejo de domínio, vai se dar mal. A terra tem condições de suportar os processos de degradação, ela realiza transições, vai se acomodando. Lovelock deixa claro que a destruição provocada pelo humano pode levar ao desaparecimento da espécie, não da terra. Esta se recupera.
O código ambiental de Santa Catarina legaliza o crime contra a natureza. Ela vai balançar, mas deve resistir. Já o homem... Talvez seja hora de se discutir de forma mais sistemática e responsável o modelo de desenvolvimento que nos é apresentado como panacéia de progresso e modernidade. Sem mudar o nosso modo de organizar a vida, fatalmente pereceremos como espécie.
Já o teatro do poder, protagonizado pelos deputados catarinenses, este deve ser visto como o que realmente é: um espaço de porta-vozes a soldo do grande capital. Não é à toa que seu bordão mais usado é o indefectível: "pela ordem, senhores". Pois é, pela ordem!
Aos movimentos cabe desordenar, desvelar, subverter."
Minha função é a defesa dos interesses ambientais, o que faço com total e irrestrito comprometimento, não apenas por dever de ofício, mas por entender que a sobrevivência digna do homem na terra depende da preservação do meio ambiente ecologicamente equilibrado. A preocupação (e ação) em favor das gerações presentes e futuras é dever de todo e qualquer habitante do planeta. Ainda que o comprometimento com a causa ambiental possa me gerar dissabores, dele não abdico, pois sei que se trata de um compromisso com o futuro. É o preço a pagar.