Contei pra minha mãe que tinha comprado um cd da Maysa e ela disse que era "fossildo" demais. De fato, comecei a ouvir e não consegui terminar. Fossildo demais.
Estou com vontade de mudar este blog. Mas sou tão resistente a mudanças... queria um blog com mais recursos, mas ao mesmo tempo adoro esse visual limpinho, minimalista... Só que já tá na hora de mudar, ganhar novos ares. Gostaria de encontrar algum serviço de webdesigner bem legal, pra poder fazer isso, já que é uma habilidade que eu não tenho.
Lula escolheu o novo Procurador Geral da República. Como sempre faz, escolheu o mais votado da lista tríplice enviada pela Associação dos Procuradores da República. Segundo determina a Constituição, ele poderia escolher qualquer dos três, mas escolheu o preferido pela carreira. Democrático, o nosso Presidente. Fico feliz pelo país e orgulhosa da postura do presidente.
Putz! Caiu outro Airbus no oceano! Com 153 pessoas a bordo! Parece que a tal da história das "bolas de fogo", do Apocalipse está se realizando... E bate com a história que a Elena me contou, dos efeitos do aquecimento global na aviação, que vai derrubar muitos aviões...
"Não tente agradar todo mundo. Seja quem você é e diga o que você sente. Aqueles que interessam não irão se importar. Só se importa quem não interessa." Dr. Seuss
Confesso: quando eu era bem novinha, adolescente, eu ouvia secretamente Roupa Nova. Mas era uma coisa bem secreta mesmo, porque o meu gosto musical era bem mais sofisticado: Chico Buarque, Tom Jobim, João Gilberto (foi o primeiro vinil que eu comprei com a minha grana!), Vinícius, Toquinho... Coisinhas assim. E Rock´n Roll, claro! Mas Roupa Nova...era inconfessável! Naquela época, esclareça-se. Hoje não é mais problema. Tanto que comprei o DVD Roupa Nova Acústico. E adorei!
Se tudo pode acontecer Se pode acontecer qualquer coisa Um deserto florescer Uma nuvem cheia não chover
Pode alguém aparecer E acontecer de ser você Um cometa vir ao chão Um relâmpago na escuridão
E a gente caminhando de mão dada de qualquer maneira Eu quero que esse momento dure a vida inteira E além da vida ainda de manhã no outro dia Se for eu e você Se assim acontecer. . .
Minha mãe foi a um congresso de doenças esquisitas e me disse que os geneticistas afirmam categoricamente ser um risco imenso ter filhos após os 35 anos.
Estou pensando em fazer uma lista das minhas músicas preferidas. Vou começar com All Star, do Nando Reis. Não que seja a preferida de todos os tempos, mas foi a primeira que me surgiu na cabeça... Você sabia que ele fez pra Cássia Eller?
Estranho seria se eu não me apaixonasse por você O sal viria doce para os novos lábios Colombo procurou as índias mas a terra avistou em você O som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário
Estranho é gostar tanto do seu all star azul Estranho é pensar que o bairro das laranjeiras Satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador Aperto o 12 que é o seu andar não vejo a hora de te reencontrar E continuar aquela conversa Que não terminamos ontem ficou pra hoje
Estranho mas já me sinto como um velho amigo seu Seu all star azul combina com o meu preto de cano alto Se o homem já pisou na lua, como eu ainda não tenho seu endereço O tom que eu canto as minhas músicas para a tua voz parece exato
Estou com uma coleção bacana de DVDs novinhos em folha... Não sei o que me deu! Fui procurar o cd/dvd do Drexler pra dar de presente pro Arturo...e comecei a comprar tresloucadamente um monte pra mim! Acho que essa vai ser a minha desculpa esfarrapada para comprar uma linda TV nova.
Recebi esse texto, que já conhecia (e adorava) na newsletter da Alda.Repasso porque é lindo e porque merece ser lido, relido, impresso, guardado,colado na agenda, copiado, enfim...
Você sabe por que o mar é tão grande? Tão imenso? Tão poderoso? Ele é assim, porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros abaixo de todos os rios. Sabendo receber, tornou-se grande. Se quisesse ser o primeiro; centímetros acima de todos os rios, não seria mar, mas sim uma ilha. Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte. A queda faz parte. A morte faz parte.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer. Impossível ganhar sem saber perder. Impossível andar sem saber cair. Impossível acertar sem saber errar. Impossível viver sem saber morrer.
Se aprender a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará. Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder. E isto você já sabe. Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma naturalidade: o ganho e a perda... o acerto e o erro...o triunfo e a queda....a vida e a morte.
Fui ver Jean Charles. Filme bacana, bonito e triste. Muito triste. Bem feito, nada maniqueísta. Mostrou que Jean Charles não era um santo, mas também não era um terrorista. Gostei muito do jeito como eles abordaram o tema. E a atuação do Selton Mello estava esplêndida... só pra variar, né?
Um amigo meu me mandou o link das fotos (lindíssimas) do casamento dele. Fiquei feliz em ver as fotos, fiquei feliz por eles, desejei sinceramente que fossem muito felizes e que Deus os abençoasse para sempre.
Mas não pude deixar de, internamente, refletir a respeito do casamento, de um modo geral. Fiquei pensando como pode... as pessoas fazem uma festa linda, juram amor eterno perante Deus e perante a afmília, têm filhos... e depois traem a pessoa amada e os filhos. É tão triste!
Pensei nisso porque esta semana, mesmo, um outro amigo me contou, todo feliz, que arrumou uma amante. Há tempos ele estava ansiando por isso. Agora conseguiu. Curiosamente, na capa da página dele na internet, tem uma foto da esposa. Ou seja, é tudo tão hipócrita... você vê a página de um cara desses e imagina tudo perfeitinho. Quando ele me contou da amante, eu fui um pouco estraga-prazer. Dei os pêsames.
Um outro amigo acabou de me dizer no msn que não sente que trai a mulher. Sabe por quê? Simplesmente porque ele não é casado-no-papel! Assim sendo, está livre pra ficar com quem quiser "sem estar traindo". O cara, inclusive, tem perfil em site de namoro.
Na missa de Santo Antonio, no dia de Santo Antônio, o Padre falou que faltava um pouco às pessoas o retorno às devoções... algo como ter um altar em casa. Então ele comentou que algumas pessoas não têm um altarzinho porque isso não combinaria com os seus móveis... Achei interessante. Ele disse que faz falta acender uma velinha, colocar uma flor prum santo... essas coisas simples, pequenas, antigas, populares... mas que as pessoas deixaram de lado. Coisas que ajudam a lembrar e conectar.
Acho que a minha reação à morte de Michael Jackson foi a mesma da grande maioria das pessoas: tristeza pela vida miserável que ele levou, de mega estrela do pop mundial àquela figura bizarra que assustava. A imagem triste de alguém que não se sentia bem na própria pele, não se aceitava. A prova última, mais que cabal de que fama, grana, holofotes (coisa que tanta gente busca desesperadamente) não trazem felicidade.
Mostrei pra Renata a minha unha rasgada no sabugo. Minhas unhas são assim, fraquíssimas. Elas não quebram, rasgam. Mais do que depressa, a Renata me arrastou: - Vamos já na farmácia! Descemos lá e compramos Pantogar. Além de advogada, ele é médica nas horas vagas! heheheeh
Adoro esse jeito decidido de ser da Renata. Ela diz que precisa me empurrar pra eu fazer as coisas. De fato, ela é muito mais ágil que eu. Nem se comprara.
Eram mais ou menos sete horas da noite. Um amigo meu me mandou um link do G1 dizendo que o Michael Jackson estava em coma no hospital. Meu amigo disse: - Olha, Giorgia, ele morreu. Eu não consegui acreditar. Fui pro google. Nada, só uma notícia velha e fake. Ainda não havia nenhuma notícia confirmando a morte. Achei que fosse boato. Mais tarde um pouquinho, no msn da Telinha havia a frase "Adeus, Michael". Confirmei com ela e ela disse que já havia saído no Uol. Só daí eu acreditei.
Michael Jackson é daquele tipo de pessoa que não é mais pessoa, é mito. E mitos não morrem.
Tenho medo de deixar o Chico preso na geladeira. Toda vez que eu abro, ele tenta se meter lá dentro.
Ontem (ou anteontem) vi os três gatinhos deitados juntos no sofá. Reina a paz por aqui. Clara e Mia não mais se estranham. Até se cheiram. Coisa mais fofa do mundo!
Clara é uma gata ritual. Gosta de fazer as coisas sempre do mesmo jeito. Adora ganhar carinho depois do zazen (meditação). Ela me espera acabar, fica do ladinho olhando. Quando eu canto, ela ronrona. Daí se deita no zabuton (almofada grande, quadrada) do meu lado, vira a barriga pra cima pra que eu faça uns mimos ali.
Chico e Mia atendem a chamados. Feito cães. Basta eu chamar "Chico!", "Mia!". Já a Clara... não é dada a isso. É mais "na dela".
Pense em sua vida como se ela fosse um banquete em que você precisasse comportar-se com elegância. Quando as travessas forem passadas para você, estenda a mão e sirva-se de quantidades moderadas. Se uma travessa não lhe for passada, saboreie o que já está no seu prato. Ou, se a travessa ainda não lhe foi passada, espere pacientemente a sua vez.
Ajoelhada, orando na capela, eu sentia que algo estava para acontecer na minha vida e isto me enchia de apreensão. Senti que não era a vontade de Deus que eu fosse poupada da experiência que naquele exato momento estava vindo em minha direção. De repente, Deus me sussurrou a oração que Ele poderia atender, e eu a orei imediatamente: "Não mude nenhuma circunstância na minha vida. Mude a mim mesma."
(Sri Gyanamata, "God Alone: The Life and Letters of a Saint)
Minha pele anda bem manchada, feiosa. Por causa do sol em excesso e, talvez, por causa do limão. Uma amiga fez luz pulsada e ficou linda, com a pele totalmente uniforme. Então me deu vontade de fazer, pra ver se consertava. Fui a uma dermato e aconteceu tal e qual no salão dos "chiques-e-famosos". Ela disse que a minha pele não dava certo com luz pulsada, porque tinha muita melanina. Disse que podia até escurecer as manchas. E me recomendou peeling químico. Quatro sessões. Mais barato, bem mais barato. Mais uma profissional ética no meu caminho.
O Migas me deu a dica desse excelente programinha chamado Cool Iris, que é um add-on para firefox, facinho de baixar e facinho de usar: excelente para visualizar fotos no computador e fotos da internet. Ainda não explorei muito, mas já amei.
Da minha nova "coleçãozinha" de DVDs, talvez o melhor seja o da Marisa Monte. É um show gravado em 1988 (isso mesmo, oitenta e oito!!!!). Lindo! Grande interpretação. Aparece até o Ed Motta novinho, novinho, quase uma criança, bem mais magro. O show tá um primor. Muito colorido, lindo. Colorido e ao mesmo tempo escuro. Algumas partes em preto e branco para parecer antigo. Olha, adorei. Chama-se apenas Marisa Monte ao vivo. Começa com a música "Comida", dos Titãs.
Você tem sede de que? Você tem fome de que?...
A gente não quer só comida A gente quer comida Diversão e arte A gente não quer só comida A gente quer saída Para qualquer parte...
Meu celular subiu no telhado. Ou melhor, caiu do telhado. Levou um tombo e tá com mau contato. Eu já não gostava dele (é um sofisticado HTC que nunca funcionou direito) e quase tou dando graças a Deus de ele ter subido no telhado. Agora é aquela busca pelo celular novo. Espero ter pontos pra trocar por outro sem um rombo no bolso.
O Migas me perguntou o que eu quero de um celular. Eu disse que não sabia. Mas ele deu a (minha) resposta: - que seja bonito e fácil de usar.
O DVD da Amália é um show gravado em Nova Iorque em 1990. Não consigo entender quase nada do que ela canta. Português de Portugal é mesmo outro idioma. É mais fácil entender quando ela fala inglês. A única canção que entendo mais ou menos é Coimbra, porque sei a letra. Nada mais.
Ontem bateram no meu carro. Deixei num lavacar... E deram uma ré em cima. Só vi depois. Fiquei muito chateada por saber que não adiantava voltar lá. Eu não tinha como provar que foram eles os causadores da batida. Além disso,um outro agravante: foi o cara do estacionamento em que sou mensalista que levou o meu carro pro lavacar. O carro pode ter sido batido no lavacar ou no meu estacionamento... Enfim... Fiquei chateada.
Uma amiga recomendou um salão de beleza "chiques-e-famosos" pra mim. Fui lá pra ver a cor do meu cabelo, reclamei que tava manchado, que queria fazer algo. A cabeleireira (tida como craque no assunto química) mexeu, mexeu no meu cabelo e disse:
- Olha, o teu cabelo não tá nada manchado. Tá bem bonito, tá ótimo.. Tá com uma cor bem consistente. Não mexe nele, não. Deixa crescer. Quando aparecer a cor da raiz, vem aqui e a gente pensa no que fazer.
Daí eu entendi porque ela é considerada mesmo uma excelente cabeleireira... Poderia ter me sugerido qualquer coisa pra ganhar dinheiro. Preferiu não o fazer. Gostei dela. Ganhou uma cliente.
Não te alongues a contar as tuas façanhas, nem os perigos que terás passado; não podes querer que os outros tenham tanto prazer em escutar-te como tu em contá-los. Epicteto
Ou, como ouvi do Ariano Suassuna (em pessoa!): as coisas boas de se viver são ruins de se contar, e as coisas runs de se viver são boas de se contar!
Não sei o que deu em mim... Havia uns DVDs em promoção e eu comprei. Vários. Eu, que nem sou de DVDs... Até o "Party at the Palace", o show do jubileu da Rainha da Inglaterra, eu comprei. Bom, você pode imaginar a qualidade dos artistas... e das músicas! São três horas de show. Bem bom de ouvir.
Comprei também Nat King Cole, Amália Rodrigues, Zeca Baleiro, Nando Reis e Marisa Monte.
Ainda não vi/ouvi tudo, mas o melhor, por enquanto, foi Lenine.
Minha amiga Elena deu hoje uma aula sensacional de Direito Tributário. Ela teve uma excelente sacada. Os alunos da UFSC amaram! Ela é ótima. Usou a criatividade. Foi a segunda "super-aula". Quando eu crescer, quero ser igual a ela!
Você viu aquilo do cara que se fez passar por mulher e namorou virtualmente o filho do Fidel Castro, que tem 40 anos de idade? Achei bem interessante, pois confirmou a impressão que tive quando fui a Cuba: o sistema é comunista pro povão, mas há altas regalias pra cúpula do Partido. É fueda.
Segundo a Ila Fox, tem alguém de Viamão metendo os pés pelas mãos! É incrível como a internet quase dá a impressão digital da criatura! Não há anonimato.
Fui ver "A mulher invisível" com a Elena, Michael, Renata e a Sônia. Adoramos. Na saída do cinema, só se ouviam elogios. Dá pra rir bastante. O filme tem um lado bem machistinha (a visão da mulher ideal, ajoelhada, limpando o chão de calcinha e sutiã, fazendo todas as vontades do cara, enfim...). Mas se a gente interpretar isso como algo caricato, dá pra rir e se divertir. É um bom filme pra desopilar.
O Migas voltou da Europa. Ele foi representar o Brasil num evento científico, junto com um grupo de pesquisadores de algumas universidades. Tudo, tudo, tudo pago. Fiquei morrendo de inveja e ele riu de mim. Adorou me causar inveja!
Trouxe um presente legal: tchai! Tchai é um chá que bebem na Índia, com leite e muito açúcar. O tchai que ele me trouxe é sem chá preto. Então tenho de misturar o chá preto e o leite. Além do açucar, claro! Muito açucar, pra ficar genuinamente indiano!
Ele estava reclamando (zoando) que os portugueses são muito discriminados aqui no Brasil - mas não têm cotas! Diz que deveria ter cota pra português!
Por fim, uma surpresa fofa: minha ex-sogra (o certo é dizer sogra, pois segundo a lei, não há ex-sogra, você sabia?) me mandou um perfume bem bom (Hugo Boss) de presente. Fiquei super contente.
As ovelhas não vão mostrar aos pastores o que comeram; pelo contrário, depois de bem digerido o pasto, dão-lhes lã e leite. Do mesmo modo não deves desperdiçar entre ignorantes, belas máximas; procura digerí-las e dá-las a conhecer por meio dos teus atos.
Tenho um grupo de amigas advogadas que se reúne regularmente. Embora falemos preponderamente de futilidades, gente sempre sai de lá com idéias úteis (fúteis, porém úteis de alguma forma).
Conversa com a Júlia, a mais fashion da turma, que tem cabelo crespo:
- Giorgia, tu não usas leave-in? - Uso... um da Ox. - Ah, pelamordedeus, Giorgia! Vai usar uma coisa decente!
Hoje criei vergonha. Levei a bronca em conta e comprei um decente. Kerastase.
Em contrapartida, dei pra Júlia o livrinho do Sagrado Coração de Jesus, pra ela começar a devoção. Só tinha um, então não dei pra Lelê.
Júlia falou de um livro espírita chamado "Só o Amor é Real", que fala do encontro de almas gêmeas. Fiquei curiosa.
A Lelê me passou dicas de dois restaurantes em SP e um em POA.
A Grazi passou pra Lelê, por email, a devoção do Sagrado Coração. Eu e a Grazi (que não é a minha irmã, é a amiga) temos essa função no grupo: a de pregadoras. A gente fala animadamente das rezas. Ontem cheguei ao ponto de abrir uma Bíblia lá. Em Eclesiastes, primeiro capítulo, que fala que tudo na vida é fugaz.
Comprei um livrinho muito bonito, tipo moleskine, mas com a capa alaranjada e cheia de gatos (Peter Pauper Press), pra usar como diário de viagens. Eu não consigo escrever diários nas viagens, mas sempre escrevo uma ou outra anotaçãozinha. Uso esse livrinho pra colocar os endereços de email que pego durante as viagens, as dicas de restaurantes, lugares, hoteis, etc... É só de viagens. Estou centralizando, agora, tudo nesse livrinho. Já foram 3 viagens: Venezuela, Chapada e Belém. Antes eu pegava um livrinho (o que estivesse mais à mão) pra cada viagem. Gostei da idéia de ter tudo junto. Descobri a pólvora.
Quando voltei de Belém, no caminho entre o aeroporto e a minha casa, liguei pra Renata: - Renata, hoje é dia de Santo Antônio! Temos de ir à missa e à procissão!
Ela caiu na risada. Achou que eu tava interessada nos dotes casamenteiros do Santo. Mas não era isso. Eu gosto de Santo Antônio mesmo. Independentemente da possibilidade de ele me arrumar um bom namorado. Sério mesmo! Meus interesses nele são outros.
Bem, ela acabou indo à missa comigo. E à procissão! Depois jantamos na Di Bernardi e seguimos pro John Bull, pra comemorar o aniversário da Cláudia. Tudo isso depois de eu ter tomado o vôo das 4:10 da madruga de Belém pra SP, chegando em Floripa às duas e meia da tarde...
Fotos da Cachoeira do Ramalho, em Andaraí - BA Além de mim, a pessoa que mais aparece nas fotos é a Renata. Depois vem a Regina, irmã dela. O moço de vermelho é o Adriano, nosso guia, muito gente boa. Falava mais do que o homem da cobra! E as pessoas (uma turma) que aparece em uma ou duas fotos eram pessoas de Andaraí que estavam na Cachoeira quando chegamos. Tudo gente fina!
Fui com uma turma de amigas numa cantina em Coqueiros chamada "Di Taroni". O garçon foi super grosseiro. Não paguei os dez por cento e, no final, fui reclamar com o gerente. O cara nem me deu bola. Nem pediu desculpas.
Achei Belém muito menos turísitca que Manaus. Manaus é cheia de gringo. Belém, não. Outra coisa: de Belém não parece haver acesso à selva tão facilmente franqueado quanto em Manaus. De Manaus, você pode ir pra um monte de hotéis de selva. Em Belém não vi propaganda de nenhum. Aliás, em Belém não me pareceu haver muito incentivo ao turismo. Não consegui fazer nada por agência de turismo. Nada. Até Marajó tive de fazer por conta.
Quando fui a Manaus, anos atrás, noite uma coisa: a incrível oferta de catuaba e afrodisíacos (garrafadas, remédios naturais, ervas, etc). Em Belém não vi muito disso, não. Manaus parecia fixação. Só se pensava em aditivos. Talvez em Belém eles não precisem, dada a postura efusiva, efetiva e eficaz das mulheres.
Outra curiosidade sobre as paraenses: dizem que elas "chegam chegando". Se elas querem um homem, vão lá e dão um ultimato. Inclusive para assuntos "horizontais". Não ficam esperando.
Um dos palestrantes do congresso que eu fui disse que as mulheres mandam no Pará. Não é só a governadora. Presidente do Tribunal de Justiça, eles já tiveram mais de uma. Desembargadoras, diversas, há muito tempo. A Governadora é mulher. A prefeita de Santarém também. Quando estávamos lá, assumiu uma nova presidente do Tribunal de Contas do Estado... e por aí vai. Montes de exemplos. Falei isso prum taxista e ele concordou: - Até lá em casa, quem manda é a mulher!
Uma coisa curiosa que eu notei no Pará: as pessoas usam a calculadora até pra fazer contaso do tipo 6 menos 4... Vi um senhor falando sobre isso no Mangal das Garças, para a moça da bilheteria, que fez umcálculo desse tipo. E passei a observar. Aconteceu um monte de vezes.
Minha máquina fotográfica ficou sem bateria e eu ia perder essa foto. Mas o Fabrício (paranaense que mora em Manaus) fez a caridade de fotografar pra mim. e me mandou a foto. É a foto clássica da Ilha de Marajó.
No Congresso de Belém, um procurador do Estado de SP veio até mim: - Giorgia... na boa, posso te perguntar uma coisinha? - Pode, claro! - Lá em Floripa é moda usar um sapato de cada cor?
Eu olhei pros meus pés e vi... um sapato bege clarinho e outro café. Levei um susto, mas segurei a onda e me mantive impávida e serena:
- É, sim.
Todo mundo ficou na dúvida. Teve gente que veio me perguntar depois se eu tinha ou não trocado os sapatos, enfim... hehehehe
Uma procuradora veio brincar comigo: - Tu és minha ídola! Não desceste do salto! hehehehe
Olha euzinha dentro da raiz da árvore (que eles chamam de "mangue") na Ilha do Marajó.
Marajó é mesmo um destino exótico. Se Belém já é longe e demanda conexões, escalas e vôo demorado, imagine Marajó! São mais de 3 horas de barco saindo de Belém. Depois, mais uma hora de van. E mais um barquinho pra cruzar outro rio. Enfim, destino pra aventureiro "fim-de-linha", que já viu tudo - ou quase. Não é uma daquelas coisas pra ir logo, sem falta. É pra quando você estiver lá. Enfim, Marajó é bonito, mas não é imperdível. E a relação custo-benefício... (não estou falando de grana).
Estou numa lista de discussão sobre o patrimônio cultural brasileiro. É uma causa que ainda não me sensibiliza tanto quanto a causa ambiental. Fico pensando que a gente só se sensibiliza MESMO por aquilo que conhecemos bem.
Outro dia, recebi um email muito bonito sobre os índios. Fiquei tocada. Era um powerpoint. Acho que a conscientização é mesmo o caminho. Havia uma propaganda do projeto Larus, muitos anos atrás, que dizia "Ninguém preserva aquilo que não conhece."
O problema é que todos somos ignorantes em algumas (muitas) coisas.
Denise, minha faxineira, disse que tava até com dó de mim, olhando meu guarda-roupa. Disse que eu tava totalmente sem roupa. E sem sapato também.
Pra confirmar, minha mãe (se qualquer contato com a Denise), me contou que tinha feito um plano secreto. Ela ia me convidar pra "levá-la" pra comprar bolsa e sapato. Assim, eu também acabaria comprando pra mim.
Olha esse povo querendo me fazer ficar (mais) consumista! hehehe
Ontem faltou luz no meu trabalho. Daí aproveitei e fui visitar a Maria Clara. Nossa! Como ela é fofa! Cada dia mais e mais. Uma gracinha. O bebê mais lindo do mundo inteirinho. Sorridente, simpática, dançarina! Até li o boletim dela. A professora conta que ela gosta muito de música, se anima, dança, saracoteia.
Segundo a Grazzi, a palavra preferida da Maria é "não". Ela fala sempre "nã, nã, não!".
A coisa mais legal é vê-la andando de um lado pro outro. Caminha, busca as coisas, brinca. E adora chá! Chá sem açucar, adocante, nada. Ela bate palminha pro chá. Coisa mais amada. E toma um monte de chá. Na xícara!
Ela é super bem educada: nada de chupeta, nada de doces. Bolacha recheada de chocolate, só se for sem recheio! A mãe é personal trainer, né?
Olha, eu nem tenho palavras pra descrever o quanto aquela pequena me alegra! Até agradeci à Raphinha por ter feito uma sobrinha tão linda!
Ah! A Maricota sabe que eu sou a Tia Daia! E até me dá beijo! (ela não gosta muito de dar beijo, mas me deu váaaaarios!)
Agora sim, está confirmado o nosso curso de Reiki.
É bem bom mesmo, eu recomendo! Vale muito a pena. Bacaníssimo, completo e caprichado. Fornece todo instrumental teórico e prático pro futuro terapeuta reikiano. Curso apostilado.
Dia: 28 de junho de 2009, domingo. Horário: das 8:00 às 18:00 horas. Local: no meu apartamento, na Beira Mar Norte, Floripa. Ministrantes: Benilda Sena (minha mãe) e eu. Valor: R$ 150,00 Reservas e maiores informações pelo email giorgia@gmail.com (coloque REIKI como assunto, pra eu não perder o email, ok?)
Foi um achado! Um verdadeiro oásis: Pousada Casarão. Atendimento excelente. Os donos são um italiano e uma marajoara: Marco e Maristela. Ambos super simpáticos, atenciosos, gente boa. Um antigo casarão recuperado (impecavelmente) faz parte da pousada. Realmente boa. Recomendo. Em Soure, Ilha de Marajó.
Alinne foi quem fez a minha reserva no hotel. Ela trabalha pra agência de turismo contratada pelo congresso. Tentei ver com ela um pacote para Marajó, mas não havia pros dias em que eu podia. Então ela me deu todas as coordenadas de como ir sozinha. Ao mesmo tempo, me deu o celular particular, dizendo "olha, qualquer coisa que tu precisares, me liga, tá?".
Depois, encontrei com ela no barco para Marajó. Novamente ela me passou o celular: - Se você não conseguir pousada (é feriado), me liga, tá?
Isso só pra você ver que eu não exagero nada quando falo do Pará. Hospitalidade é apelido!
Deixa a tristeza pra lá, vem comer, me jantar Sarapatel, caruru, tucupi, tacacá Vê se me usa, me abusa, lambuza Que a tua cafuza Não pode esperar Deixa a tristeza pra lá, vem comer, me jantar Sarapatel, caruru, tucupi, tacacá Vê se me esgota, me bota na mesa Que a tua holandesa Não pode esperar
Chico Buarque, Não existe pecado ao sul do Equador, da peça Calabar.
Mangal das Garças, o primeiro lugar que eu fui em Belém. Lá tem o restaurante Manjar das Garças. E um farol (mirante), um borboletário, um orquidário, o viveiro das Aningas (cheio de pássaros) e um museu da navegação amazônica. A comida é muito boa! Tem palmito assado.
Outro que estava hospedado no mesmo hotel que eu era o Bruno Gagliasso. Bom, se eu vi, não sei, porque não conheço a criatura. Disseram que é super baixinho, um tisco.
No mercado Ver o Peso, na parte de ervas. Muito interessante, há "perfumes" pra tudo. Cheirinhos coloridos. Montes de garrafinhas com nomes super sugestivos como "Chega-te a mim". Remédios, ervas, matinhos, cipós, raízes, pomadas, simpatias, cheirinhos, tudo. Ganhei um "cheiro do Pará" de presente. E até comprei um banho de descarrego!
Fui a uma baladinha belenense chamada "Cosa Nostra". Muito legal, tocaram RPM! E até Menudo (Não se reprima, não se reprima), além de Paralamas (Óculos), bem coisas early anos oitenta. Adorei, adorei.
Fui a uma festa junina bem massa por aqui. Vi umas apresentações de quadrilha. É como se fosse escola de samba. Tem as misses da quadrilha! Três tipos de miss, aliás. E elas fazem umas danças. Depois a quadrilha se apresenta, faz evoluções. Dura um tempão. E é bem lindo. Super animado. Os jurados dão nota. É como se houvesse um quadrilhódromo. O figurino também é lindo. As danças são super bem coreografadas.
Em Belém, o índice de chateação ao turista é zero. Zero vezes zero. Ninguém tenta te vender nada. Nem as agências de turismo. Nada. Muito low profile. Ninguém pede, ninguém insiste, ninguém chateia.
Pois bem. Eu queria experimentar açaí do jeito paraense, ou seja, com comida normal. Mas eles comem açaí com peixe, e eu nao como peixe. O jeito de comer é assim: você coloca um pedacinho de peixe na boca e toma uma colherada de açaí por cima. Mastiga junto.
Acabei comendo açaí puro. Mas coloquei açucar. Os paraenses mais tradicionais acham uma heresia. Outros, não, comem com açucar (mesmo acompanhando comida salgada). Eu comi com açucar, farinha d'água (farinha de mandioca) e tapioca.
Bom demais! (mas eu ainda prefiro o nosso jeito sulista de comer açaí, com banana, guaraná e granola!)
Eu queria muito experimentar o tacacá! Nossa, que delícia! Fui ao tacacá em frente ao colégio Nazaré, da dona Maria do Carmo. Muda, quase. Nem um sorrisinho, nada. Bem concentrada no que fazia. Nem um oi. O marido dela é um pouco mais falante. Mas ela, nada.
O tacacá é maravilhoso. Uma "sopa babenta", como alguem descreveu. É uma comida típica de índio, tomada na cuia, inclusive. Eu me senti um pouco índia. Uma comida tipicamente brasileira, sem influência européia. Tanto o tucupi quanto o tacacá são feitos de mandioca. É um caldo amarelo. Muito, muito gostoso. Tomei com muita pimenta. E jambu. Jambu é um mato.
Pois bem. Não me contentei com 1 tacacá. Tomei dois. E tive uns gases terríveis. Resolvi com coca-cola.
Mas olha, adorei o tacacá. Uma coisa dos deuses! Se eu pudesse, tomava todo dia. Maravilha das maravilhas.
Realmente o Pará não existe. Não existe! As pessoas daqui não existem! Gente, o que é isso?
(Este post não é repetição, é um post novo! A situação é que se repete!)
Bem, cheguei no quarto e havia uma sacolinha pra mim. Eram bombons com recheios amazônicos (bacuri, cupuaçu, castanha-do-Pará, etc) que outra advogada que eu conheci no congresso, a Ana Cristina (muito fina, gentil, educada - bom, nem preciso dizer isso, é quase pleonasmo aqui em Belém) deixou pra mim, com um bilhetinho super carinhoso.
As pessoas daqui são assim, foras-de-série. Você se belisca pra acreditar que existe gente desse tipo. É incrível.
As pessoas são realmente o maior atrativo do Pará. Batem, disparado, qualquer atrativo turístico.
Hoje eu saía do café da manhã do hotel, quando fui interceptada por uma mocinha super gentil e educada. Ela me disse ser funcionária do hotel. E que estava à disposição pra informações turísticas. A partir daí, me deu um milhão de dicas maravilhosas.
Belém do Pará... é o que eu posso dizer. Isso é Belém.
Quando eu digo que o povo aqui do Pará é especial, eu não tou brincando não... Acabo de ter uma surpresa. Contei pra uma advogada paraense que minha tia tinha feito uma promessa pra Nossa Senhora de Nazaré, pedindo a Ela que me protegesse. Minha tia fez essas orações quando eu separei. Mas minha tia Beti me alertou que era muito difícil eu conseguir a imagem da santinha no Sul, só conseguiria no Pará... Contei que agora, que eu estava no Pará, eu iria cumprir a promessa, e comprar as duas imagens, pra mim e pra minha tia.
Ela me disse: - Não precisa comprar. Vai ganhar. E hoje ela me deu as duas santinhas! Bentas, inclusive.
O congresso está bem corrido. Ainda não deu tempo nem de ver o "Ver o Peso". A Basílica foi no horário de almoço. O jantar é na Estação das Docas, o Puerto Madero de Belém.
No dia de abertura do congresso, tivemos um coquetel num barco no rio que banha a cidade. Bonito, deu pra ver as igrejas (e o Ver o Peso por fora, iluminado) à noite. Bem linda a vista.
Hoje tomei um "tacacaxique" e um suco de tabepereba (ou um nome assim, terminado em pereba). E tomei sorvete de bacuri e de castanha do pará com geleia de cupuaçu. Isso foi o máximo de coisa "amazônica" que eu fiz.
Engraçado, eu estou me sentindo como uma turista estrangeira conhecendo o Brasil. É essa a sensação que eu tenho na Amazônia. Minha segunda vez por essas bandas, mas a sensação não muda.
A Ila, me contando a viagem à Europa, comparava a comida em Paris e Roma... Eu logo perguntei (confirmando): - Tu és taurina, né? - Sou! - Ah, tá explicado... Igualzinha à Gra, que voltando de Buenos Aires, me mandou foto de uns doces, de uma confeitaria!
Taurino é assim. Tudo igual. Cheio de referências gastronômicas.
Outro comentário da Ila, bem taurino: - entre viajar e arrumar (deixar bonita) a casa, ela prefere a segunda opção.
Lembrei pra caramba da Gra e do Fred na trilha da Fumaça. Acho que eles curtiriam fazer. Até falei pro Júnior que ia "mandar" a minha maninha pra trilha. E pedi pra ele tomar conta dela bem direitinho. Ele aceitou a missão.
Na Trilha da Cachoeira da Fumaça por Baixo. Embora não pareça, eu estava com medo nessa hora. O lugar é estreitinho, à margem do rio. Tem de passar segurando na pedra. E o Júnior me mandou parar pra foto. Daí eu caí na risada.
1) Eu tenho somente 30 dias de férias por ano. Mas eu procuro usá-las com inteligência. Normalmente, divido as férias em três partes de 10 (a lei permite). E junto esses dez dias aos feriados ou ao recesso de fim de ano. Assim, parecem 3 férias de até 15 dias. Isso, dependendo do dia em que cai o feriado. Às vezes, acabam sendo 3 férias de 12-15 dias mais uma semana de recesso de natal.
2) Eu aproveito todo e qualquer feriado pra viajar. Mesmo quando não são férias. No ano passado, fui pra Chapada Diamantina num feriado de 3 dias. Fui. Ou seja, eu me jogo. Não importa se é pouco tempo.
3) Eu vou normalmente a uns dois congressos por ano. Na maioria das vezes (maioria mesmo) por conta própria, sem nenhuma ajuda de custo, nada. Nem diárias, nem inscrição no congresso, nem passagem aérea, nada. Vou porque realmente sinto a necessidade de me atualizar, aprender e melhorar meu trabalho (além de entrar em contato com pessoas interessantes que estão pensando coisas novas na minha área). E normalmente grudo o congresso com o final de semana que vem antes ou depois. Ou os dois, se o congresso ou o curso durar 5 dias, por exemplo. Então é mais uma chance de viajar.
4) Quando viajo a trabalho, procuro conhecer o lugar nas horas vagas. No ano passado, fomos para uma Força-Tarefa em Cuiabá. Em todos os finais de semana, nós viajamos: Nobres, Pantanal Norte, Chapada dos Guimarães. Não tem nada de imoral nisso, esclareço. Viajamos apenas durante as folgas normais. Como nos congressos: cumpro minha tarefa, assisto religiosamente às palestras, mas passeio no findi e à noite.
Concluindo: Acho que todo mundo pode fazer o que eu faço, viajar como eu viajo. Mas pouca gente realmente quer isso... Muitos dizem que querem, mas não têm suficiente disposição. Não querem de verdade. Pra viajar muito, tem de gostar de viajar '(bem óbvio isso, né?) e querer muito conhecer coisas novas. Tem de ter "ganas", como dizem em espanhol. Não pode ser preguiçoso, nem acomodado. Também não pode ter medo. E tem de querer investir nisso. Investir energia. E algum dinheiro: tudo é uma questão de prioridade... (tem gente que prefere roupas caras, por exemplo... acho que é gosto, cada um escolhe o que lhe dá prazer)
Assim sendo (e de uma vez por todas): eu não tenho mais férias que os outros. O que eu tenho é mais vontade de aproveitar as férias que a maioria das pessoas. E por isso eu me dedico. E acabo aproveitando mesmo.
Outra pergunta comum: Todas as viagens são pagas pelo trabalho?
Respondo:
Não! Quem me dera que fossem!
Ou melhor, são pagas com o meu salário, é claro! Com o meu trabalho. Mas não são viagens de trabalho, na sua imensa maioria. Tenho poucas viagens de trabalho.
Daí vem uma terceira perguntinha: - Mas de onde você tira tanto dinheiro pra viajar?
Essa pergunta deve ser respondida em consonância com a primeira. É a mesma lógica, o mesmo raciocínio. Eu adoro viajar, por isso eu converto, por exemplo, todas as minhas compras do cartão de crédito em milhas (todo mundo pode fazer isso). E aproveito as promoções. Aproveito todas as promoções que encontro. Procuro passagens baratas. Procuro destinos promocionais. Enfim, pesquiso. E se pesquisasse mais, conseguiria pechinchas muito melhores.
Não sou devota dos guias, revistas e pacotes. Procuro por mim mesma. E me aventuro. Não tenho medo. Fui pra Índia sem nenhum hotel reservado. Nem pro primeiro dia. Nada.
Se eu fosse passar 40 dias na Índia de pacote, jamais teria grana. Mas fui na cara e na coragem. Não passei dificuldade alguma. Ia, olhava o hotel. Se gostava, ficava. Se não gostava, procurava outro e pronto. Mas pra isso é preciso espírito aventureiro. Não pode ser estressado. Se você é muito controlado e controlador, não dá conta. Tem de ser livre. Tem de ir e pronto. Sem nóias. Sem preocupações. Acreditando e confiando sempre.
Há pacotes que valem a pena. Mas não são a maioria.
Outra viagem que fiz sem nada reservado foi essa pro Caribe, agora. Los Roques. Destino caro, caro. Eu fui sem nada. Fui de milhas. E lá no aeroporto de Caracas tratei tudo. Passei um tempinho negociando em espanhol. hehehehe Quando cheguei lá, não havia mais passagens pra Los Roques. Tudo bem, não apavorei. Esse é outro ponto: você nao pode apavorar. Simplesmente pensei: - Olha, vou ter de passar a noite em Caracas... Mas sem crise alguma. Depois, pesquisando um pouco mais, consegui uma passagem (mais hotel) pra Los Roques pela metade do preço.
Viajar não é uma questão grana, mas de atitude. Conheço gente com muito mais grana que eu que nunca viajou. Ou que viajou muito menos. Viajar é querer. Querer muito. Daí as portas se abrem.
Como tudo na vida: se você quer mesmo, o universo conspira. É fato.
Eu não tenho mais férias, não sou mais sortuda, não sou rica, nem nada disso. O que eu tenho é paixão!
Elena e eu chegamos à conclusão de que passeio completo é mais ou menos igual a "roupa de audiência", porém com bolsa pequena. Saree extrapola o tal do passeio completo e vira black tie ou gala. Humpf! Eu queria ir de saree...
A Ila Fox, que andou recentemnte por Paris, diz que lá as mulheres andam com cabelos como os meus, "volumosos, impetuosos... não como no Brasil que é tudo na base da chapinha" (palavras dela).
Eu retruquei brincando: - Acho a chapinha uma afronta à dignidade humana, um cerceamento da liberdade capilar." E fiquei toda feliz por estar "seguindo a moda parisiense". hehehe
Vivemos em uma época perigosa. O homem domina a natureza, antes que tenha aprendido a dominar a si mesmo. Albert Schweitzer 1875 - 1965 Francês - Teólogo, médico, escritor, prêmio Nobel da paz.
Eu havia prometido ao Júnior que iria entra em forma (ou seja, emagrecer) para fazer com ele a trilha da Cachoeira do Sossego, que é considerada uma trilha meio difícil. Essa promessa tinha mais de um ano. Foi na Páscoa de 2008. Só que eu não entrei em forma nem voltei à Chapada em setembro de 2008, como pretendia. Dei o cano em mim mesma. E no Júnior também. Mas ele não esqueceu da promessa. E os meses se passaram...
Maio de 2009, volto à Chapada. Dessa vez, com a Renata e a irmã dela, a Regina. Sem planos muito claros e, justamente por isso, com algumas fricções. Alugamos um carro em Salvador e partimos rumo a Lençóis, interior da Bahia. No meio do caminho, olhando o mapa, vimos que o melhor seria ficar em Andaraí, cidade mais central, eqüidistante de algumas coisas que queríamos ver.
No primeiro dia, fomos à Cachoeira do Ramalho (trilha puxadinha) e ao “Vale da Barbie” (um vale de quartzo rosa, na saída da cachoeira) com o Adriano, guia de Andaraí, muito gente fina. No segundo dia, fizemos um roteirinho light: marimbus (o pantanal da Chapada), Poço Azul e Igatu. No terceiro dia, iríamos a Ibicoara, Cachoeira do Buracão, tida como uma das mais belas de toda a Chapada Diamantina.
A partir desse terceiro dia, eu fiquei completamente sem planos, pois não tinha conseguido negociar com as meninas uma solução de consenso. Iria ficar por conta própria, sozinha. Pensei em fazer uma trilha longa (de três, quatro dias) pela região de Andaraí ou algo assim. Mas ainda não tinha conseguido organizar direitinho a logística da coisa.
E foi justamente no Poço Azul que re-encontrei o Júnior. Ou melhor, fui encontrada por ele! Ele ouviu a Renata chamar “Giorgia”. E depois ouviu minha voz! Quando o vi, naquele poço escuro, exclamei: - Júnior!!!!!
Nossa! Foi muito legal! Eu havia enviado a ele um livro do Professor Hermógenes. Havíamos andado juntos na Chapada, tido boas conversas. Ele foi meu guia durante dois dias no ano passado, mas acabamos criando laços. Sabe quando há empatia entre as pessoas? Foi assim com o Júnior.
Ele me disse: - Você me prometeu uma coisa! Eu: - A Cachoeira do Sossego! Ele: - Sim! Eu: Então vou pra Lençóis depois de amanhã e a gente faz o Sossego! Mas tenho mais uns dias... Ele: - Vamos fazer a Fumaça por baixo!
Aqui cabe abrir parênteses: a Fumaça por baixo é considerada pelos trilheiros como uma das trilhas mais difíceis do Brasil. Senão a mais difícil! Muito, muito temida. Há quase dez anos que eu queria fazer essa trilha. Mas nunca me senti apta. Nunca tive coragem... Muitas subidas íngremes, descidas igualmente escarpadas, desfiladeiros, penhascos, escaladas/escalaminhadas, pedras escorregadias, travesssia de rios, coisas assim. Definitivamente, não é uma trilha para principiantes. E eu nunca senti que tivesse preparo físico pra esse tipo de coisa (embora tivesse feito o Paty, sabia que a Fumaça por baixo era mais desafiadora). Mas, na hora em que o Júnior me convidou, não pensei em nada disso. Topei na hora. Sem pestanejar!
- Sim, vamos fazer a Fumaça por baixo! Chego em Lençóis depois de amanhã. Fazemos o Sossego e depois vamos para a Fumaça, está bem? - Ok, pode deixar que já vou preparando a expedição – respondeu o Júnior.
Não sei onde eu estava com a cabeça. Mas não pensei em nada. Não pensei na dificuldade, não pensei nas subidas, nada, nada, nada. Quando contei ao Adriano, o guia de Andaraí, que ia fazer a trilha da Fumaça por baixo, ele disse:
- Pra você nada é difícil, Giorgia. Porque você ama a Chapada...
Um após outro, os sinais vinham em minha direção. Não havia escapatória. Eu iria mesmo empreender aquela aventura.
Mas... sempre tem um “mas”... Os meus joelhos começaram a doer incrivelmente na véspera. Acho que o meu corpo começou a amarelar. Cheguei a Lençóis e falei ao Júnior que talvez não conseguisse... que estava com medo de que meus joelhos não segurassem a onda. Decidimos, então, não fazer o Sossego. Esperar um dia, ver o que diziam os joelhos...e, só então, partir pra Fumaça.
Nesse dia, fomos à Caverna da Torrinha, considerada pelos espeleólogos a mais completa do Brasil, com o maior número de espeleotemas e formações diferentes. De fato, linda caverna! Eu já andei em muita caverna e posso confirmar (empiricamente) os dados: não conheço nenhuma com tanta variedade de coisas lindas! Tem, inclusive, uma formação única no mundo!
Os joelhos pareciam estar bem. Uma ou outra fisgadinha. Resolvi ir. No outro dia, estávamos nós prontinhos. Saímos da pousada do Alcino rumo ao Ribeirão do Meio.
Fomos só eu e o Júnior. Tive um pouco de receio porque, numa trilha dessas, se alguém torce o pé, ou se uma cobra morde... o outro precisa ir pedir socorro. E se fosse o Júnior a vítima? Como eu voltaria pra pedir socorro? E se fosse eu a vítima? Ficaria no mato esperando sozinha o socorro? Uma trilha nesse nível de dificuldade é pra ser feita com mais gente, nunca só duas pessoas...
Com relação à segurança pessoal, não tive medo. Só aventureiros andam por aquelas bandas. Não haveria risco algum. Também não tive problemas em ir sozinha com o Júnior porque minha confiança nele era total. Menino bom, boa índole, bom caráter. Medo só dos bichos peçonhentos, das onças e de eventuais acidentes.
O primeiro desafio da trilha é a Serra do Veneno. Olha o nome, que animador! É subida que nunca mais acaba. Sobe sobe, sobe...
Eu perguntava pro Júnior: - Júnior, falta muito? E ele: - Só mais dez minutos...
E assim são horas de subida, que emenda na serra do Garimpo Velho, depois desce (e sobe) a Serra do Córrego da Muriçoca. Faz uma paradinha pra lanche na Toca da Onça (foto que eu coloquei logo abaixo aqui no blog). Depois, descida escarpada da Serra do Palmital, até chegar na linda Cachoeira do Palmital (onde tomei banho com uma cobra branca-e-preta). Desce o rio Palmital, sobe o Vale do Capivara e chega, pra dormir na Toca da Capivara.
Sabe como é a Toca da Capivara? É apenas uma laje de pedra! Você dorme embaixo da laje! Dormi morrendo de medo de ser comida por uma onça! O Júnior dormiu com outra preocupação: - de que o leito do rio subissse. Se isso acontecesse, teríamos de levantar acampamento rapidinho. Por conta disso, ele pôs o despertador para tocar a cada duas horinhas... Imagine a qualidade do sono!
Júnior levou uma mochila pesadíssima, com panelas, inclusive... pra cozinhar na trilha! Eu teria levado apenas umas coisinhas prontas... mas ele não! Super jovem, em excelente forma física e fazendo questão de conforto (ou seja, uma comida quentinha na trilha), ele carregou mais de 20 kg durante a aventura. E fez um macarrãozinho quentinho pra nós na noite do primeiro dia.
No segundo dia, chega-se até a Toca do Macaco, onde se deixa o equipamento (mochilas). De lá, parte para a Cachoeira da Fumaça por dentro do rio, transpondo pedras grandonas, escorregadias... e algumas trilhas. Parte dentro do rio, parte fora.
Nesse dia, fizemos um erro estratégico: saímos muito tarde da Toca da Capivara. Levantamos acampamento lá pelas 9:20. Deveríamos ter saído no máximo às sete, na minha opinião. Aliás, nossa saída de Lençóis, no dia anterior, também foi tarde, lá pelas dez e pouco da manhã. Se você for fazer essa expedição, lembre-se disso: sair cedo sempre. Cedíssimo. Assim você tem uma margem de manobra e não corre o risco de não chegar à Fumaça (isso já aconteceu com outros aventureiros... e quase aconteceu conosco).
Num certo momento, em que me passavam pela cabeça (só pela cabeça, sem falar) fortes sentimentos de orgulho tipo “nossa, estou fazendo a Fumaça por baixo, como sou boa”, o Júnior vem com uma bomba, que murchou minha bolinha:
- Giorgia, a partir de agora temos de caminhar sem parar. Três horas pra chegar na Fumaça e três horas pra voltar. Se pararmos, vamos ter de voltar no escuro. Agora temos de andar. Ou então não vamos chegar na Fumaça!
Esse foi um momento de muita tensão para mim. Muito difícil. Não funciono bem sob pressão. Mesmo assim fui. Mas, percebi que as pedras eram grandes demais, que a coisa seria bem demorada... Se as pessoas “normais” (ou seja, jovens em boa forma) levam 3 horas, quantas horas levaria eu? Senti toda a pressão sobre mim... achei que não conseguiria. Parei, sentei numa pedra e as lágrimas silenciosas começaram a escorrer no meu rosto. Senti toda a tristeza de empreender aquela aventura e não chegar à Cachoeira da Fumaça. Tive muito medo de voltar à noite... especialmente naquelas pedras escorregadias. Atravessar o rio à noite, imagine!
Nesse momento, rezei. Rezei muito. Pedi a Deus que me orientasse. Se fosse para ficar, que eu ficasse. Se fosse pra arriscar a vida, melhor nem ver a Cachoeira da Fumaça por baixo. Resolvi entregar nas mãos de Deus e aceitar o que ele tivesse pra me oferecer. Às vezes, desistir é a decisão mais certa a tomar. Pedi pra que Deus me mandasse sinais.
Júnior condoeu-se com as minhas lágrimas e arrumou uma solução criativa: - Giorgia, vamos seguir. Vamos andando. Para algum lugar. Vamos ver onde chegamos!
Eu brinquei, citando um aventureiro inglês: - Vou a qualquer lugar desde que seja em frente!
Então fomos. Como se fosse um passeio, seguimos naquela trilha “ligeiramente difícil” para a cachoeira. Foi como mágica! Depois que esquecemos a pressão, tudo ficou fácil. A cachoeira estava tão perto de nós! Seria um crime não chegar até ela!
Bem... devo dizer que, apesar da dificuldade, as últimas horas até a Fumaça foram as mais fáceis de todas. A emoção de ver a maior cachoeira do Brasil lá de baixo foi uma das mais fortes que eu senti. Incrível ver a água “demorar” a cair... Quase quatrocentos metros de altura. A água nem sempre chegava. Às vezes, fazia uma curva, com o vento e caía em outro lugar. Incrível mesmo. Você via perfeitamente o movimento da água. A cachoeira estava muito, muito cheia. Júnior disse que nunca a viu assim. Eu também não, nem em foto. Estava linda.
Dediquei todo o esforço e a alegria de estar ali ao Mestre Tokuda, que ama as cachoeiras e as coisas grandiosas. Estava ali, diante de uma cachoeira grandiosa, que podia se comparar à obra e ao trabalho do Mestre Tokuda. Dediquei a ele de todo o meu coração. E senti uma emoção forte. Queria que ele estivesse ali.
Lá embaixo é super frio. Quase ninguém toma banho no poço da Fumaça. Mas eu tomei. Não poderia deixar de fazer isso. Entrei na água, mergulhei... olhei pra cima e novamente agradeci a Deus. É uma benção muito grande estar num lugar daqueles. Quantos chegaram ali? Quantos se dispõem a isso? Quantos querem? Quantos se esforçam? Quantos pagam o preço? Me senti feliz, abençoada, agraciada por Deus.
Júnior tem uma teoria interessante sobre as cachoeiras, trilhas e cavernas. Ele diz que é a cachoeira que te chama, que te escolhe para estar ali... Não é você quem decide. Bem... eu acredito nessas maluquices! Acho que a Cachoeira da Fumaça me chamou. Era o momento de eu encontrá-la. Por isso eu consegui chegar a até ela, a despeito da minha total falta de preparo físico...
Pois bem, de lá voltamos pra Toca do Macaco, onde encontramos o Marcelo, irmão do Júnior, com um casal de alemães. A alemã falava português com sotaque pernambucano. Ficou feliz quando eu identifiquei o sotaque. Eles estavam fazendo a trilha em sentido contrário. Haviam partido do Capão, descendo a Serra do Macaco.
A Toca do Macaco é uma mansão, se comparada à Toca da Capivara. Grandona, mais abrigada. Não tive medo de onças nesse dia. Dormi com uma blusa do Marcelo,porque toda a minha roupa estava molhada. Dormi bem. Marcelo fez uma comidinha gostosa para nós. Júnior fez lentilha com soja, também bem gostosa.
No dia seguinte, acordamos cedíssimo para enfrentar a Serra do Macaco, na volta pro Capão. Íngreme até não poder mais. Momentos de escalada mesmo. Eu praticamente subi aquilo de joelhos. Júnior disse que não queria estar no lugar dos meus pobres joelhos... Precipícios, penhascos de 300 metros, momentos em que você não pode olhar pra trás. Se olhar, não sobe, não atravessa... Vista linda do Vale do Capivara. Depois Serra da Larguinha, Santuário, Cachoeira do Santuário... Até que você chega à Fumaça por cima! Deita numa pedra e aprecia aquela cachoeira gigantesca... Dá medo. Eu não cheguei na pontinha da pedra, não...
O mais incrível da nossa aventura foi que quando chegamos no alto da Fumaça, Marcelo e os alemães estavam lá embaixo! Foi uma coincidência linda. Júnior se deitou na pedra e os fotografou lá embaixo. Foi muito legal. Muito.
Dali, mais algumas horas de trilha (umas duas, eu acho) e você chega ao Capão. Mas a aventura, no nosso caso, não terminou ali! Pegamos uma carona na caçamba de um carro até perto do Riachinho (Riachinho é uma cachoeira). Andamos mais um pouco... Meus pés mal podiam tocar o chão. Doía cada centímetro! Quando tirei a bota, pude ver o tamanho do estrago. Até fotografei! Nunca vi pé tão feio!
Depois deitei na beira da estrada com os pés pra cima e esperei... até a chegada de um ônibus da Universidade Estadual da Bahia que nos daria uma caroninha até Lençóis!
Atendi ao Chamado da Fumaça. Missão cumprida.
Obrigada, Júnior! Sem você eu não teria conseguido!
Hoje estávamos conversando sobre isso no trabalho: não sei se vocês têm notado... mas os vôos, ultimamente, têm tido muito mais turbulência do que o normal. Estou até agora com o ouvido doendo de uma descida brusca do vôo da Tam de Salvador pra SP. E, na vinda para Floripa, também enfrentamos forte instabilidade. Antes não era tanto assim. Acho que nos dez últimos vôos meus peguei turbulência forte, de assustar.
Ontem bati o carro embaixo, numa lombada em Jurerê Internacional. A lombada era grande, e eu, pra variar, estava distraída. O carro ficou com um barulho horrível. Hoje fui trocar o óleo e consegui consertar. Era a proteção do carter. Estava num estado...! Nossa Senhora!
E o óleo? Era pra trocar com 30 mil km. O meu carro já estava com 36 mil.
"Um simpático animal, o almiscareiro (Moschus moschiferus), mamífero da família dos cervídeos, originário da Ásia e da África, é provido de uma glândula em seu ventre que secreta uma substância odorífera denominada almíscar. Recente Investigação da WSPA revela mais uma crueldade, similar à dos ursos da China, para produzir perfumes à base de almíscar. O animal capturado fica até 15 anos na mesma posição, sendo manipulado apenas para retirada. do líquido que produz o perfume,.. até que morra. Muitos usam perfumes ou outros produtos que contém essa substância sem saber da sua origem!! Boicote é o primeiro passo para ajudar! Não use produtos que contenham almíscar natural,somente o almíscar vegetal. Procure saber a origem de tudo antes de usar, leia os rótulos ou pesquise na internet. Divulgue."
Depois de passar três dias no mato ouvindo falar nela... eu tinha de postar! Vai pra Yolanda do Júnior (ou pro Júnior da Yolanda):
Esta canção Não é mais que uma canção Quem dera fosse uma declaração de amor Romântica Sem procurar a justa forma Do que me vem de forma assim tão caudalosa Te amo, te amo Eternamente te amo
Se me faltares Nem por isso eu morro Se é pra morrer Quero morrer contigo Minha solidão Se sente acompanhada Por isso às vezes sei que necessito Teu colo, teu colo Eternamente teu colo
Quando te vi Eu bem que estava certo De quem me sentiria descoberto A minha pele Vais despindo aos poucos Me abres o peito quando me acumulas De amores, de amores Eternamente de amores
Se alguma vez Me sinto derrotado Eu abro mão do sol de cada dia Rezando o credo Que tu me ensinaste Olho teu rost e digo à ventania Iolanda, Iolanda Eternamente Iolanda Iolanda Eternamente Iolanda Eternamente Iolanda
"Entre os passgeiros do voo da Air France que desapareceu após decolar do Rio de Janeiro no último domingo (31) estão 19 franceses que haviam ganhado uma viagem ao Brasil, informou a agência de notícias France Presse nesta terça-feira (2). Segundo a reportagem, 10 representantes comerciais de uma empresa de Limoges (centro da França) e nove parentes viajavam de volta a Paris após uma viagem por seu bom desempenho."
Sabe aquela historinha do "pode ser bom, pode ser mau", também conhecida como "só o tempo o dirá"? Aqui mais um exemplo... Esses caras com certeza acharam ótimo haver recebido o prêmio... E quem ficou pra trás no desempenho achou péssimo perder uma viagem ao Brasil...
Na vida acontece tanto disso! Por isso é que a gente deve se abster de ficar achando que isso é bom, aquilo é mau. O negócio é aceitar as coisas como elas vêm... Deus sabe o que faz.
Levei três viagens à Chapada Diamantina para descobrir que ela é praticamente toda feita de QUARTZO ROSA! Deve ser por isso que ela tem uma energia tão absolutamente especial... chão de diamantes...recoberto por quartzo rosa! É mole ou quer mais?
Ah! Só "descobri" isso depois de ouvir uma observação engraçada da irmã da Renata, quando voltávamos da Cachoeira do Ramalho por um vale:
Um turista perguntou ao Júnior: - Qual o lugar mais bonito da Chapada Diamantina? Ele respondeu: - O Alto do Pai Inácio.
Acho que concordo. Mas se me fizessem a pergunta, minha resposta talvez fosse muito menos precisa. Acho que eu diria: - Ah, há tantos lugares lindos que nem sei responder...
Elena me contou que uma americana explicou pra ela que há previsões científicas (feitas há alguns anos) de que, a partir de 2009 muitos aviões começariam a cair. E isso se deve ao aquecimento global, pois todos os cálculos da aviação foram feitos anos atrás, sem considerar essas alterações climáticas. Por conta disso, haverá muitas panes aéreas, segundo a Elena. Tal qual aconteceu com o avião da AirFrance.
As ambulâncias e emergências médicas perceberam que muitas vezes nos acidentes da estrada os feridos têm um celular consigo. No entanto, na hora de intervir com estes doentes, não sabem qual a pessoa a contatar na longa lista de telefones existentes no celular do acidentado. Para tal, o SAMU lança a idéia de que todas as pessoas acrescentem na sua longa lista de contactos o NUMERO DA PESSOA a contatar em caso de
emergência. Tal deverá ser feito da seguinte forma: 'AA Emergência' (as letras AA são para que apareça sempre este contato em primeiro lugar na lista de contatos). É simples, não custa nada e pode ajudar muito ao SAMU ou quem nos acuda. Se lhe parecer correta a proposta que lhe fazemos, passe esta mensagem a todos os seus amigos, familiares e conhecidos. É tão-somente mais um dado que registramos no nosso celular e que pode ser a nossa salvação.
Resposta do Ministério da Saúde:
Prezada blogueira,
Não há nenhuma orientação por parte do Ministério da Saúde sobre esse informativo que circula na internet e e-mails orientando as pessoas a colocar em seus celulares contatos de parentes que devam ser localizados em caso de emergência.
O SAMU atende os casos cardio-respiratórios, trabalhos de parto, crises hipertensivas, acidentes quando houver vítimas e transferência de doentes de uma unidade hospitalar para outra.
A ligação é atendida por técnicos na Central de Regulação Médica que identificam a urgência e, imediatamente, transferem o telefonema para o médico regulador. Esse profissional faz o primeiro diagnóstico da situação iniciando o atendimento com orientações sobre as primeiras ações ao paciente, ou à pessoa que realizou a chamada.
Ao mesmo tempo, o médico regulador avalia qual o melhor procedimento para o paciente: orienta a pessoa a procurar um serviço de saúde adequado à solicitação; designa uma ambulância de suporte básico de vida, com auxiliar de enfermagem e socorrista para o atendimento no local; ou, de acordo com a gravidade do caso, envia uma ambulância com médico e enfermeiro, equipada com todo suporte de atendimento intensivo.
O SAMU 192 – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência funciona 24 horas por dia. Basta ligar para 192 e a ligação é gratuita.
Atenciosamente,
Ministério da Saúde
Para mais informações: fernanda.scavacini@saude.gov.br