Passei o domingo às voltas com filmes italianos! Sobre santos! Um sobre Santo Antônio e outro sobre São Francisco. Lindos de doer. O de Santo Antônio, bem emocionante. O de São Francisco, mais tormentoso: mostra mo caminho espiritual não é, nem de longe, um mar de rosas... Mostrava um São Francisco bastante atormentado. Nesse aspecto, bem realista. Pouco (ou nada) poético. Mas bem interessante.
Ontem foi um dia muito, muito legal. Saí de casa ao meio dia e voltei às duas da manhã, sem interrupções. E foi um dia cheio de gente legal. Saí de casa pra ir almoçar com a minha mãe, minhas irmãs, sobrinhas (uma no colo e outra na barriga), sogra da irmã (que é um amor de pessoa), cunhado da irmã (outro amor de pessoa), cunhado... E, depois do almoço,café e liquidação no shopping por horas a fio... foi muito divertido. Depois, ainda, lagoa com a Mamis, Raphinha e Maricota. Depois, jantar com a Rê (uma salmon salad deliciosa no sushiyama). Depois, pra arrematar, sambinha muito gostoso em Santo Antônio!
Eita! Acho que andei produzindo bom carma... pra ter um dia tão bom!
Ontem fomos com uma turminha num samba de raiz na entrada de Santo Antônio. Um lugar bem simples e bem legal chamado "Essencial". O samba, da melhor qualidade! Começou com um tributo a Chico Buarque e depois foi pro samba de raiz mesmo. O grupo chama-se "Coisa Das Antiga" e é muito bom. Os integrantes, super simpáticos, eram amigos do pessoal com quem nós estávamos. Um dos cantores tem a voz absolutamente idêntica à do Chico Buarque. E se chama Chico. A mulher dele, Gabi, também cantora e integrante da trupe, é o charme em pessoa. Super simpática, jovem e bonita.
A Rê estava na fila do banheiro e um mocinho perguntou pra ela se ela estava gostando. Ela disse que sim, muito. Ele respondeu que perguntava porque era o dono. A gente prometeu a ele que voltava lá.
Ah, a comida é muito boa, os preços são justos, sem exploração alguma. E o ambiente é super familiar, sem predação. Dá pra se sentir muito à vontade.
Voltei pra casa às duas da manhã porque estava morrendo de sono (estava fora de casa desde o meio dia!), mas o samba continuou por lá...
A Rê e eu, dia desses, resolvemos fazer uma listinha de lugares bons em Floripa. Como gente sai muito e sempre - e cai em muitas roubadas - acho que a lista é razoavelmente confiável. São lugares que têm por característica o bom atendimento.
Cantina Di Bernardi (centro)
SushiYama (Canto da Lagoa)
Café Sintonia (centrinho da Lagoa)
Restaurante Central (centro)
Pizzaria Basílico (Canto)
Pizzaria A Dita Pizza (subida do Morro da Lagoa)
Kampai do Morro da Lagoa (mais pela vista, que é linda)
Villa Maggioni (o mais sofisticado)
Bate Ponto (em Santo Antônio)
Café Santo Antônio (só prum café, não pra jantar)
Chão Batido (em Santo Antônio)
Empório Mineiro (café, no centrinho da Lagoa)
Lagoa's Bar (nas rendeiras, pra comer o melhor pastel de camarão da cidade)
Essencial (Bar, sambinha, no trevo de Santo Antônio. Comida ótima)
O Fujisan (restaurante japonês do Iguatemi e, agora, na Lagoa): era ótimo, tinha um atendimento super atencioso. Agora cresceu muito e virou vítima do seu próprio sucesso... No restaurante do shopping Iguatemi, agora tem uma gerente chata, que xinga os clientes... (linda e chata). Eu disse a ela isso. Disse que grandes empresas podem quebrar quando passam a desconsiderar a importância do cliente...
O Pitangueiras, no Sambaqui é outra vítima do sucesso. Lembro que sempre levava as pessoas de fora lá, pra comer sobre o mar... Agora, os caras estão se aproveitando. 10 camarões ao bafo = 30 reais. Ou seja, 3 reais por camarão! Um verdadeiro absurdo!
Por sugestão da Rê e da Elena, vou falar aqui do DNA Natural (um restaurante que tem nos shoppings e na Lagoa, aqui em Floripa):
- Assim como você falou bem do Central, tem de falar (mal do DNA Natural) também... - disse a Rê.
Pois bem, o DNA é um lugar de comidinha saudável, salada, sucos, essas coisas. Um dia, eu fui pedir uma salada no shoppi Beira Mar e vi que eles tiram a alface americana diretamente da cabeça de alface (bem fechadinha), sem lavar... Fiquei em choque e comi lá. Dispensei aquela salada e aboli o DNA dos lugares que eu frequento.
Outro dia, recentemente, a Renata e a Elena foram reclamar pro dono da falta de alface americana e o cara falou pelos cotovelos, enrolou, enrolou etc e tal... até elas perderem a paciência e desistirem. Só que a salada delas veio com o mesmissimo problema: sem alface americana, com presunto em vez de presunto de peru, sem crouton, com um salmão requentado e seco... Tudo horrível.
Eu, aqui na procuradoria, conversando com outra procuradora por telefone, sobre o processo virtual:
- Pois é, depois que o virtual for uma realidade pronta e acabada, a gente vai poder peticionar do Alaska!
Ela:
- E eu lá quero peticionar do Alaska?
Eu:
- Ah, eu quero! Eu sou sagitariana... heheheeh
Quero recomendar esse livro a quem precisa emagrecer. Ainda estou no começo, li apenas 75 páginas. Mas elas já me ajudaram muito! O livro é eminentemente prático e cheio de boas idéias. Se quiser ler um trecho, clique aqui.
Estou fã da terapia cognitivo-comportamental! Gostaria de experimentá-la, inclusive, em outras áreas da vida...
Fiz meu primeiro peeling da vida... aos 36. Mas não quero ficar com a pele finininha, como a de uma dermato que eu conheço... Só quero a pele mais uniforme. Descobri que tenho umas manchinhas hormonais.
Mais ou menos um mês, mês e meio atrás, eu comprei alguns audiobooks para ouvir na academia, na esteira... comprei coisas levinhas, que não me fizessem pensar muito. Achei que havia descoberto a pólvora... e estava orgulhosa de mim!
Mas depois do carnaval, a academia que eu frequento instalou uma telinha em cada esteira... Assim, basta levar o fone de ouvido, plugar e escolher o canal... Agora eu fico vendo programas de viagem (aproveitando a TV a cabo que não tenho em casa) e TV Câmara...
Ontem me pesei nos Vigilantes do Peso. E perdi só meio quilo. Descobri a razão: sushi. Sushi tem um grande problema: muito sal. Tanto no sushi, quanto no shoyu. Faz reter líquido, retarda a perda de peso. E, segundo os VP, tem muitos pontos (ou seja, é bem calórico e pouco recomendável...).
Pra complementar, recebi um email sobre os malefícios do sal... E eu adoro sal! Normalmente uso o saleiro. No email, falava pra jogar fora o saleiro e não comer comidinhas industrializadas...
Lembro que, no spa que eu fui em 2008 (a Lapinha), eles não usavam sal nas refeições. Menos sal = emagrecimento mais rápido = mais saúde.
Quanto ao meio quilo que perdi (e achei pouco), a orientadora disse: "imagine um pode de margarina"... Pensando bem, é bastante! rs
Cada vez que tenho de ir pra academia, preciso me arrastar.. Existe uma enorme inércia que me puxa, que me impede de ir... vozes sabotadoras falam dentro de mim:
- Você está muito cansada, Giorgia...
- Você tem de adiantar o trabalho, Giorgia...
- Você merece ficar em casa lendo um livro, Giorgia...
- Você tem um programinha melhor, Giorgia...
- Você tem de ver os filmes dos santos, Giorgia...
E assim por diante...
Outro dia, eu me vestia enquanto falava com a Ana Paula no gtalk... E eu ia dizendo:
- Agora vou me vestir...
Meia hora depois:
- Agora já estou vestida...
Meia hora depois:
- Calcei o tênis esquerdo...
Mais quinze minutos enrolando:
- Calcei o tênis direito...
É assim mesmo. Um parto. Quando eu chego na academia (que fica do lado de casa), tenho de me congratular, parabenizar a mim mesma por mais uma vitória contra a inércia.
Ah, paguei seis meses de academia. Não fui nos quinze primeiros dias. Eita... Não era por nada que minhas piores notas no colégio foram as de Educação Física... e não sem razão eu fiz Xadrez de prática desportiva no primeiro semestre da UFSC...
- Ah, uma coisa que eu gosto lá na minha academia são aquelas maquininhas de tirar o treino...
Resposta da Rapha:
- Prefiro as fichas. São muito mais ecológicas.
(Rapha 1X0 Eu)
- Ah, tu viste que a Mirtes fez fotos como modelo? A pessoa tem de se achar muito pra fazer essas fotos...
Resposta da Rapha:
- Ah, a gente tem o direito de fazer essas fotos pra se sentir linda como as modelos...
(Rapha 2X0 Eu)
Quando eu crescer, quero ser legal como a Raphinha.
Emagreci 7,5 kg desde 21 de setembro de 2009. Não é muita coisa. Mas também não é pouca. É uma questão de persistência, operação formiguinha, não desistir nunca. Agora me faltam 7,5 kg, conforme a avaliação fisica que fiz na academia. No entanto, o que quero (sem ficar magrela), são 17,5 kg.
Acho que o segredo é não se esbaforir, não querer emagrecer tudo rápido demais, de uma vez só, frustrando-se quando não se emagrece... Em algumas semanas, eu perdia 200 gramas, noutras 300, 500... Houve uma vez que engordei 1,1 kg e noutra, ainda, 900g. Enfim, altos e baixos, avanço gradual...
Mas pensando-se pelo lado bom: nesses meses, eu poderia ter mantido o peso. Ou até engordado. Mas emagreci. Um pouquinho, não tanto quanto eu gostaria. Melhor que nada.
Nesse interregno, viajei pra Patagônia (frio...), Búzios, São Paulo, Goiás, etc. Nas viagens, a quebra da rotina sempre dá uma atrapalhada. Comidinha de aeroporto, stress, café da manhã de hotel... Tudo ajuda a desandar a dieta. Mas isso faz parte da minha vida e eu tenho de administrar. Se eu for esperar para emagrecer quando pararem as viagens, não emagreço nunca...
E teve natal, reveillon, visitas em casa, vida social, festas de fim de ano, jantares, etc. Mas isso sempre vai ter. Tem de ser contabilizado no processo de emagrecimento.
Os Vigilantes do Peso ajudam muito. Recomendo veementemente. E o livro de terapia cognitivo-comportamental, também - "Pense Magro - Judith Beck".
É isso. É o meu relato (como dos alcóolicos anônimos), como incentivo a quem quer e precisa emagrecer.
Fotos da pequena e charmosa cidadezinha de El Calafate, um dos lugares mais turísticos de toda a Argentina, por conta do mundialmente famoso Glaciar Perito Moreno.
Abaixo, fotos que eu fiz no vôo de El Calafate a Bariloche. As fotos são do Lago Argentino, da Cordilheira dos Andes e da região de Bariloche.
Foi uma novela conseguir essas fotos... Com muito custo, consegui descolar uma janelinha num vôo lotado. Aliás, foi uma façanha conseguir lugar nesse vôo (mas isso rende outro post!). Pois bem, do meu lado estava uma francesa. E a aeromoça me perguntou se eu cederia o meu lugar para a filhinha da francesa. Ocorre que ao lado da francesa havia o pai francês com mais duas crianças. Ou seja, ele poderia trocar o lugar com a filhinha e ir lá pra frente. Assim os três filhos ficariam com a mãe. Só que o pai não queria trocar de lugar de jeito nenhum, então eu teria de trocar. Expliquei gentilmente para a aeromoça que queria fazer fotos aéreas do Lago Argentino... Ela entendeu. os franceses foram falando mal de mim em francês... No final, quando o vôo parou em Bariloche, eu tive a oportunidade de perguntar a ela, em bom francês, se ela sairia em Bariloche ou seguiria para Buenos Aires (pois eu precisava sair do meu lugar e se ela saísse na minha frente, eu esperava, claro, pois estava com uma filharada e muita bagagem...). Bom, eles ficaram em choque quando viram que eu falava francês. E que havia entendido toda a conversa maledicente...
Uma amiga querida está com uma necrose óssea na base do fêmur. Falaram pra ela que, com o tempo, ela precisaria operar. Mas ela está firme e forte, convicta de que não operará. Fiquei feliz ao ver a sua fibra. E ensinei uma coisa que aprendi com a minha mãe, que, por sua vez, aprendeu com o Frei Hugolino. É a imposição das mãos. Lava as mãos, esfrega uma na outra até ficar um calorzinho e coloca as mãos em forma de concha na área afetada, com a seguinte oração:
- Pelo Poder Curativo de Maria Santíssima, seja restaurada a minha saúde, felicidade e bem estar. Amém!
Sugeri também que ela visualizasse uma luz verde saindo de suas mãos e curando a área afetada. O poder da visualização opera milagres!
Outra coisa interessante é comprar (e ler) o livro Mãos de Luz. Outra dica, ainda, é fazer um curso de Reiki, abrir os chakras e passar a fazer autorreiki direto, todos os dias.
Minha tia Beti (que, como eu, ama hagiologia e adora rezar pros Santos) me contou sobre dois Santos: Padre Pio e Santa Josefina Bhakita (uma santa africana). Disse que eu deveria ver o DVD do Padre Pio. E ler sobre Santa Bhakita (Giorgia - disse minha tia - essa santa tem um coração generoso... e tu tens um coração generoso, então vais gostar muito dela).
Fiquei super curiosa. E fui nas Livrarias Paulus. Encontrei um monte de DVD sobre a vida dos santos. E, como boa sagitariana exagerada, comprei NOVE deles! E dois de Educação Ambiental. Agora só falta vê-los...
A água de Jurerê Internacional estava imunda. Absolutamente imunda. Se fossem fazer um exame de balneabilidade no domingo à tarde, acho que daria "imprópria para banho"! Eu entrei na água e fiquei com nojo de mim mesma... Tive de ir no El Divino tomar um banho de água doce... Não sei se foi por conta do vento, das marés ou sei lá o quê! Ou, talvez, porque seja fim de temporada... Fico imaginando a quantidade de xixi concentrado naquelas águas!
Embora tenha Julia Roberts, Anne Hathaway, Ashton Kutcher, Jessica Alba, Jessica Biel, Jamie Foxx, Queen Latifah, Shirley MacLaine, entre outros no elenco, o filme Idas e Vindas do Amor (Valentine's Day) é muito, muito, muito fraco. Só valem os 10 últimos segundos.
De 12 a 16 de fevereiro, fizemos um sesshin (retiro zen budista) no Mosteiro Zen Eisho-Ji, em Pirenópolis - GO. Acima, uma apresentação de slides. Para ver as fotos em tamanho maior ou com mais detalhes, clique aqui.
As fotos foram feitas por mim, pelo Migas, pelo Ezequiel, Artur, Magda e algumas no automático mesmo...
Pronto, decidi. Não vou mais ao Café Cultura. O atendimento está péssimo, desatencioso, mal educado, até. A comida demora e vem errada. E o gerente é um bundão!
Com tantas opções na Lagoa, por que a gente insiste tanto no Café Cultura? Mesmo sendo tratados a pontapés, voltamos lá... o que só faz incentivar o mau atendimento.
Oi pessoal,
sou a colega da Giorgia que fez o comentário a respeito do Sri. Yukteswar. Quando li o livro Auto biografia de um yogue, me recordo de uma passagem, que a princípio achei falasse do mestre referido a cima. Que teria trabalhado muitos anos na Rede Ferroviária Indiana( ou inglesa na época). Para mim, que sou funcionária pública foi muito inspirador. E continua sendo, saber que qualquer um dos mestres yogues citados, possa ter desenvolvido durante anos de suas vidas, tarefas tão similares as nossas e tenham conseguido SER o que são! De qualquer modo agradeço a informação e peço desculpa, pricipalmente a Giorgia, pelo equívoco. Para mim Sri. Yuktesuar continua a mostrar que é possível a libertação através da ação neste mundo.Seja ele ou seu mestre, não faz muita diferença, são da mesma linhagem e da mesma tradição. Ambos servem de INSPIRAÇÃO.
No meio de uma conversa meio maluca com um sujeito que não me conhece pessoalmente, perguntei:
- Que religião eu pareço seguir?
E ele respondeu:
- Buda!
(fiquei de cara... nunca pensei que eu tivesse "jeito" de budista...)
Tomamos um taxi em Brasília às seis da manhã e o taxista - de uma rede evangélica de taxis - e o taxista, do nada, perguntou:
- Vocês já ouviram falar nos Iluminati?
Meu companheiro de viagem respondeu que sim e deu algumas explicações históricas. O taxista, na verdade, não estava muito interessado no assunto, como eu veria ao final. Na verdade, ele queria nos inserir no tema para, finalmente, informar que o Lula estava metido com os iluminati.
Coisa que eu acho muito, muito feia: aeromoças conversando sobre assuntos variados enquanto servem. Parecem desconcentradas, pouco atenciosas. Acho que deveriam focar no serviço de bordo. Fica mal educado... E o serviço de bordo costuma ser rapidinho... Poderiam segurar um pouco o papo. Ninguém é obrigado a compartilhar da conversa.
Eu vejo a barra do dia surgindo, pedindo pra gente cantar Tô me guardando pra quando o carnaval chegar Eu tenho tanta alegria, adiada, abafada, quem dera gritar Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Então o Buzz é o Twitter do Google... Não aderi ao twitter (acho que meu quociente de distração já atingiu seus limites... o twitter seria uma distração extra, desnecessária...). Assim, não sei se entrarei na onda do Buzz. A ver...
1) Não acho frescura personal trainer. Acho super legal. Eles regulam os aparelhos, ensinam exatamente como fazer cada exercício, cuidam da postura, motivam. É um plus. Muitas pessoas que fazem com personal afirmam que o resultado é bem melhor. Claro que é um luxo, é algo caro. Ao mesmo tempo, é uma questão de prioridade. Há quem não precise porque malha muito, há muito tempo, tem disciplina. Há quem não queira alguém por perto, enfim... Eu já tive. Não curti muito. Mas evidentemente varia de profissional para profissional. Há alguns com quem você vai se adaptar melhor... ou pior.
2) Sobre a avaliação física na academia: não se trata de eu ficar "perguntando" para alguém qualquer da academia qual peso você deve ter... Não é nada disso. É um critério científico mesmo. Eles medem as dobras, as gorduras, calculam massa magra, gordura, etc e tal. Por isso, chegam ao seu peso certo de uma forma muito mais precisa que aquelas antigas tabelas de peso-altura. Aquelas tabelas são aproximadas - e não personalizadas.
3) Teresinha, não recebi seu comment sobre aquele post dos funcionários públicos, sobre o fato de eu já ser da velha guarda (sou mesmo, né?) Você poderia repeti-lo?
4) Anna Elisa, Como uma onda é uma das minhas músicas preferidas de todos os tempos... Foi a que cantei quando desci o Monte do Gozo e avistei a Catedral de Santig, no final do Caminho das Estrelas... E eu estava pensando nela JUSTAMENTE HOJE. Que tremenda coincidência! Agora, umas perguntinhas: você mora fora do Brasil? Há quanto tempo vem aqui no blog? Poderia se apresentar? Eu sou a Giorgia, muito prazer!
5) Diane Lorde, bem vinda de volta!
6) Obrigada a quem me mandou o link de orações. Obrigada a todas as dicas, vídeos, links, livros. Os leitores deste blog são um grande tesouro. Em todos os sentidos. Obrigada, ppl!
Miguel tem uma teoria interessante: os métodos de depilação evoluirão rapidamente, serão mais tecnológicos e menos doloridos - porque os homens passaram a se depilar.
Um sábado aí, estávamos eu e a Sinara saracoteando numa livraria e vimos esse livro. Achamos muito divertido. É um livro que ensina a fazer tudo (acho que não ensina de verdade, mas é super divertido). É um livro com imagens. Pouca coisa escrita. Ensina coisas úteis e doidas. É um livro pra deixar na sala, pros amigos folhearem.
Hoje eu tinha de comprar um presente pro nosso estagiário, o Paulo. Pensei no livro. Comprei. Espero que ele goste como nós gostamos. De qualquer forma, se não curtir, pode trocar, não é mesmo?
(Incrível o mau atendimento da Saraiva do Shopping Beira-Mar! Parece que hoje todos os atententes estavam de mau humor. Nem adiantava tentar ser simpática!!!! Outra coisa, o preço da livraria é 18 reais mais caro que o do site. Só vi isso agora quando fui procurar a foto...)
Nos próximos dias que vão de 09/02 até 15/02, o planeta Mercúrio estará se aspectando harmoniosamente com a Lua do seu mapa de nascimento, Giorgia. Esta tende a ser uma fase bastante propícia para tomar decisões que se pautam tanto em processos racionais quanto em sua intuição. A sua percepção das coisas estará mais completa, e este aspecto favorece o entendimento, os estudos, os escritos e as trocas intelectuais.
Você perceberá que está mais eloqüente do que o usual, e neste momento podem ocorrer muitas conversas e notícias de pessoas que há muito tempo você não via. O estímulo positivo de Mercúrio lhe permitirá compreender coisas que você antes não entendia muito bem, sobretudo no que diz respeito a acontecimentos passados que você não processou legal. Esta é uma fase de insights e de esclarecimentos, Giorgia.
Segunda-Feira: Sushi na Lagoa com o R. Aeroporto, buscar Elena.
Terça-feira: Oficina com o César e a Elena (programão). Lagoa, despues, pra despressurizar.
Quarta-feira: Dormi às sete da noite, de cansaço e stress!
Quinta-feira: Cesar e Elena em Jurerê. Sem praia, só bar.
Sexta: praia à noite (Jurerê) com a Raphuska, Maricota e Elena. Depois, Ingleses com Nilo e Elena.
Sabado: praia (Jurerê) e cinema com o Migas e a Elena. Balada com a Elena
Domingo: praia Brava e show da Maria Gadu com o Nilo e a Elena
Segunda-feira: sushi na Lagoa com a Re, Ieda e Elena.
Terça-feira: zazen e pizza com o Migas, César e Elena.
Quarta-feira: sushi e café na Lagoa com a Rê e a Elena.
Seiscentos reais pra ver a Beyoncé? Nem pensar! Seiscentos "pila", só se fosse Jesus Cristo ou o Lord Buda em pessoa. Nobody else!
(Aliás, confesso, tudo o que sei da Beyoncé é que ela é amiga do Obama e tocou na posse, ou ia tocar. Não conheço uma única música. E um dia, anos atrás, fiz uma brincadeira na net em que a gente coloca uma foto de rosto e eles indicam algumas celebridades que se parecem com a gente... Cada foto que se coloca, dá um resultado diferente... Algumas poucas celebridades coincidem, aparecendo sempre como alguém "parecido". Beyoncé era dessas, que aparecia como minha "parecida". A campeã era Angelina Jolie). Lembro ter publicado o site aqui no blog... alguém lembra do endereço?
Ainda sobre shows: acho que perdi a paciência... não há ninguém, hoje em dia, que eu tenha interesse em ver cantando... Já vi o Chico (que é o mais tímido dos tímidos), o Caetano, o Toquinho, o Jorge Drexler, a Adriana Calcanhoto, o Arnaldo Antunes, a Vanessa da Mata, o Lenine, o Paulinho Moska, a Mercedes Sosa, o Zeca Baleiro, Ceumar, dentre outros tantos... portanto, esgotei os meus preferidos. Só se eu conseguisse ressuscitar alguns do além ou se o show for no centro espírita...
Cheguei ao Banco do Brasil pra cancelar um débito em conta. Me atende um bonitinho que vai logo oferecendo:
- Estamos numa campanha sensacional! Você não quer comprar um título de capitalização?
- Não, obrigada.
Ele insiste. Eu resisto. Ele começa a tentar falar das vantagenso título. Eu respondo:
- Olha, eu gosto do meu dinheiro. Não quero, obrigada. Na verdade, eu vim aqui para...
Conversa, vai conversa vem, eu explico:
- Sabe, inclusive eu estou mudando de banco... estou indo pro banco tal, que me oferece isso, aquilo, aquiloutro, mundos e fundos... Enquanto o Banco do Brasil... me oferece TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO.
A cara do sujeito caiu no chão. Mesmo quem não entende nadíssima de de investimentos, sabe que título de capitalização é a maior burrice que alguém pode fazer com o próprio dinheiro...
Duas e meia da manhã, eu entro no msn e um bem sucedido advogado da área empresarial me chama...
Ju diz:
oi!
Gi diz:
oie!
Ju diz:
quero abusar um pouquinho dos teus conhecimentos juridicos, posso?
Gi diz:
a essa hora, acho que nao... heheheheheh
Ju diz:
posso te mandar um email entao?
Gi diz:
se eu souber responder e se nao implicar dar munição contra o meio ambiente, respondo.
Andei lendo por aí que no Japão, as mulheres agora preferem os nerds. Ser nerd está em alta entre a mulherada japa. Elas cansaram dos metrossexuais. Cansaram de homem que olha mais pro espelho que pra elas. E resolveram atacar noutro nicho de mercado. Segundo as japas, um nerd nunca vai te trocar por uma mulher mais nova! Mas pode te trocar por um comutador mais novo... hehehehe
Uma amiga foi comprar ar condicionado. Procurou em todas as principais lojas de eletrodomésticos de Floripa. Não encontrou. O artigo está em falta. Entrega? Só daqui a três meses!
Na minha academia, todo mundo tem personal trainer... A pessoa "sem personal" até se sente meio esquisita! Eu resolvi, este ano, ficar sem. Porque é mais fácil: dá pra ir à academia a qualquer hora...
Agradeça a Deus a bênção da vida, pela manhã. Se você não tem o hábito de orar, formule pensamentos de serenidade e otimismo, por alguns momentos, antes de retomar as próprias atividades.Levante-se com calma. Se deve acordar alguém, use bondade e gentileza, reconhecendo que gritaria ou brincadeiras de mau gosto não auxiliam em tempo algum. Guarde para com tudo e para com todos a disposição de cooperar para o bem. Antes de sair para a execução de suas tarefas, lembre-se de que é preciso abençoar a vida para que a vida nos abençoe.
Sexta-feira, a Raphinha me ligou no final da tarde, convidando para ir à praia. Ela estava levando a Maricota pra tomar um banho de mar. Maricota é muito branquinha e a Rapha, muito cuidadosa com esses assuntos do sol.
Eram seis e meia e eu ainda estaa na Procuradoria, trabalhando. Me joguei! Convidei a Elena. Ficamos as quatro tomando banho, brincando com a Maria, fazendo "pizza" de areia... Enfim, foi super divertido. Depois a Raphinha foi embora e ficamos, Elena e eu, até nove da noite tomando banho lá em Jurerê. A água estava muito gostosa, o clima quente... Enfim, a única vantagem do famigerado aquecimento global.
Fiz umas coisas bem bacaninhas findi passado... Passei a noite de sábado conversando e olhando o mar no Sambaqui, num banquinho à beira mar... E no domingo, fui ver a lua nascer na Ponta das Almas, na Lagoa da Conceição. A lua estava linda, grande, cheia e amarela.
Sábado a Elena teve uma idéia sensacional. Genial. Que deveria ser patenteada!!!!! Um jeito de aproveitar bem a praia sem torrar, nem se expor tanto aos UVA e UVB dos piores horários.
Seguinte: a gente vai à praia pela manhã. No horário do almoço, sai da praia e vai pro shopping aproveitar o ar condicionado. Almoça no shopping, pega um cineminha leve. Assim, passa o horário de pico do sol no fresquinho. E, depois do cinema, pode voltar pra praia feliz e faceira...
Fizemos isso e adoramos! Nem ficamos cansadas do sol. Um dia de praia rendeu por dois. Chegamos em casa com tanta energia que ainda fomos pra balada... e ficamos por lá até quatro, quatro e pouco da manhã. Se fosse um dia inteirinho na praia, chegaríamos mortas, tomaríamos um banho e cama...
Hoje teve show da Maria Gadú na beira da Praia. Cinco da tarde. Acho que o horário foi muitomal escolhido, pois ainda estava um sol de rachar. E o palco deveria ser de frente para a praia. Ficaria muito mais legal! Eu ouvi o show, mas não vi. Porque o palco era de lado e eu fiquei debaixo do guarda-sol, sentadinha na cadeira de praia...
Maria Gadú me pareceu tímida, sem muita presença de palco. Mas com um vozeirão de arrepiar! É uma grande intérprete. E compõe coisas fofas.
Não sabia bem o que fazer no fim de ano. Só não queria ficar em Floripa. A cidade enche, o trânsito fica infernal, falta água, enfim... Tudo, tudo, tudo, menos Floripa!
Uma opção era ir pra Imbituba e fazer os rituais de fim de ano com a minha mãe. Fiz isso na passagem de 2008 para 2009 e foi muito legal. Minha mãe aprendeu um ritual indígena do Equador (ou seria da Nicarágua? Nem sei!) e sempre faz isso na virada. É bacana. E a gente também reza muito, reza por todos. É bacana. Mas eu não estava muito a fim de repetir. 2008 foi o ano da minha separação. E aquela virada teve um gosto meio amargo.
Outra opção era Ilha Grande. Eu havia convidado a Elena pra ir pra lá de carro. Revezaríamos na estrada. Seria um fim de ano na praia. Eu pensava em fazer a volta à Ilha, uma trilha que povoa meus projetos há muitos anos. E a Elena é uma amiga e tanto, companheira mesmo. Costumamos ficar filosofando e discutindo o sentido da vida, chorando as pitangas até não poder mais. Elena é uma pessoa instigante, inteligente, criativa. A idéia de viajar com ela era bacana.
Ainda influenciada pela Elena, tinha um plano “B” (ou C, D...) que era ir pra Londres. A idéia de um fim de ano urbano, cosmopolita. E eu não conheço Londres, lacuna terrível no meu currículo andarilho.
Se eu quisesse um fim de ano romântico (ops, romântico é um certo eufemismo), poderia ir pras Canárias. Tinha um namorico por lá. E ele havia me convidado efusivamente. Não seria ruim passar a virada com ele. Mas me soava um pouco aventureiro demais da conta. Não sei se um flerte eventual é a melhor companhia para passar um fim de ano.
Com a cabeça vagando entre essas opções, liguei o rádio enquanto dirigia rumo à Procuradoria. E, na Itapema FM, a propaganda era “Restaurante Patagônia.”
- Pronto! Ta decidido! É pra lá que eu vou!
Fiz uns cálculos rápidos na cabeça. Verão, época certa pra Patagônia! E eu tinha de aproveitar o recesso!
- Não vou ter férias em 2010, foi o que pensei. Elas estão comprometidas com outro projeto, um projeto não viajante. Então a hora é agora, é pegar ou largar, Giorgia!” – disse euzinha pra mim mesma.
A Patagônia não ta disponível pra trekking o ano inteiro e eu tinha de aproveitar o recesso. TINHA. Lembrei que o câmbio estava favorável e que iria ser uma viagem barata (ledo engano!). Lembrei dos vídeos que o Vadinho fez no Perito Moreno. Lembrei dos glaciares e icebergs. Lembrei do velho projeto de ir a Torres Del Paine. Lembrei de Ushuaia, Antártida. E fiz um slogan na minha cabeça: - Fim de Ano no Fim do Mundo!
Traidora!
Movida pelo meu convidativo slogan, entrei no site da Gol, comprei passagem pra Buenos Aires. Fui nas Aerolíneas e, com menos facilidade, comprei um vôo Buenos Aires Ushuaia. E, depois, Ushuaia – El Calafate. De El Calafate, eu seguiria por terra pra Torres Del Paine. E voltaria por terra para El Calafate. Por fim, outro trecho aéreo: El Calafate – Buenos Aires. Pronto, esse era o projeto inicial.
Eu tava pronta. Mantive a viagem em segredo. Contei apenas para a Renata, que ficou chateadíssima.
- Giorgia, sua traidora! Não acredito que você vá sem mim!
Ela queria ir junto, mas não podia. Estava com a casa cheia de visitas. A verdade é que eu preferiria ir com ela. Renata é uma das melhores companhias de viagem que alguém pode ter. Animada, viajante e viajada, topa todas. E faz fotos sem reclamar. Repete quando eu não gosto. E tem energia de monte. Não pára.
Mas a diferença entre mim e a Renata, é que ela tem muito mais férias. Tem licenças-prêmio por gozar e se aposenta em um ano (aos cinqüenta, com cara de quarenta, cabeça de 30 e corpitcho de 20). Tem todo o tempo do mundo pra viajar. Eu tenho os meus míseros 30 dias, que faço render. Cuido desses dias como quem cuida de um bem muito precioso. Invisto cada segundinho da melhor forma.
E o pulo do gato era que essa viagem não comprometeria um único dia de férias. Seria apenas o recesso da Justiça, devidamente acordado na Procuradoria. Com dois dias extras, negociados com o chefe e compensados previamente.
Pra mim, parecia pechincha, liquidação. Um negócio da China. Ou melhor, de Ushuaia.
Corajosa!
- O quê? Sozinha?
- Fui...
- Nossa! Que corajosa!
Perdi a conta do número de vezes que ouvi isso. Ouvi de todo mundo, até da minha irmã, que está muito habituada ao meu estilo ligeiramente despirocado... ops, solto.
Não sei bem os riscos que passavam na cabeça das pessoas. Mas, na minha, estava tudo muito certinho. Não haveria problema de espécie alguma e eu me daria bem na minha viagem. Eu sabia que haveria um ou outro bodinho, of course! A solidão ia bater. Esse era o meu maior medo. O resto? Ah, tava tudo dominado!
Destemida eu sou só nos processos judiciais. De regra, sou um pouco medrosa. Assusto-me com ameaças imaginárias. Nutro alguns medos bobos, de riscos improváveis, remotos. Quando os riscos são reais, uma força me arrebata.
Distraída!
As pessoas me consideram um pouco atrapalhada. Eu caio, esbarro, perco as coisas. Bato o carro por distração. Não encontro o cartão de crédito na bolsa, atrasando as filas. Sou motivo de chacota. Meu cunhado, numa viagem que fizemos pelo Chile/Argentina, fez até um rap, o rap da Daia. Eu sou a Daia. E o rap era sobre perder as coisas, o passaporte, os óculos, o gorro, o dinheiro, tudo...
Um dia, num tempo distante, desabafando, eu disse à Renata:
- Ai, Rê... eu perco tudo, né? Até o juízo...
E ela:
- Não, só o juízo você não perde!
Pois bem. Para viajar sozinha, seria preciso mais cuidado. Não só o juízo (garantido, segundo a Renata, que é muito, muito ajuizada), mas o passaporte também não podia ser perdido. Nem o cartão. Nem o dindim. Eu precisaria ficar triplamente atenta. Quadruplamente, quintuplamente, sextuplamente...
E essa foi a tônica. Eu acordava às vezes no meio da noite, pra conferir meu dindim, passaporte e iphone, os bens mais preciosos. Felizmente eles ficaram sob controle. Ou quase. Eu gastei umas cinco vezes mais do que previ. Mas ao menos não fui roubada. Nem deixei a carteira por aí...
Aventureira!
Chamei o táxi. Diante daquele estilo mochilão, bandeirinha do Brasil costurada (ta, eu sou meio ufanista), bota de trekking, o taxista engrenou um papo:
- Tu estás indo pra alguma competição de aventura?
- Não, nada... só turismo mesmo.
Ele não se convenceu muito e insistiu no papo. Contou várias peripécias suas em corridas de aventura - até conseguir uma confissão minha. Confissão de que, como ele, eu também era uma aventureira com alguma estrada.
Contou que tinha sido campeão em uma corrida de aventura que estava praticamente perdida. Foi me contando detalhes animados e entusiasmantes em plena madrugada, a caminho do aeroporto. Até descobrimos um conhecido em comum, o Tavinho, que tinha participado de um reality show do SBT, do qual foi finalista.
Resumo da ópera: uma mochila abre caminhos. Nem que seja pra conversas. E olha que em Floripa o povo não é muito de puxar papo. Eu adorei ser confundida com uma aventureira profissional.
Parecia um bom presságio.
Senti um tremendo bem estar em mochilar. Me senti mais jovem, mais viva. Lembrei de aventuras passadas. Naquele momento, senti que mochilar era mesmo a minha praia, o meu estilo, meu jeito de ser e, até mesmo, o meu look. Iria mudar radicalmente de idéia no final da viagem...
Atrasada!
Não, dessa vez não sou eu. É a companhia aérea. As Aerolíneas Argentinas, parece-me, têm o mau hábito de se atrasar. Invarivalmente. Todos os vôos que tomei em terras argentinas se atrasaram. Sem qualquer justificativa ou explicação. Só se atrasam e pronto. Coisa de louco!
A demora dos vôos me fez lembrar os não-saudosos tempos do caos aéreo brasileiro.
Minhas primeiras anotações no diário de viagem que comecei em 26 de dezembro de 2009 diziam respeito a isso. Eu queria chegar cedo para aproveitar meu dia na cidade mais austral do planeta (segundo os Argentinos, por lo menos!). Mas as Aerolíneas insistiam em frustrar meus projetos...
No diário: “meu vôo pro fim do mundo já deveria ter decolado. Estou calma, lendo os guias. Mas não deixo de me sentir irritada por desperdiçar meu precioso tempinho. Já começo a pensar em ficar mais tempo por lá. O lugar parece bem interessante.”
Aproveitei a demora no Aeroparque e fui atrás de um cortavento. Na verdade, uma campera (uma jaqueta) bem quentinha, larga e fofinha, resistente à água e ao vento. Comprei por um precinho quatro vezes menor do que se encontra no shopping, em Floripa.
O tempo de espera serviu, também, pra que eu ficasse um tiquinho preocupada. Os guias diziam que era preciso reservar hotel na Patagônia no verão. Tudo costuma lotar. E é difícil conseguir hospedagem.
Bem, eu não tinha tido tempo de reservar. Na verdade, o que eu não tenho é o hábito. Fui pra Índia numa viagem de 40 dias sem uma única reserva. E pra Guatemala, pro Panamá, pra Cuba, Honduras, Peru, Venezuela, Nova York, Chile, Bolívia, África do Sul, Europa, Brasil, etc e tal. E nunca dormi na rua. No máximo, dentro de uma igreja, no norte da Espanha...
Fiz uma observação no meu diário: escrever diário de viagem normalmente é possível quando a viagem não está boa, quando você está sozinha, quando não há muito o que fazer, quando o tempo não colabora, quando os aviões atrasam...
Poliana!
Bom chegar em Buenos Aires e ganhar uma hora! Embora estejam no mesmo fuso, não estão no horário de verão.
Bom chegar no país e sacar dindim. Até ter um dinheirinho em moeda local, me sinto sem chão. E eu não costumo carregar dólares, nem travelers. Só o visa electron, pra sacar nos ATMs locais. Então chego em terra estrangeira absolutamente dura. O que é, convenhamos, uma atitude, no mínimo inconseqüente. E se o cartão desmagnetiza? E se você perde o cartão? E se a máquina come o cartão? Já me aconteceu tudo isso... E eu sigo insistindo no erro... Por acaso, dessa vez, eu levei uns reais. Não sei como, mas eu tinha uns mil reais em espécie. E também bolívares, que ganhei da minha mãe. Se bem que bolívares não servem pra nada fora da terra do Chávez...
Bom fugir do calor! Buenos Aires estava fresca. E chuvosa. Diferente do calor abafado que fazia em Floripa. Eba!
Bom falar espanhol! E ganhar elogio! Aliás, bom falar a língua local, qualquer que seja ela. Os brasileiros insistem em falar portunhol. E acreditam piamente que são compreendidos. Ledo engano. Não adianta. Os de fala espanhola não conseguem entender português. Embora a gente os entenda com facilidade, por alguma razão fonética, a recíproca não rola. Exceto em Bariloche, ou melhor, Brasiloche. É tanto brasileiro, que o povo do turismo se obrigou a falar português. No Chile também essa é uma tendência bastante forte.
Bom ter Buenos Aires tão perto! Logo ali, uma hora e meia de vôo da minha casa! Acho que é um dos poucos vôos diretos, além de São Paulo. Ops, acabo de lembrar que Brasília, Porto Alegre e Curitiba também têm. Mas ficam por aí as nossas conexões rápidas.
Bom escrever num moleskine. Tão compacto, tão bonitinho! Jeito de livro. Folhas que não descolam. Bom de pegar e tocar. Mesmo que seja um moleskine fake, cor de laranja, cheio de gatos coloridos na capa (Peter Pauper Press).
Bom comer medialuna. Medialunas me fazem lembrar a Grá, minha irmã, que adora os croissants argentinos (também chamados facturas, o que sempre me causa estranheza). Medialunas são tão presentes no café da manhã argentino quanto o feijão com arroz no almoço brasileiro.
Bom lembrar de casa! Serviram pra me aquecer o coração as lembranças da tarde de natal na casa da mami, fazendo absolutamente nada com a Gra, o Fredinho e a Bebé.
Passagem rápida por Buenos Aires.
Madrugadinha, bem cedo. Frio e chuva, ao contrário do calorão abafado que fazia em Floripa. Tinha tempo para ir do aeroporto de Ezeiza para o Aeroparque, de onde saem os vôos domésticos. Descobri o ônibus que faz o traslado, comprei a passagem e fui a um café chic.
Pedi o tradicional (e fraco) café da manhã argentino: 1 xícara de café com leite ou 1 xícara de chá, um croissant doce, uma fatia de pão, geléia, manteiga e um copinho (um tantinho maior que o nosso copinho de cachaça) com suco artificial de laranja. Só isso.
A atendente veio me informar que não havia suco e que, apesar disso, também não havia desconto no valor (alto) do café da manhã. Era assim e pronto. Eu ainda não havia atinado que era aquele mísero suquinho artificial (minha cabeça estava funcionando ainda em modo brasileiro e eu imaginava um copão de suco de laranja natural, espremido na hora) e lamentei internamente a falta de suco.
- Não tem nada para substituir?
- Não.
- Não tem desconto.
- Não.
- Então tá.
Fazer o quê? Resignei-me. Normalmente fico indignada com as lesões aos direitos do consumidor. Mas resolvi não brigar. Excepcionalmente. Dali a pouco, a mocinha veio com o copo de suco.
Incrível. Às vezes precisamos mudar de estratégia. Rever conceitos. Como seria se eu tivesse brigado, sido antipática ou arrogante? Será que ela teria me trazido o suquinho?
Anotação no diário: O aeroparque é uma gracinha (bom, eu já conhecia o aeroparque, não sei porque escrevi isso!). O transporte entre os aeroportos é eficiente. O preço é ótimo e o câmbio está muito favorável.
Bom, essa história de câmbio favorável foi uma grande armadilha para mim. Eu me entusiasmei com o câmbio bom e me excedi nos gastos. Gastei muito mais do que deveria.
Eba! É o fim do mundo!
É impactante chegar a Ushuaia. Fim do mundo, fim de linha, última cidade do planeta. A pontinha da América do Sul! Só de lembrar do mapa, me dava uma alegria. Puxa vida, olha onde eu estou! Meio mágico, meio mítico. Divertido e diferente. Único.
Senti uma coisa gostosa que parecia me unir aos aventureiros e navegadores de antanho, que chegavam aos últimos confins da terra, depois de muitas agruras, mares revoltos, grandes tempestades...
Hoje Ushuaia é cidade de fácil acesso. Uns dez vôos diários das Aerolíneas ligam a cidade a Buenos Aires. E há ligações com outras cidades argentinas.
Perto, Ushuaia não é. Definitivamente, não: são três horas e meia de vôo direto, sem escala. Três horas e meia dentro de um mesmo país. Não é moleza. Quantos países do mundo comportam uma distância dessas?
Do aeroporto à cidade de Ushuaia, tomei o taxi com uma taxista. Mulher. Pra mim, é pouco usual ver taxistas mulheres. Mesmo em cidades grandes. Sempre me espanto, me surpreendo. É quase tão raro quanto pilotos de avião do sexo feminino. São profissões ainda dominada pelos homens.
Vários taxis depois, me dei conta de que, em Ushuaia, ser taxista é profissão de mulher. No fim do mundo, elas dominam!
Eu estava meio chateada com o atraso no meu vôo, mas isso logo foi solucionado. Cheguei tarde a Ushuaia, mas pude aproveitar muito bem o que me restava do dia. No verão, o sol se põe muito tarde no fim do mundo. À meia noite ainda tem claridade!
Encontrei um hotel chamado Islas Malvinas. Os argentinos têm uma coisa muito mal resolvida com as Malvinas. Não se conformam por terem perdido a guerra. Em muitos lugares, vê-se pichado: As Malvinas são argentinas! Em outros: “Piratas Ingleses”. Há praças, monumentos, homenagens. Para eles, as Malvinas ainda se chamam Malvinas. Vi discussões sobre isso. Não há nada de Ilhas Faulkland! E ai de quem se atrever a falar o contrário!
Deixei as coisas no Hotel e me picoteei pro Glaciar Martial. A dica foi do Osvaldo, procurador, meu colega. Peguei um taxi, paguei baratinho. E fui para as aerosillas (teleférico). A paisagem de subida das aerosillas é de tirar o fôlego. Idílica. Paisagem de folhinha de Padaria. Um riacho, uma floresta de lengas, montanhas nevadas ao fundo. Nossa! E o teleférico sobe sobre rio, entre as árvores. Atrás fica o Canal de Beagle.
Pra mim, o mais impressionante de Ushuaia é o encontro dos Andes com o mar! Já andei muito pelos Andes, conheço bem a cordilheira. Mas Andes com mar, era a primeira vez! Explicaram-me que Ushuaia é a única cidade trasandina da Argentina, o que significa que ela fica do outro lado dos Andes. A ordem natural das coisas é Argentina, Andes, Chile. Nesse caso, seria Argentina, Andes, Argentina (Ushuaia).
A biodiversidade no fim do mundo é pequena. Ínfima, pra quem ta acostumado com o padrão Mata Atlântica, onde se podem encontrar mais de 400 espécies de árvores em um hectare de floresta. Espécies, não falo de indivíduos!
Lá no finzinho da Patagônia, o clima é tão inóspito que nem inseto eles tem. Cobra, muito menos! Anfíbios não sobrevivem ao clima. Árvores têm uns três ou quatro tipos. O que mais tem são aves, pois há muitas espécies de aves marinhas migratórias que tem seu ciclo passando por aquelas bandas.
Sim, claro, eu já li a autobiografia de um yogue. Li em 1992, quase vinte anos atrás, quando comecei a fazer Yoga. Minha professsora adorava. E todos são unânimes em incensar esse livro. Mas vou ser franca: não me tocou muito. Não sei a razão, só sei que não tocou. E eu realmente não lembro de todos os santos citados no livro. Menos ainda da genealogia de cada um, de quem foi mestre de quem, enfim... Não faço a menor idéia. Só posso dizer que quando fui a Varanasi, fiquei lembrando do santo que se escondia (ou vivia) nos ghats...(as escadarias do Ganga).
Quanto ao comentário "como você se diz espiritualizada e não leu a Autobiografia de um Yogue?", eu respondo:
1) Eu não me digo espiritualizada. De onde você tirou isso? Pode me mostrar um único post?
2) Eu li a autobiografia de um yogue;
3) Eu não lembro do inteiro teor do livro;
4) Eu não acho que ler a autobiografia seja sinal ou condição para qualquer coisa...
Quanto aos demais comentários, obrigada pelos esclarecimentos! Acho que vocês têm razão! Hoje fui falar pra minha colega e ela não conseguia acreditar! Disse que ia olhar no livro. Ela tem fotos desse guru na sala dela! E sempre acreditou que ele houvesse trabalhando na Estrada de Ferro da Índia.
Hoje fiz a avaliação física na academia. E foi uma surpresa tremenda. Eu fui logo falando pro avaliador que eu queria perder "apenas"20 kg, porque assim já estava bem. Ele disse que achava que eu estava errada. Eu insisti que me bastavam 20 kg, que eu sabia que ficava bem. Daí ele fez as contas no computador e concluiu que, de excesso de peso, eu tenho 9,5 kg. Só!!!!! Nem acreditei. Ele disse que com menos 9.5kg eu fico no peso saudável. Que coisa...
Sempre costumo fazer um balanço do mês que passou. Como foi o seu mês de janeiro? O meu foi chatérrimo! Poderia ter pulado direto pra fevereiro, que não iria fazer falta alguma...
Tenho uma colega de trabalho muito boa gente que é devota de Sri Yukteswar. Ela me explicou: ele era um santo hindu que era também funcionário público. E conseguiu conciliar o trabalho dele com a sua prática espiritual. Ela o tem como inspiração. Tem até uma foto dele na sala dela. Acho que também vou ficar devota de Sri Yukteswar.
Sábado passado, andando com a Sinara pelo shopping (no Floripa Shopping), descobri uma loja bonitinha que vende uns sabonetes legais: tem sabonete de sal grosso com ervas (pra fazer uma espécie de limpeza espiritual), tem de água de arroz (pra tirar manchas da pele)... Tem vários interessantes. São meio caros. Mas são bons.
Outra coisa que aprendi com ela: batom nude serve pra quando você pinta bem os olhos. Daí o nude fica neutro. Outra finalidade é hidratar os lábios, proteger. E fica mais bonito que andar sem batom. Até comprei um do Boticário que chama Terra do Sol. Bem bonito. Enfim, me convenci (eu achava a coisa mais esquisita do mundo essa moda nude...).
Dia desses (antes do nude, inclusive), minha mãe estava aqui em casa, e me puxou a orelha: - Filha, não pode sair de casa sem um batonzinho!!!!! Então comprei um "vermelho diva"(não preciso dizer que ainda nem usei, né?) e um "melancia". Na verdade, sou adepta dos gloss. Batom não é muito a minha praia.
Uns dez anos atrás, uma secretária que trabalhava comigo, me ensinou uma reza (me deu uma folhinha) que dizia o seguinte: "Maria, passa na frente". Nunca esqueci disso. Hoje voltou às minhas mãos. É uma oração linda e reconfortante, um grande pedido de proteção. Nossa Senhora nunca deixa a gente na mão. Nunca.
Maria passa na frente e vai abrindo estradas e caminhos. Abrindo portas e portões. Abrindo casas e corações. A Mãe vai na frente e os filhos estão protegidos seguem Seus passos. Ela leva todos os filhos sob sua proteção. Maria, passa na frente e resolve tudo aquilo que não podemos resolver. Mãe, cuida de tudo o que não está ao nosso alcance. Tu tens poder para isso! Mãe, vai acalmando, serenando e tranqüilizando os corações. Vai acabando com o ódio, os rancores, as mágoas e as maldições. Vai terminando com dificuldades, trisezas e tentações. Vai tirando teus filhos das perdições. Maria, passa na frente e cuida de todos os detalhes, cuida e protege a todos os teus filhos. maria, tu és mãe e também a porteira. Vai abrindo o coração das pessoas e as portas nos caminhos. Maria, eu Te peço: Passa na frente! Vai conduzindo, ajudando e curando os filhos que necessitam de Ti. Ninguém foi decepcionado por Ti depois de haver-te Te invocado e pedido a Tua proteção. Só Tu, com o poder de Teu Filho, podes resolver as coisas difíceis e impossíveis. Amém!
Parece que com a crise ecônomica mundial, os americamos aderiram ao minimalismo. Existe, por lá, uma onda anti-consumismo. A moda agora é ter uma "minimal list": uma lista com cem coisas. E só. Possuir apenas cem coisas. Os livros não contam. Parece que eles também tiraram os utensílios de cozinha. De qualquer forma, 100 coisas é realmente muito pouco. É uma lista pequena.
Ontem, depois da canseira com o homem da oficina, resolvemos ir pra Lagoa relaxar. Chegando lá, me dou conta de que deixei o iPhone no carro!!!! É pedir pra ser roubada, né? Tenho o mau hábito de esquecer coisas no carro.
Perdi a conta do número de vezes (né, Migas?) que tive a porta arrombada. Eu tive um corsinha que já estava habituado a isso... O Marinho, dono da oficina, já até sabia, quando eu chegava... Uma vez, estava fazendo aquela "promessa" japonesa dos 1000 tsurus. Deixei um envelope pardo no carro. Estava escrito "1000 tsurus". Acho que o ladrão pensou que tsuru era uma moeda de um país asiático...heheheeh E arrombou meu carro! O preju era grande, sempre. Fora a chatice de ter de ficar sem carro. E de perder o que estava dentro do carro.
Pois bem, mais do que depressa, me joguei - de taxi - da Lagoa pra Beira Mar (onde estava o meu carro) e consegui resgatar o meu lindinho (o iPhone). Uffffff!!!!!
Vi em algum lugar e anotei na agenda. Frase atribuída a Bob Marley: "O homem bom é aquele que topa qualquer parada e não o que para em qualquer topada."
Lembretes (anotados por mim, pra mim mesma, hoje na agenda) para emagrecer (que funcionam pra valer):
1) Comer cinco vezes por dia para deixar o estômago sempre em situação confortável - e nunca morrendo de fome;
2) Tomar muita, muita, muita água;
3) Ir pra academia. Nem que seja pra fazer um pouquinho;
4) Caminhar;
5) Escrever o diário alimentar;
6) Ler o livro de terapia cognitivo-comportamental;
7) Ler o Escreva e Emagreça;
8) Pensar antes de comer;
9) Ir ao supermercado e ter comidinhas saudáveis em casa. Náo deixar a geladeira vazia.
10) Fazer escolhas inteligentes.
11) "Eu posso comer de tudo, mas nem tudo me convém"
12) Mastigar, Mastigar, Mastigar, Mastigar e Mastigar.
13) Carregar uma maçã na bolsa. Ou uma barrinha. Ou um pacotinho individual de bolachinha salgada integral. Algo com menos de 100 calorias, pra comer entre as refeições e não chegar faminto à mesa.
E, nos Vigilantes do Peso, os quatro elementos do sucesso:
a) assistir às reuniões (assim, você não está sozinha... e tem o água mole em pedra dura... Quando falta, fica sem aquela dosezinha semanal de motivação)
b) comer bem (se come pouco, não emagrece. Passei por isso. A tendência da gente é comer nada para emagrecer rápido, mas é burrice. Tem é de comer certo e pouco, mas tem de comer)
c) Pensar antes (fundamental! é tomar consciência)
d) Mexer-se mais (Ser mais ativo: atividade física ajuda muito. esse eu tou na luta pra incorporar...)
Hoje a Indira, orientadora lá do VP, muito gente boa (adoro ela!) disse uma coisa: tem de emagrecer cm alegria. É isso. Não pode ser um sofrimento. Senão não rola.
Uma coisa que eu não faço (até comprei um moleskine lindo pra isso, mas nunca faço) e que sei que funciona muito mesmo, é o diário alimentar (nos VP, chamado de jornal pessoal). Aquilo é um absurdo! Funciona mesmo porque dá consciëncia. Você se obriga a anotar e sabe exatamente o que está comendo. Na semana que faz o tal "jornal pessoal", as coisas acontecem. Acaba mesmo emagrecendo.
Aprendi a lição: levar diretamente na concessionária poupa dor de cabeça.
Acreditei na boa-fé do homem do guincho e segui a sugestão dele. Levei numa oficina que ele disse ótima. E o homem fez serviço que não precisava. Trocou a bomba de gasolina. E não era bomba. Mas, pelo que consta, a bomba do Picasso é muito difícil de trocar, tem de tirar o tanque de gasolina, coisa e tal. Só depois de trocar, o homem viu que não era bomba... Daí, já era. Ele incluiu a bomba E os serviços certos. Não aceitei e levei pra Citroen. Lá fizeram o serviço certo. Na verdade, eu dancei com a bomba. Paciência. É o preço a ser pago pela ingenuidade/burrice de acreditar.
Doravante, prometo (a mim mesma) ficar esperta.
Outra coisa: acho que TODA mulher deveria fazer um curso de mecânica. Já ouvi falar que isso existe...
Ontem, eu estava pagando contas no caixa eletrônico e vi que havia uma mulher atrás de mim. Os outros caixas estavam vazios, o que indicava que ela, por alguma razão, precisava especificamente do meu. Imediatamente juntei meus papéis, fui pro caixa ao lado e falei pra ela:
- Pode vir neste caixa, por favor.
A mulher ficou super agradecida. Nem acreditei. Foi um gesto simples, que não me custou nada. Apenas prestei atenção na necessidade dela e dei um passo ao lado (mudei pro caixa do lado). Nada mais. E fez toda a diferença pra ela, pois eu estava cheia de coisas pra resolver (desbloquear cartão, agendar pagamentos, sacar, pegar extrato, pagar com código de barra manual...). Enfim, economizei um pouco o tempo dela. E me senti muito feliz por poder fazer isso. Ela deu um sorrisão e disse: - Puxa, como você é gentil! Depois fiquei matutando sobre o assunto. É tão simples fazer o bem... basta prestar atenção nas necessidades dos outros!
Outra coisa que me aconteceu recentemente, que segue o mesmo raciocínio: estava caminhando na Beira-Mar (onde moro) e vi um casalzinho de turistas estrangeiros esticando o braço para fazer uma foto juntos, com o mar ao fundo. Perguntei se eles queriam uma foto. Eles queriam! E ficaram super contentes! (Lembra, Telinha, que estávamos juntos no Corcovado e você também fez isso?) Acho que isso da foto devemos fazer sempre que pudermos! Assim contribuímos para que as pessoas levem boas lembranças (em todos os sentidos) dos lugares que visitam!
A diferença entre uma pessoa sedentária e uma ativa são apenas 30 minutos diários de atividade física.
(A Sinara leu numa revista e disse que a frase literalmente mexeu com ela!)
Andando na rua hoje, sob um sol inclemente (e um calorão insuportável), imaginei uma cena: o povo todo passando gel criogênico (daqueles com cânfora, pra celulite) no corpo para se refrescar...
Hoje eu não sabia o que fazer. A Denise apareceu na porta do meu quarto em prantos, desesperada, chorando feito criança... Contou que um cachorro matou o Tobi, o cachorrinho dela.
Denise ama esse cachorrinho. Uns tempos atrás, fez das tripas coração para salvar o Tobi, que tinha sido atropelado... Mesmo sem poder, pagou veterinária, internação, cirurgia... coisas que estão completamente fora do orçamento dela, que é empregada doméstica.
Fiquei consternada. Mas não soube o que dizer. O que se diz numa hora dessas?
Minha amiga Ieda Ialamov passou no vestibular da UFSC!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Essa é a notícia do ANO!!!!! Fiquei muito, muito, muito feliz!!!!! Estava andando na Beira-Mar e recebi a notícia da Renata.
Bom, a Ieda é uma lutadora. É casada, tem filho adulto. A vitória dela não é uma "simples" vitória. Não é "apenas" passar na Federal (o que já seria uma daquelas grandes vitórias da vida de alguém...). Não, é muito mais que isso. A Ieda é um exemplo de superação. Venceu todas as dificuldades. Começou numa época em que a maioria das pessoas já desistiu, já jogou a toalha. Mas não a Ieda! Com sua garra e determinação, ela chegou lá!
Ieda, amiga querida, estou arrepiada. E emocionada. E feliz. E sem palavras Estou muito orgulhosa de você, Ieda! Você é um exemplo para mim. E para todos!
Olha só que massa: Tania Faga, advogada de São Paulo, organizadora do Livro "Julgamentos e Súmulas do STF e STJ" e responsável pela elaboração dos informativos jurídicos do Curso Jurídico Flávio Monteiro de Barros encontrou um texto antigo aqui do blog sobre o que fazem os procuradores (e os diferentes tipos de procuradores) e me pediu pra publicar no Informativo. O texto era bem informal, para o público leigo, mas ela curtiu. E publicou lá como "Artigo Imperdível".
E a Tânia franqueia o acesso para quem quiser receber o informativo gratuitamente em seu e-mail. Basta se cadastrar no site em INFORMATIVO FMB. Para visualizar os informativos de 2010 acesse o site e clique em "INFORMATIVOS FMB", em seguida clique em Informativos 2010.
(o artigo de que falei está no informativo 02/2010)
Luiza é a minha sobrinha que vai nascer. Uns meses atrás, eu sonhei que ela iria ser menina. E nunca tive dúvidas disso, pois o sonho pareceu muito real, quase uma aparição. Tenho a nítida impressão que foi ela, em pessoa, que veio me contar!!!!!
Vai ser linda. E educada. E gente fina. Tenho certeza!
Espada nua Boia no céu imensa e amarela Tão redonda a lua Como flutua Vem navegando o azul do firmamento E no silêncio lento Um trovador, cheio de estrelas Escuta agora a canção que eu fiz Pra te esquecer Luiza Eu sou apenas um pobre amador Apaixonado Um aprendiz do teu amor Acorda amor Que eu sei que embaixo desta neve mora um coração Vem cá, Luiza Me dá tua mão O teu desejo é sempre o meu desejo Vem, me exorciza Dá-me tua boca E a rosa louca Vem me dar um beijo E um raio de sol Nos teus cabelos Como um brilhante que partindo a luz Explode em sete cores Revelando então os sete mil amores Que eu guardei somente pra te dar Luiza