A vida é cheia de interferências. Precisamos estar sempre alertas. A Sinara que me disse isso. Foi muito importante pra mim. Eu estava sempre enforcando alguns compromissos (pessoais), por razões das mais bobas. Sempre arrumava desculpas. Essas são as tais interferências. Que nos impedem de atingir nossas metas...
A Sinara é minha conterrânea, colega de profissão, amiga e leitora assídua. Gosto muito dela. Muito mesmo! Nossos papos sempre são enriquecedores. Saio deles invariavelmente melhor do que entrei. Aprendo muito com ela. A Sinara é uma guria sensata, inteligente e criativa. Sabe tudo de música. E sempre tenta se melhorar como pessoa. Junta muitas qualidades. E é uma amiga querida. Outro dia ela pegou um livro aqui em casa e adorou. Então pedi a ela que escrevesse um post. Ela o fez, a despeito da correria. Eis aí a colaboração da Sinara feita especialmente para este blog:
Oi amiga,
Como diria o Prates, isso é conversa para demorados cafés, mas vai aí um breve comentário sobre o livro A Função Espiritual do Trabalho da autora Celina Fiovarante.
Como te disse, não somos nós que escolhemos um livro e sim ele que nos escolhe, aproveito e emendo com a seguinte frase “um livro não precisa ser volumoso, precisa ser luminoso”, posso te assegurar que este que despretensiosamente tirei da tua estante naquela segunda-feira, é luminoso e está me fazendo despertar. Estava tão chateada com algumas coisas que estavam acontecendo no meu ambiente de trabalho, me sentindo tão insegura e injustiçada que aquele livro foi um presente.
Segundo a autora: “Há no trabalho do homem um propósito muito maior que simplesmente o seu aspecto material. Para perceber isso, e deixar de ver o trabalho apenas como uma obrigação à qual estamos sujeitos por questões materiais, é preciso entender a relação existente entre a evolução do espírito e o trabalho.” No livro a gente encontra várias dicas dadas pela autora que garantem o sucesso do trabalhador, eu vou mais longe, não só do trabalhador em si, mas também do estudante, do acadêmico, ou seja, artifícios que fazem melhorar a qualidade de nossas atividades, aliado a isso, na obra também encontramos várias sugestões de como proceder para trabalhar livre dos obstáculos criados pela inveja, pelo medo, pela indecisão e pela insegurança.
Ah! Outro aspecto importante é de como o ambiente de trabalho influencia em nossas vidas, e a nossa produtividade, para combater negatividade, o “ar carregado” o livro traz para cada situação indicações de Florais de Bach que podem nos ajudar a limpar o corpo e o espírito.
Dentre as várias dicas preciosas que encontramos no livro, está a ingestão de água, sempre que possível tomar muita água que limpa e nos ajuda a ter mais serenidade nas situações, evita respostas rápidas e impulsivas, aliado a isso, usar sempre um copo com água sobre a mesa e no fim do expediente jogar a água na terra. Como eu não tenho como jogar na terra, eu jogo em água corrente, pois ajuda na limpeza do ambiente.
“Evitar fofoca, ou participar de grupos em que a conversa é pessimista, pois influenciam no padrão vibratório das pessoas que dela participam; as fofocas são vícios de comportamento que induzem o julgamento dos outros, o que é impossível aceitar. Como todos somos imperfeitos, não temos a capacidade de julgar com discernimento. Jamais maldizer as tarefas desempenhadas rotineiramente; menosprezar o trabalho alheio”.
Enfim, o livro nos faz sair de uma posição de vítimas para sermos mais atuantes, o que eu percebi é que em cada situação existe uma razão invisível, às vezes nos colocamos na posição de incompreendidos ou injustiçados por lideranças ou colegas, mas muito também contribuímos para que muitas vezes tenhamos uma ambiente de trabalho nocivo.
O livro nos chama para a ação é assim que estou me sentindo desde então, não adianta de nada reclamarmos de nosso trabalho, que ele está ruim ou estamos ganhando pouco, ou de que sempre fazemos a mesma coisa, temos que ser perseverantes, e agir, sair da preguiça, da acomodação que muitas vezes nos acomete e vencer o nosso principal inimigo: nós mesmos. Eu sei que parece até simples isso tudo, mas mudar a qualidade de nossos pensamentos e de nossas ações requer disciplina e vigilância e se a gente muda, tudo muda a nossa volta.
Eu gostei tanto do livro que o teu eu fiquei pra mim, porque está cheio de anotações e assim que chegar o teu exemplar que mandei buscar, nós tomaremos um café ou mais de um para conversarmos.
Hoje, há 37 anos, morria meu avô paterno, que eu não cheguei a conhecer. Há 37 anos minha avó está sozinha. Por opção. Embora tenha tido propostas de casamento, acho que optou por ficar só porque amava muito meu avô e não quis "substituí-lo". Acho que eu teria feito diferente... mas respeito a opção dela. Talvez seja um tipo de amor que eu nunca experimentei... ou numa dimensão que eu nunca experimente. Ela realmente é apaixonada pelo meu avô até hoje...
Minha vó me contou que uma semana antes da morte do meu avô, ele pediu a ela que buscasse remédio em Porto Alegre com o Frei Homero. Ela foi lá buscar e o Frei Homero disse:
- Italiana, cuida bem do teu marido porque ele tá indo embora em breve (acho que esse frei tinha poderes sobrenaturais). Mas não diz isso a ele. Fala pra ele que ele vai voltar aqui pra falar comigo. E vai voltar dirigindo o próprio carro...
Ou seja, o Frei Homero quis dar esperança a ele, mesmo sabendo que ele iria morrer. Minha avó voltou de Porto Alegre e disse ao meu avô exatamente o que Frei Homero havia falado... Em uma semana, meu avô faleceu.
Minha avó estava contando que tem umas insônias e daí reza. Eu pedi que rezasse bastante por mim. Ela perguntou:
- Queres que reze pra quê? Pra arrumar um marido novo?
Eu:
- Não, não...
Então pra quê?
- Ah, reza pra eu ser feliz! Porque marido não é garantia de felicidade... hehehe
Além de brasileira, me sinto sulamericana. E me sinto latina."
- Moça, ser brasileira é SER sulamericana e SER latina... não é "sentir"... é SER
Explico: isso é uma figura de estilo, um jeito de enfatizar uma ideia. Evidentemente que eu sei a localização geográfica do Brasil...hehehe Mas ser é diferente de sentir-se. Você pode ser e não se sentir. E pode sentir-se sem ser. Os brasileiros, via de regra, não se sentem muito sulamericanos... ou não se sentem tão sulamericanos quanto os hispânicos, pois estão separados do continente pelo idioma.
Minha mãe tem uns amigos militantes da causa indígena. Para eles, o conceito de própriedade é bem diferente (talvez por ter vivido em aldeias, aprendido com os índios). É uma visão menos apegada, menos individualista. Talvez mais socialista, no melhor sentido da palavra.
Com eles ela aprendeu uma coisa bem interessante (que me contou recentemente): - A casa tem de cumprir sua função social! Ou seja, você tem de aproveitar esse espaço para acolher mais gente, hospedar quem precisa, dividir.
Ouvi uma bem engraçada. O Dunga aderiu à campanha da RBS - Crack Nem Pensar! hehehehehe
Meu padrasto diz que o Dunga só levou gente séria pra Copa. Deixou os festeiros. É mesmo! Bem pensado. Como não vejo TV, não tinha me dado conta disso.
Achei engraçada a comparação que ele fez: - Giorgia, o Dunga é como tu. Gosta de trabalhar sério, mas não puxa o saco de ninguém! Fala o que tem de falar e pronto.
Heheheheh Socorro!
(pior é que é verdade... eu sou um tipo polêmico. Não tanto quanto o Dunga, que chegou a brigar com a Globo... mas, guardadas as devidas proporções...)
E eu me sinto enfeitiçada
Correndo perigo
Seu olhar
É simplesmente lindo
Mas também não diz mais nada, yeah
Menino bonito
E então quero olhar você
E depois ir embora
Sem dizer o porquê
Eu sou cigana
Basta olhar pra você
Estou bem feliz com o sucesso das seleções sulamericanas!!!! Parece mentira! Todo mundo na segunda fase! Além de brasileira, me sinto sulamericana. E me sinto latina. Por isso, fico torcendo pelos nossos países. Menos a Argentina, claro, nossa arquirrival! Mas me digam: - que graça teria o futebol se não fosse a Argentina? Precisamos ter medo de alguém! E a Argentina deixa todos nós com o coração na mão!
Não quero perder para o Chile, claro. Mas é um adversário querido, digamos assim. Não é uma potência europeia... É um vizinho, gente amiga, cuja casa a gente frequenta... É um país que se esforça pra falar português com os turistas brasileiros, que acolhe a gente tão bem... que admira o futebol brasileiro. Espero que a gente ganhe. Mas, se não ganharmos, nem vou ficar assim tão triste... porque o Chile é legal!
Achei engraçada a frase no msn do Spencer: "Agora sim! Dunga e 180 milhões de Zangados." Eu não estou zangada com o Dunga! Tá, eu concordo, ele é chato, grosso e muito mal educado. Mas a seleção está bem, passou pra segunda fase com 100% de aproveitamento. O que mais a gente quer? Mais que o primeiro lugar? Fica difícil, né? E a gente jogou sem Kaká e Robinho. Enfim, acho que deveríamos todos apoiar mais a seleção. Eles fazem o melhor que podem, o melhor que conseguem! Quem deles não gostaria de ter feito um gol??? Quem não gostaria de ter vencido Portugal de goleada? Cada jogador ali quer ser o herói nacional. Eles se esforçam. E, mesmo do ponto de vista egoísta, quem for bem ganhará contratos milionários de patrocínio. Então, se não fizeram melhor, não foi porque não quiseram ou não se empenharam. Foi simplesmente porque não deu! Bola pra frente!
Ontem fui com um amigo na Jivago Lounge. É uma balada gay-mauricinha. Nunca tinha ido antes a uma balada gay e aceitei de imediato o convite do meu amigo. Imaginei que fosse uma balada mais divertida que a balda hetero. Ao mesmo tempo, mais glamourosa, cheia de homens estilosos (gays, claro... mas eu não estava indo pra caçar, só pra olhar o cenário, a dinâmica, a movimentação, enfim...). Era uma festa junina, ontem. A gente tinha direito a um algodão doce ou a uma pipoca. Eu comi algodão doce. Adorei. Achei divertida a balada com algodão doce. Bebi vodka com citrus. Uma dose só. Depois saí com um outro amigo meu e logo fui para casa dormir, meio cedo.
Foi legal porque encontramos alguns amigos por lá. Tudo gente fina. Fui apresentada a alguns outros. Alguns gays têm uma coisa bacana de elogiar as mulheres... Um deles disse que eu era uma mulher de presença, coisa e tal. Adorei. Um outro veio me dizer que eu parecia a Dilma Roussef. Quase bati nele! heheheheh É a segunda vez que isso acontece. No São João de Campina Grande teve um carinha bem jovencito que se ajoelhou aos meus pés, disse que eu era linda, linda, linda... e que parecia a Dilma!!!! heheheeh Que mau gosto, meu santo!
Tinha um gurizão de vinte anos que não parecia nada gay. Provavelmente era o único na balada. Nem tinha aquele super estilão dos gays. Era um guri normaleco, mas bem bonitinho. Então meu amigo puxou papo com ele. E nós ficamos tirando onda. Ele contou que ia sempre lá com a irmã que é lésbica. Até nos apresentou a irmã. Tudo animado, descontraído.
Mas o mais maluco da noite foi que uma intuição minha se confirmou. Quando fui convidada para a tal balada gay-mauricinha me veio à mente uma pessoa. As palavras gay e mauricinho me remetiam a uma única pessoa. Esse cara, teoricamente, não é gay. Ou não é assumidamente gay. Só que eu não conseguiria imaginar ninguém que coubesse mais nessa imagem gay-maurícia que ele!!!! E não é que eu estava lá, perto da porta, quando o dito cujo entrou????????????? Foi um choque! Porque eu realmente tinha tido essa visão! Confirmadérrima! Ele ficou sem jeito, ficou me evitando. Não teria razão para isso, afinal eu também estava ali na balada gay! Afinal, se eu poderia pensar que ele era gay, ele poderia pensar o mesmo de mim!!!! Não haveria razão para constrangimentos! Eu até o cumprimentei. Mas sei que ele não ficou muito bem com a situação...É pena. As pessoas seriam mais felizes se se aceitassem.
Ponto facultativo, metade do Brasil adiantou o findi... e eu aqui trabalhando!!!! É assim a vida de procurador... (de advogado, de modo geral). A gente não tem um horário de expediente fixo, atendimento ao público, algo rigoroso... mas se tem um prazo a cumprir, precisa trabalhar, qualquer que seja a hora do dia ou da noite. Pra advogado, tem prazo. Não tem essa de horário. Se o prazo avançar no findi ou na madrugada, não importa... Tem de fazer!
Mas eu gosto disso. Gosto dessa liberdade. Gosto também da pressão dos prazos, do stress. É uma adrenalina interessante... que motiva e faz ter uma deadline. Importante, senão a gente ficaria indefinidamente melhorando as petições (eu, por lo menos!).
Não vi o jogo. A tevê estava ligada, mas era como se não estivesse. Ficamos ali conversando entre iphones, instalando apps... Depois fomos pegar a Maricota na escola, almoçamos com ela no shopping, fomos ao chopp da Brahma e, por fim, voltamos à casa da Rapha.
A única coisa que eu vi mesmo - e gostei mesmo - foi a mãe do Maicon falando com ele. Parecia a minha mãe falando...
Ultimamente tenho saído do trabalho meio tarde. Daí passo no Sushimasa, tomo um missoshiru, como um sunomono e um pouquinho de sushi ou sashimi... e venho pra casa! Tem sido a minha rotina. Às vezes acompanhada, às vezes sozinha.
"A vida não dá e nem empresta, não se comove e nem se apieda. Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos." Albert Einstein
Sempre adorei o atendimento da Claro. Mas ontem aconteceu uma coisa muito desagradável e tive de romper com eles o contrato de internet. O meu minimodem queimou. Então fui lá ver os planos. Eles me ofereceram a manutenção do meu plano de 5 gigas (de R$ 95 aproximadamente), renovação da carência por 12 meses e o modem ficava grátis. Com essa proposta, fui dar uma olhada nas outras operadoras no Shopping. Vi a TIM e a Vivo. Nenhuma das duas era melhor que a da Claro e eu resolvi, então, fazer com a Claro. Só que, chegando lá, a tal proposta não existia. Eram 119,00 (ou seja, sem o desconto que eu vinha tendo) com o modem ou então 95 reais sem o modem.
Fiquei muito chateada. Se eles tivessem me dado a proposta certa, eu teria parâmetro para comparar com as outras. Mas com o que eles me ofereceram, nada feito. A comparação era injusta e a concorrência desleal, pois eu estava comparando com uma proposta fictícia.
Reclamei com o chefe, ele defendeu o atendente. Eu mostrei a proposta escrita, onde havia tudo o que eu falei. Eu disse que não havia "ou" (ou modem, ou desconto), ele disse que não havia "eu prometo" (ficou me perguntnado se o vendedor disse que prometia aquilo...). Enfim, foi um papo ridículo. Eu lembro perfeitamente do vendededor falando a palavra "mantém": mantém o desconto e leva o modem. Enfim... Não sei se houve alguma má-fé. O que sei é que fui muito mal atendida pelo gerente, que defendeu o que não viu. E um terceiro vendedor até se meteu na história, muito mal-educadamente. Foi bem chato.
Por fim, cancelei meu plano de internet da Claro e comprei um novo na Vivo. Saiu exatamente pelo mesmo preço da Claro, mas a Vivo tem maior cobertura 3G (mais cidades, quase o dobro) e melhor sinal, segundo a ANATEL.
"Se há uma coisa que o movimento ambientalista nos ensinou, nas duas últimas gerações, é que a natureza é um todo complexo. As diferentes partes de um ecossistema são mutuamente interdependentes, de uma maneira que freqüentemente não conseguimos compreender, e os esforços humanos para manipular certas partes dele vão gerar uma multidão de conseqüências não pretendidas que vai retornar para nos assombrar."
Aceito dicas de apps pra iPhone!!!! Ontem mesmo um amigo me deu umas 150 dicas de programinhas grátis divertidíssimos! Tem até um do Louvre, acredita? Tem de estourar bolhinha, tem montes de agendinhas... e até a vuvuzela! Tem de tudo! Mas é preciso saber escolher, pra não encher o iPhone de tralhinhas inúteis!
Foi bom ter ido a Imbituba. Minha mãe cuidou tão bem de mim! Até me levou café na cama! Uma fofa! Até me fez umas terapias... Almoçamos na casa do meu tio, visitamos minha avó, com quem vimos o jogo do Brasil, comemoramos o jogo no centro da cidade, fomos ao salão de beleza, almoçamos em Garopaba, tomamos chocolate quente na Mormaii, compramos cositas... Enfim, foi uma delícia!
(ideia da minha mãe no salão de beleza: - pinta a unha de azul, pra torcer! Daí eu radicalizei. Que azul o quê? Se é pra torcer, é verde-amarelo-azul-e-branco mesmo!)
Eu já andava levando bronca. Bronca carinhosa. Cada vez que ligava pra minha avó.
- Sumida! Esqueceu que tem família, Daia?
Pois é... Eu sou mesmo uma ovelha desgarrada. Mas criei vergonha e fui para Imbituba no findi. Hoje é aniversário da minha avó. Aproveitei o ensejo (e o findi) e fui levar presente e flor pra ela. Aproveitei para ver o jogo na casa da minha vó.
Num dado momento, tive de protestar.
- Que bom ver o jogo com vocês, hein?
Estava o Brasil fazendo gols, a minha mãe num laptop, meu tio no outro, minha avó lendo revistas... e eu torcendo sozinha!
Cheguei na cidade às sete e dez da manhã. A via expressa (que dá acesso a Florianópolis) já estava parada. Engarrafada. Levei meia hora para atravessar a ponte.
Todo mundo já deve ter ouvido falar nisso: o Código Florestal de Santa Catarina é um retrocesso, um atentado à proteção ambiental. O Ministério Público Federal entrou com uma ação contra essa lei estadual (uma ADIN, Ação Direta de Inconstitucionalidade) há mais de um ano e ainda não houve julgamento, nem mesmo liminar.
Por conta disso, há um abaixo assinado com o divertido título "Adin Adiada não Leva a Nada". Quem quiser colaborar, é só clicar aqui e assinar.
Eu acabei de assinar a petição urgente da Avaaz.org pela proteção das baleias. Leia mais abaixo, ou clique nesse link para participar também.
Caros amigos,
Dentro de uma semana a Comissão Baleeira Internacional (IWC) fará a votação final para uma proposta de legalizar a caça comercial de baleias pela primeira vez em uma geração. O resultado depende de quais vozes serão ouvidas de forma mais clara nos momentos finais: o lobby pró-caça ou cidadãos do mundo?
Mais de 650.000 membros da Avaaz já assinaram a petição para proteger as baleias – é hora de conseguir 1 milhão! A equipe da Avaaz estará nas negociações da IWC no Marrocos semana que vem e conseguimos outdoors, anúncios de primeira página em jornais e um marcador gigante mostrando as assinaturas na petição. Tudo para garantir que os delegados, desde o momento em que descerem do avião até a hora da votação, vejam a nossa mensagem que o mundo não aceitará um massacre de baleias. Clique para assinar e depois encaminhe este email para todos:
Graças a um chamado global, muitos governos já se comprometeram a irem contra a proposta. Cada vez que a petição da Avaaz ganhou 100.000 nomes, ela foi enviada para a Comissão Baleeira Internacional e governos chave. Alguns, como a Nova Zelândia agradeceram todos nós que assinamos.
Mas a pressão do outro lado é incansável. Outros governos, especialmente na Europa e América Latina podem se abster... ou até mesmo apoiar a proposta. Portanto, o resultado da votação é ainda incerto.
Pressão popular é a nossa melhor chance. Afinal de contas, foi um movimento social global na década de 80 que conseguiu banir a pesca comercial de baleias que nós agora estamos tentando proteger. A Comissão Baleeira Internacional se reunirá no Marrocos a partir desta quinta-feira dia 17 e a votação será em menos de uma semana. Vamos garantir a presença das nossas vozes globais para recepcionar os delegados:
Depois que a proibição global foi imposta à caça comercial de baleias, o número de baleias mortas todo ano caiu de 38.000 para poucas centenas. Isto é apenas uma prova do poder da humanidade em seguir o caminho certo. Enquanto lidamos com outras crises atuais, vamos valorizar este legado de progresso – nos unindo agora para proteger nossos vizinhos majestosos e inteligentes neste frágil planeta.
Com esperança,
Ben, Ben M, Maria Paz, Ricken, Benjamin, David, Graziela, Luis e toda a equipe Avaaz
PS. Mesmo após a proibição, o Japão, Noruega e Islândia continuaram caçando baleias. Estes países estão pressionando o IWC para enfraquecer as restrições à caça. Aguardando a permissão para caçar ainda mais baleias, o Japão já está planejando comprar o maior navio baleeiro já visto. Clique aqui para assinar a petição:
Ela é linda, grande e tem olhos azuis. Eu a conheci com uma hora de vida! E logo fui pegando no colo, depois da avó paterna. Ainda estava com a roupinha do hospital e nem tinha tomado banho.
Quando soube que ela havia nascido, senti uma alegria indescritível. Saí correndo para a Clínica. Cheguei lá antes que a Grazzi chegasse no quarto. Elas chegaram juntas. A Grazzi está linda e feliz. A Luiza é uma gracinha. Mama com vontade. Chorou a plenos pulmões, mas é só chegar perto da mãe que fica bem quietinha.
Pra mim, esse é o lugar mais bonito do litoral nordestino. Chama-se Barra de Mamanguape, onde tem o Projeto Peixe-Boi. Segundo informaram os moradores locais, esse local só tá assim por causa do IBAMA (e agora, ICMBio). Preservadíssimo. Quando chegamos lá, ficamos sem fôlego... Não havia pralavras pra descrever (e a foto - definitivamente - não mostra!). Um colega nosso resumiu: - Perfeito! E nós concordamos: - Perfeito!
Não posso mesmo pegar sol. Mal cheguei na Paraíba (cheguei no sábado, antes do congresso e aproveitei o findi para conhecer o litoral), minhas manchinhas voltaram a aparecer. Eu estava há meses tratando, fazendo peeling, etc e tal... E mesmo com protetor solar, as manchas reapareceram! É a vilania do sol... inimigo número um dos dermatologistas!
Ganhei um iPhone novo da Claro, pra renovar a minha carência. Fui informada na loja de que a Claro havia feito uma listinha de trinta pessoas, em Floripa, que receberiam o celular. Como bem disse a minha irmã Grazzi: - Nada bom estar nessa lista, hein? De fato! Não ganhei o celular pelas minhas boas qualidades... pelo contrário, o "prêmio" é um puxão de orelha! Significa que sou uma tremenda gastadora de dinheiro com telefone...
Ontem depois do Jazz, nós fomos pro Reggae. Era Dazaranha no John Bull. Mas não estava nada bom. As músicas deles parecem todas iguais. Até irmos embora, eles não tinham tocado a única música que gosto:
Sou vagabundo eu confesso, Da turma de 71 Já rodei o mundo E nunca pude encontrar Lugar melhor para um vagabundo, Que um rio à beira mar Odoiá odofiaba salve minha mãe Iemanjá Que foi que me deram pra levar Pra dona Janaína que é sereia do mar Pente de osso, laços e fitas Pra dona Janaína que é moça bonita Que é moça bonita
Programinha ótimo para as quartas-feiras em Floripa: Jazz no Empório Mineiro, com vista para a Lagoa da Conceição, com o Trio CaJazza. A partir das nove da noite. Às quintas, tem Chorinho. Esse eu ainda não vi (ouvi).
Divertidíssimo assistir ao jogo com a mãe da Rê, dona Krisha. Ela é uma torcedora e tanto! Vibra intensamente com o Brasil! Apoia a seleção incondicionalmente (coisa que falta a muitos). E detesta comentaristas que fiquem depreciando a seleção. Até muda de canal! Um exemplo!
Detalhe: Dona Krisha nasceu na Polônia. Mas é brasileiríssima. Mais brasileira que a grande maioria dos que nasceram por aqui...
Fiquei feliz quando a Coreia fez um gol. Imagina a felicidade do povo coreano! Acho que eles vão lembrar pra sempre que fizeram um gol na estreia da Copa de 2010, contra o Brasil!
Acho que eles lutaram muito e não jogaram mal. Foram bem defensivos. E o que era a garra daquele japonês numero 9, hein? E a emoção dele no início do jogo? Fiquei tocada...
A Luiza está prestes a nascer. A gente só espera que não nasça na hora do jogo, pois vai faltar médico... ou, numa hipótese otimista, o médico vai estar com um olho na televisão e outro na barriga da Gra!
Em vez de gastar tempo e energia com essa besteira de "Salvar os Galvãos", esses brasileiros criativos poderiam usar essa força para salvar o código florestal, que está prestes a ser destruído... Poderiam aproveitar a copa do mundo para fazer uma bela campanha cívica! Isso sim!
O assunto é seríssimo, de extrema gravidade. A sociedade brasileira precisa saber do que está acontecendo. É preciso mobilização. Todos têm o dever não só de agir, mas de passar adiante a mensagem. O Congresso está prestes a acabar com o Código Florestal. Se nós não agirmos, isso será uma realidade em breve. Não podemos deixar passar em brancas uvens! Transcrevo abaixo o texto de uma campanha com o link para mandar uma mensagem (que já está pronta, é tudo rápido) pros líderes dos partidos no congresso. É preciso fazer pressão. Eles precisam saber que estamos atentos - e que não queremos legalizar a destruição do planeta!
"Os nossos deputados estão decidindo agora mesmo se irão apoiar a proposta da bancada ruralista que irá destruir nossas florestas -- reduzindo dramaticamente as áreas de proteção ambiental e legalizando áreas desmatadas. Caso aprovadas, estas emendas terão um impacto devastador no Brasil, tirando a proteção de milhões de hectares de mata nativa. Nós não podemos deixar isto acontecer! Vamos enviar uma enxurrada de emails para os líderes dos partidos demandando que eles protejam as nossas florestas e votem contra qualquer tentativa de enfraquecer o Código Florestal - envie uma mensagem usando o formulário abaixo: http://www.avaaz.org/po/mensagem_codigo_florestal/?vl Basta clicar nesse link e enviar os seus dados.
Estava conversando com Sérgio Murilo e ele me disse que o sentido da vida, segundo Freud, é amar e ser produtivo. Eu conhecia de outra forma, muito menos poética: libido e desejo de se sentir importante. Prefiro a versão do Sérgio.
E não é que eu tinha uma leitora em João Pessoa?! A Surya Pombo, professora da UFPB. Ela mandou um email pro hotmail... e eu não abro lá. Quando reenviou, eu já estava indo embora e não deu tempo... Peninha.
Primeiro eu vi no site da Ila. Depois, o Tony Coelho me mandou o link da notícia no El País. Com essa, o Galvão vai ficar ainda mais famoso! Mundialmente famoso!
Quando o avião fez escala no Rio, eu lembrei: "ponte aérea = gente famosa". Fiquei atenta aos que entravam. Marcelo Novaes e Ingrid Guimarães foram os que eu consegui identificar. Não sou muito boa pra reconhecer artista. Alguns, nem sei o nome!
Achei o Marcelo Novaes velhinho. Mas eu estava errada. O cara tá com 47 anos! Pra 47 anos, ele tá é muito gato, isso sim! E ele é educadíssimo, gente fina.
"O modo de viver correto vai além da escolha do trabalho, envolvendo também a forma como nos dedicamos a ele. Muitas vezes as pessoas agem como se o trabalho fosse apenas uma tortuosa estrada a ser atravessada até o fim da semana, quando elas, finalmente, podem se divertir. Mas a vida acontece o tempo inteiro, e a felicidade pode e deve ser encontrada a qualquer momento. Algumas pessoas acreditam que o caminho para ser realmente feliz é o ócio, o não fazer nada. Mas até o maior preguiçoso do mundo fica cansado após certo período."
(Extraído do livro Budismo dia-a-dia Alexander e Annelen Simpikins)
Comentei aqui no blog que amei a música de Diogo Poças (ouvi na Itapema FM). Ele deixou um comentário, mandou um beijo e disse "feliz por você gostar da música". Que querido.
Vez ou outra eu falo de alguém aqui no blog e a pessoa aparece! Acho isso incrível!
Ontem pela manhã, caminhando pelas praias de Tambaú e Cabo Branco eu pensava que poderia perfeitamente viver em João Pessoa... Hoje, conversando com um colega, ouço dele exatamente a mesma coisa. Contou que, quando esteve em João Pessoa, pensou que poderia morar por lá.. A cidade é uma gracinha, calma, sossegada... tem uma grande obra do Niemeyer, tem artistas, intelectuais, cultura popular, praias limpas, boa comida, custo de vida bacana...
Aposto em 2 a 0 pro Brasil no jogo de amanhã. Foi meu palpite no bolão! O César apostou em 6 a 1. O Josmar, 5 a 1. Esse povo da Procuradoria é otimista!
Zé Ramalho, Elba Ramalho, Sivuca, Chico César, Geraldo Vandré, Herbert Vianna, Jackson do Pandeiro,Ariano Suassuna, Augusto dos Anjos, José Américo de Almeida, José Lins do Rego: todos PARAIBANOS!
(Fiquei aqui matutando que eu teria dificuldades em fazer uma lista de catarinenses assim ilustres...)
Fui hoje pela segunda vez à Praia de Coqueirinho. É uma praia de capa de revista de turismo... de cartão postal... de folder da CVC. Realmente esplendorosa. Linda de morrer. Selvagem. Com uma falésia multicolorida e tremendamente impactante. Dividindo com Tambaba a classificação de quatro estrelas no Guia 4Rodas (não que eu respeite muito o guia... mas vale a referência: é considerada uma das duas praias mais bonitas da Paraíba). Sem cadeiras de plástico na praia (como diria o Ricardo Freire). Com um único restaurante pequeno e chique, espreguiçadeiras elegantes, móveis de rattan. Tudo muito exclusivo.
Mas com um pequeno e grave porém: não dá pra entrar na água! Tentei da primeira vez. E tentei hoje de novo. As ondas são fortíssimas, tão fortes que derrubam! Eu, que nasci no litoral, numa cidade famosa mundialmente pelas ondas grandes e boas pro surf, tentei enfrentar. Sem sucesso algum! Rolei até a beira da praia e por pouco não me machuquei! Nunca vi tanta força da água!
Ontem fui ao "Maior São João do Mundo", que é o de Campina Grande, no Parque do Povo. Achei bem interessante. É uma enorme festa popular, com muitos pavilhões. Super bem organizado, com restaurantes, lojinhas, ilhas de forró (lugares onde as pessoas podem dançar), um enorme palco, cidade cenográfica e até mesmo um balão (que dá pra andar, por sorteio ou coisa assim). Milho verde, quitutes, uma fogueira gigantesca (de mentirinha, mas bem bonita) e gente, muita gente! Ontem o show era de Flávio José, que foi considerado o melhor sanfoneiro de forró tradicional do nordeste. Eu não gosto nada de forró, mas gostei da música dele. Achei melódica e boa de dançar. O cara tá confirmado no Festival de Montreux!
Tivemos acesso ao camarote da prefeitura, mas era bem mais legal lá embaixo.
Na abertura do msn tem um link pra fotos da Luiza Brunet. Nossa Senhora! Ela está um monstro! A boca está completamente deformada! Isso me assusta à beça... como uma mulher daquelas pode ficar assim? Será que não é possível envelhecer com dignidade? Vou fazer uma campanha anti-botox, eu acho...
João Pessoa tem a temperatura agradabilíssima. Super amena. Nem parece nordeste. Saí do avião e senti aquele friozinho... 24 graus. Delícia!
Durante o dia é uma brisa suave... o sol não é escaldante. A água também tem uma temperatura deliciosa. Nem dá vontade de sair!
O congresso ainda não começou, então deu pra aproveitar. Ontem fomos à Praia do Bessa, conhecemos umas outras tantas e vimos o por do sol na Praia do Jacaré, onde um sujeito, num barquinho, toca o Bolero de Ravel quando o sol se põe. E às seis da tarde, toca a Ave-Maria. Se não fosse o forró antes e depois, seria PERFEITO!
Uma paraibana me contou que quando comandou o turismo de João Pessoa contratou um marqueteiro famoso e ele chegou à seguinte frase: Tranquilidade existe! Acho que nada definiria melhor João Pessoa! Isso aqui é um sossego!
Eu não via muito sentido nessa coisa do naturismo. Pra mim, o natural é estar de roupa. Mas a experiência de enfrentar-se e ir a um lugar desses é única! Lá havia um cartaz que dizia que a associação incentivava a nudez social como forma de auto-aceitação. Interessante...
Nunca na minha vida pensei que fosse ter coragem! Mas tive! Entrei na Praia de Tambaba. Minha curiosidade em conhecer a praia foi maior que a vergonha! E eu estava em Tambaba, a meca do naturismo no Brasil! Era uma experiência imperdível. E a procuradora que está organizando o congresso me incentivou: - Vá, não perca a oportunidade! É muito legal! Um outro procurador do Rio também botou pilha: - Vai, vai que é muito legal! Eu fui com a minha mulher e adorei!
Encontrei sem querer uma foto do meu pai na internet. Ele é o cara da direita, de óculos. Muita gente diz que eu sou parecida com ele. Eu nunca achei. Mas dizem bastante. O primeiro da esquerda é o meu tio Maneca. E o mais alto, do meio, é o meu tio João.
É um congresso. Eu tinha tirado cinco dias de férias para ir, mas fui sorteada pela Escola da AGU. Daí posso ir ao congresso sem tirar férias, tenho abono de ponto. Mas o custeio é por minha conta. Houve sorteio de algumas vagas com custeio integral, mas eu não fui contemplada... Aliás, nunca fui!
Sempre vou sozinha pro aeroporto. Se a viagem é curta, vou de carro e deixo meu carro no aerporto pra facilitar a volta. Se a viagem é longa, vou e volto do aerporto de taxi. Nunca digo pra ninguém que vou, pra não incomodar, pra que ninguém se sinta obrigado a oferecer carona.
Quando acontece, eu me espanto. Hoje o Luís se ofereceu pra me trazer. Sexta-feira, fim do dia... Aceitei pra colocar a conversa em dia. E foi ótimo!
Hoje fiz uma coisa legal: ajuizei uma ação civil pública no processo eletrônico, referente a araucárias. Araucárias são espécies ameaçadas de extinção.
O ajuizamento eletrônico é rápido e fácil. Poupa papel e tempo. Realmente muito ecológico! Não vejo a hora em que tudo, tudo, tudo seja eletrônico... e que possamos peticionar de qualquer lugar do planeta!
Hoje liguei o msn às seis e meia da manhã... e, pra minha surpresa, encontrei online o meu correspondente de Noronha, o Maurício. Pra mim, parece sempre muito exótico falar com alguém em Noronha. Pra mim, aquilo lá parece o paraíso perdido... onde não existe internet!
Hoje eu caminhava apressadamente pelo calçadão da Felipe Schmidt, lembrando das milhões de coisas que tinha por fazer, quando avistei minha velha amiga Karen! A pressa foi embora. Esqueci - deliberadamente - tudo o que tinha pra fazer e, debaixo de uma chuva torrencial, desfrutei por uns trinta minutos da companhia da minha amiga querida da adolescência!
No Central do Centro (ali da Osmar Cunha, perto da Vidal Ramos) tá tendo uma exposição linda. São cachorros em crise existencial. Pelo menos foi assim que o Sérgio e eu intepretamos. hehehehe As obras são divertidas e têm personalidade. Deu até vontade de comprar. Muito boas mesmo Eu fotografei vários pra colocar no blog.
Estou fazendo a trezena de Santo Antônio. Tem missa da trezena todo santo dia, até o dia 13, dia do Santo. Ontem foi uma missa muito legal. Frei Laerte, um cara bem animado, entusiasmado, cheio de Deus. Adorei. Foi a terceira missa da série. Só vou ver quatro missas, porque viajo... Queria ir a outras, a todas.
Santo Antônio é um santo muito legal. Aliás, Santo Antônio é o cara!
Não vou estar em Floripa no dia dos namorados. Se estivesse, já teria programa. Minhas amigas sem-namorado combinaram uma baladinha. Não que a falta de namorado seja motivo para celebrar! Mas é que a gente tem de fazer o que pode com o que tem, não é mesmo? Na falta de namorado, celebra-se a solteirice.
Perguntaram-me à queima-roupa no msn:
- Qual o sentido da vida?
Eu, claro, não sei a resposta. Mas respondi:
- Acho que é fluir naturalmente com os ritmos do universo. É conseguir essa sintonia.
Ontem fui apresentada a uma novidade deliciosa: sequência de ostras. Acho que é uma invenção florianopolitana, que vem na esteira da sequência de camarões.