Um seminário de uma disciplina concluído. Ainda faltam dois seminários e três artigos. Fora um artigo do trimestre passado (de ambiental! Ufa!), um artigo dos EUA e um artigo do Simpósio. Preciso me transformar numa máquina de fazer artigo!!!
Tava me queixando pra minha mãe... Disse pra ela: - Sabe, o problema é que pra sair um artigo, a gente tem de ler muito.
Resposta da minha mãe (repetida, depois, pela Mariana, quando contei a história):
- É, Giorgia... realmente ler é um problema pra ti!
Por que a gente sempre tenta classificar, colocar as coisas nas caixinhas que a gente já conhece? Não seria bem melhor esvaziar e aceitar tudo como se fosse a primeira vez? Sem ideias preconcebidas... Tudo com a mente de uma criança...
Eu não sou uma boa leitora. Definivamente não. Não consigo fazer leitura diagonal, pescar só o que interessa. Nada disso! Eu gosto de ler devagar, saboreando o livro. Cada linha. Gosto de refletir, analisar, criticar, introjetar... Tudo no meu ritmo, meu ritmo bovino ruminante... a coisa vai, vem, volta, eu penso, rumino, penso de novo, rumino, escrevo, sublinho, penso mais um pouco...
O povo acha mesmo que eu sou maluca! Cada convite que recebo!
- Gi, você curte Rita Lee?
- Muitooooo - respondi - pensando que ia receber um link ou vídeo no youtube. Para minha surpresa, vem o convite:
- Vamos dia 4 para Campo Grande. Show no Parque das Nações. Capital pra Capital. Vôo direto.
hehehehehhehe
Fala sério!
Confesso: eu curto essa imagem pé-na-estrada que o povo faz de mim. A Denise Veiga Alves, por exemplo, é outra que não se cansa de me fazer convites tresloucados...
Pra quem quiser, no dia 2, na próxima sexta, a primeira sexta-feira do mês, é dia de começar a Grande Promessa do Sagrado Coração de Jesus. É muito legal. Quem já fez (ou tá fazendo) sabe disso. Muito, muito importante. Pra saber mais, basta colocar no google "Grande promessa do Sagrado Coração de Jesus". Tenho uma grande fé nessa promessa. Por mim, colocava todo mundo nessa devoção.
Em síntese: Jesus apareceu para Santa Margarida Maria e deu a ela a seguinte devoção: você deve ir à missa e comungar na primeira sexta-feira do mês durante nove meses seguidos. A partir daí, ele fez a grande promessa... (leia no google). Não pode faltar nenhuma sexta-feira. Se faltar, recomeça do zero.
Leia aqui a minha história com essa devoção no Panamá... Foi muito legal. O post conta a historinha com fotos e tudo. Bem bonitinho. Vale a pena ler. E explica a devoção também!
Gato é bicho engraçado pra caramba! Tem personalidade. Domingo cheguei de viagem e não dei muita bola pra Mia. Ela emburrou! Eu chegava perto e ela saía! Pode isso? Fez um tremendo charme... tive de ir com jeitinho, conversar com ela. Parecia gente! Até que ela "desemburrou".
Foi o Reginaldo Sá quem deu a dica. E eu adorei! Me diverti pra caramba me vendo em outros ângulos.
A conclusão das conclusões foi que - realmente - eu e a Mirela, minha irmã, somos muuuuuuito parecidas mesmo - ainda que compartilhemos apenas 50% dos genes! Coisa incrível! Ela brincou no meu facebook que eu é que sou a irmã gêmea dela - e não a Milena.
Outra conclusão que tirei foi que gosto de mim de quase todos os jeitos. Quase todos. A versão masculina não me agrada muito. Nem alguns penteados ou biotipos... hehehe
No mais, foi um dos brinquedinhos mais legais dos últimos tempos!
Hoje acordei com essa música na cabeça. Música da Madre Kelly Patrícia chamada "Quem nos separará". Coloquei no youtube do Iphone e tomei café ouvindo...
"Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre". (Albert Einsten)
"A maioria das pessoas gosta de ter coisas. Terras, bagagens, outras pessoas. Assim sentem-se seguras. Mas tudo isso pode ser tomado. No fim, a única coisa que você possui é a sua história. Só estou tentando viver uma boa história." (do filme Austrália)
Ontem dei uma batida terrível na cabeça, logo acima da sobrancelha direita... Está doendo até hoje. E tem uma marca. Espero que não fique pra sempre...
Dos egípcios, sobre a morte. Quando você chegar do outro lado, duas perguntas lhe serão feitas para saber pra onde vc vai:
1) Em sua vida, você conseguiu encontrar alegria?
2) A sua vida trouxe alegria aos outros?
É dificil determinar o que resume a vida de uma pessoa. Uns dizem que são as amizades que deixou. Outros dizem que foi a fé que teve. Outros o quanto amou. Outros dizem que a vida não tem sentido algum. Quanto a mim, acho que é a quantidade pessoas que seguem o nosso exemplo. (do filme Antes de Partir)
Um dos dias mais engraçados da minha vida aconteceu este ano, em San Francisco. Acho que nunca ri tanto. Estava com o Patrick, a Cris e a Flávia num ônibus de turismo. E eu e o Patrick começamos a falar umas besteiras. Acho que começou assim (não consigo lembrar, mas eram variações sobre esse tema):
- Patrick, "Vá tomar no cu!" aqui em San Francisco não é xingamento!É cumprimento!
E ele: - Em vez de dizer bom dia, você diz "vá tomar no cu".
- Ou são felicitações. Votos de sucesso!
E a partir daí a gente começou a inventar.Foi a coisa mais maluca. A gente ria, ria, ria de doer a barriga. Acho que chegamos a atrapalhar os outros, porque a gente não conseguia parar de rir. Foi um tempão nessas besteiras. Quando nós saímos do ônibus, fomos correndo pro banheiro. Sabe aquela expressão "se mijar de rir"? Isso existe!
Hoje eu e o César quase matamos uma velhinha de rir na padaria. O César sempre compra umas comidinhas pro nosso coffee break do trabalho. E ele é natureba. Então hoje comprou um esquisitíssimo pão de bromélia com recheio de mamão. Eu comecei a tirar sarro:
- Nossa, César! Hoje vc se superou! Que delícia, hein? Recheio de mamão!!!!!
E a velhinha foi na onda. Riu um monte. Saiu rindo da padaria.
É daquelas bobagens que pegam, sabe? Não era pra ter graça. Mas teve!
Outro dia eu chorei tanto de rir, tanto a ponto de borrar toda a maquiagem. Cheguei pro César, meu colega, e falei:
- César! Fiquei sabendo que você andou falando bem de mim!
E o César:
- EU???? Eu tava bêbado!
Eu ia acabar com o blog... Na verdade, estava acabado mesmo. Desde dezembro do ano passado, eu não escrevia mais quase nada, não escrevia direito... Mas vou mantê-lo por causa da minha mãe. Ela gosta de ler o blog. Fala que encontra coisas boas aqui. Enfim, mãe é mãe, né gente? Então vou me esforçar pra sempre colocar algo legal aqui.
"Dirijo minha luta não contra as crenças religiosas dos homens, mas contra os que exploram a crença. Detestemos essas criaturas que devoram o coração de sua mãe e honremos aqueles que lutam contra elas. Acredito na existência de Deus. Em verdade, se Deus não existisse, fora preciso inventá-lo. Meu Deus não é um Rei exclusivo de uma simples ordem eclesiástica. É a suprema inteligência do mundo, obreiro infinitamente capaz e infinitamente imparcial. Não tem povo predileto, nem país predileto, nem igreja predileta. Pois para o verdadeiro crente há, apenas, uma única fé, justiça igual e igual tolerância para toda a humanidade.”(Voltaire)
Vi ontem um filme maravilhoso, que acontece na Nova Zelândia (2003), chamado "A Encantadora de Baleias" (Whale Rider). Lindo, muito sensível... excelente interpretação da protagonista, uma garotinha. Recomendo.
Adoro essa historinha. Não sei quem foi a primeira pessoa que me mandou. Sei que a última foi a Nanci. Agradeço e compartilho. Conheço várias pessoas que seriam salvas...
Salvo pela gentileza
Conta-se uma história de um empregado em um frigorifico da Noruega.
Certo dia ao término do trabalho foi inspecionar a câmara frigorifica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da camara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo.
Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável.
De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara e o resgatou com vida.
Depois de salvar a vida do homem, perguntaram ao vigia:
Porque foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho?
Ele explicou: Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem aqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair.
Hoje pela manhã disse “Bom dia” quando chegou.
Entretanto não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter-lhe acontecido algo. Por isto o procurei e o encontrei...
Os americanos têm, de fato, uma preocupação imensa com a numeração das roupas... Não sei se seria certo dizer preocupação. Talvez o correto seja falar em cuidado. As roupas têm um monte de números que nós não temos... tem calça pra bunda chata, calça pra bunda redondinha, calça pra bunda média, calça pra perna comprida, calça pra perna média, calça pra perna curta... daí tem também o tamanho da cintura... e os tipos de calça, que vestem de um jeito ou de outro... blá blá blá... Isso só pra falar nas calças! heeheheh
Também tem umas roupas que vêm com W. Eu não sabia o que era W, mas não servia... Eu pegava o meu número (que sempre serve), mas o W ficava largo... Não é que eu tenha emagrecido, mas aquele número era esquisito... Então descobri: o w é aquele número, mas mais largo... acho que pra quem tem a chamada obesidade maçã. Ai, ai! Como são específicos esses americanos...
Pois bem... mesmo sabendo disso, a gente acaba esquecendo, funcionando no automático... Como aqui no Brasil a numeração é mais simples, a gente não tem tanta opção, acaba se acostumando... Vi uma calça levis linda a 16 dólares e fui correndo comprar. Serviu bonitinha. Linda! Só quando cheguei em casa e me dei conta... era pra perna curta! E a minha, de curta não tem nada!
Fica a dica: ao comprar roupas nos EUA, não faça como eu, fique esperto! hehehehe
Ingredientes: 4 batatas, 1 cebola, 4 colheres (sopa) de azeite, 2 tablete de caldo de legumes 5 ovos
2 colheres (sopa) de salsa picada, se gostar, 1 colher sopa rasa de farinha trigo, fondor e pimenta
(eu acrescentei queijo)
Descasque as batatas e rale em ralo grosso. Enxágüe-as bem e deixe escorrer. Corte a cebola em tirinhas. Em uma frigideira grande, aqueça o azeite, junte as batatas e a cebola. Adicione o Caldo esfarelado e 3 colheres (sopa) de água. Abaixe o fogo e misture delicadamente até as batatas ficarem macias e a cebola, dourada. Bata bem os ovos, misture a salsa, farinha e despeje na frigideira. Quando as bordas estiverem douradas, levante-as e vire a fritada cuidadosamente. Assim que o outro lado estiver dourado, retire do fogo e sirva a seguir. Rende de 2 a 3 porções.
Tive um sonho muito doido, muito colorido, muito real esta noite. Eu estava no Hawaii com o Patrick Lupinacci e a gente tava procurando hotel. Era no Hawaii mas não parecia muito Hawaii... tava mais com cara de California misturada com Sul da Bahia... Daí a gente foi passando nuns hoteis. Vimos o mapa dos hoteis... Havia um bem perto do mar, mas eu pensei "não, isso não é muito legal, é área de preservação permanente" (mas não falei nada pro Patrick, só pensei...). Sugeri que olhássemos outros hotéis...
A gente seguiu andando... entramos num lugar muito chique... Eu bati foto de uns bangalôs maravilhosos, umas camas com dosseis (tipo assim...). Era tudo muito chique no sonho. Daí nos fomos até um deck e o Patrick perguntou sobre as marés... perguntou se a maré estava alta. A mulher respondeu que sim, claro que sim, olha lá! E então nós olhamos e vinham umas ondas gigantes (lembrei muito de umas ondas gigantes que vi com a Renata em Ocean Beach).
Fiquei ali no deck observando as ondas. Estava eu sozinha. O Patrick desapareceu por encanto... Então vi um cara de windsurf nas ondas. O cara era muito bom... Ele vinha pelo canto, conseguia velejar naquelas ondas sem que elas o engolissem. Fiquei admirando a habilidade do sujeito em velejar naquele marzão.. Era um wind com uma linda vela vermelha! Depois apareceu um sujeito e jet-ski também nas ondas...
Eu ali olhando, olhando e veio uma onda e quase me levou.... Mas eu consegui fugir da onda e subir correndo o deck em que eu estava (que agora não era mais um deck, era uma rampa!!!). Então subi e me salvei... correndo. Quando cheguei lá em cima, acho que estavam a mulher e o Patrick... Eu sorri aliviada e tirei alguma conclusão profunda sobre as marés, as ondas e o mar... Mas não lembro nada do que foi... Quando acordei, eu sabia. Mas agora esqueci. O sonho foi muito interessante... Eu consegui superar o mar gigante.
Ontem vi a entrevista do Paulão do Velhas Virgens ao Jô e achei ruim. Acho que o Jô não soube entrevistá-lo. Acho que as fotos que ele mostrou também não tinham muito a ver... Enfim, a entrevista ficou pobre. O entrevistado era melhor que o entrevistador. Não sei o que rolou... Fiquei decepcionada.
Essa coisa das diferenças culturais é mesmo algo muito louco. Em San Diego, nós ficamos hospedados no Marriott... Mais ou menos 50 procuradores brasileiros. Houve sérias reclamações das camareiras a respeito dos brasileiros. Sabe por que? Porque nós colocamos o papel higiênico no cesto! Nos EUA, tem de colocar no vaso sanitário. Nunca, jamais no cesto. Porque eles consideram super nojento ter o papel sujo de cocô e xixi num cesto ao lado da gente! Já aqui no Brasil a gente cansa de ver placas "Não jogue o papel no vaso sanitário". E eu também aprendi, nas minhas experiências ecológicas, que o papel (e qualquer coisa que vc jogue no vaso) vai pros rios... que não é ecológico jogar papel no vaso...
Este blog está tão abandonado... o que dá uma tristeza. Não tenho sentido vontade de escrever. Não tenho tido inspiração alguma. Este ano, em que o blog tá completando dez anos, parece que está morrendo... Alguma culpa é do facebook. Tenho atualizado as coisas por lá. São mais interativas. Aqui, muitas vezes, eu me sinto falando sozinha (ainda que eu saiba que tenho muitas visitas).
Tenho feito muitas coisas, a vida tá animada. Só não tenho vontade de falar a respeito. Ando muito mais reservada e introspectiva que sempre. Acho que uma década escancarando a vida já foi mais que suficiente.
Momento cosmético (literalmente falando): Moroccanoil - você conhece? Super bom! É uma linha de cosméticos de Israel. Comprei lá nos EUA uma mousse para cabelo ondulado absolutamente sensacional. Comprei o óleo, mas errei: comprei para cabelos loiros e finos (o meu é fino e tingido, ligeiramente aloirado...mas eu deveria ter comprado para cabelos enrolados).
Deixo a dica do moroccanoil. Devo ter trazido uns vinte cremes pra cabelo, principalmente TIGI... mas o moroccanoil foi o melhor.
Eu concordo quinhentos por cento com o Bruno: a gente tem de escolher as melhores fotos pra fazer um álbum - e não publicar 728 como eu fiz. Tá certo ele. Só que se eu for fazer isso, não publico nada... como eu fiz com as fotos da Índia (que nunca publiquei... nem olhei, pra falar a verdade), da América Central, dos EUA em janeiro (outras cidades e estados, além da Califa), do Peru, da África, da Bolívia, da Patagônia (faltam tantas fotos por publicar), enfim... montes, montes, montes de destinos por publicar.
Então tou fazendo redução de danos... publico como posso, ou seja, sem edição. Quem curtir, beleza. Quem não curtir, beleza. Enfim...
(Uma ressalvinha específica para o caso concreto: como morei um tempo da minha vida em San Diego, optei por ser prolixa... fotograficamente falando)
Quase comprei uma passagem pro outro lado do mundo pela Emirates... Fiquei pensando que seria bom passar em Dubai, que seria bom voar com muito luxo (que eu suponho haver)na Emirates. Mas daí sopesei o jet lag e lembrei que o certo é voar pra oeste, burlando o fuso. Daí desisti de Dubai uma vez mais. Vou esperar pela Gra pra fazer uma dessas...
O atendimento do AAdvantage (programa de milhagem da American Airlines) é realmente um espetáculo! O extremo oposto é o Smiles, que deixa você esperando no mínimo meia hora... e nunca tem passagem.
Demorei muito tempo para editar (quer dizer, apagar algumas) fotos de San Diego que fiz entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011. Aqui estão elas, pra minha mãe, pra minhas irmãs, pra quem esteve em San Diego comigo, pros amigos que tiverem paciência, interesse ou curiosidade em conhecer San Diego... Depois dessas fotos, você realmente pode dizer que conhece San Diego - ainda que nunca tenha estado por lá!!!!
Minha experiência com os Estados Unidos da América recomenda: não peça para NINGUÉM tirar fotos... porque o sujeito vai fotografar APENAS as pessoas, abstraindo COMPLETAMENTE a paisagem!!!!!! hehehhehe
Sempre assim. Parece que eles não entendem que você quer uma foto "na paisagem" e não da sua única-exclusiva pessoa...
Ouvi ontem pela primeira vez e amei. Letra e música do Paulinho Moska que, segundo alguém próximo, é muito bem casado e igualmente bem resolvido nos assuntos do amor...
Admiração
Meus olhos, famintos, não se cansam
de te acariciar
Procuram sempre um novo ângulo
pra te admirar
E sonham mergulhar na sua boca de vulcão
Provar todo o calor que há na sua erupção
Escorregar nos rios claros
das margens dos teus pêlos
E encontrar o ouro escondido
que brilha em seus cabelos
Devorar a fruta que te emprestou o cheiro
E talvez desfrutar de um amor puro e verdadeiro
Esquecer o espaço, o tempo e o viver
Perder a noção do que é ter a noção do perder
Se um dia eu fui alegria ao te conhecer
Agora canto porque sinto a dor de não te ter
Estou fazendo uma coisa que é difícil pra mim: romper. Eu costumo esticar as coisas até o limite do limite, até não poder mais... Não jogo coisas fora, vou guardando. Quando me desfaço de algo (pode ser papel, roupa, eletrônico velho), é para dar pra alguém. Sempre tem de ter uma finalidade. Nada "acaba", tudo se transforma.
E esse negócio também se aplica às pessoas. Tenho dificuldade em colocar um ponto final nas relações, mesmo aquelas desgastadas. No meu facebook havia pessoas de quem eu não gostava nada e que, definitivamente, não gostavam de mim. E ficavam ali, no meu rol de amigos... Fazendo o quê, me digam? Ocupando espaço, energia... emperrando a vida, impedindo o fluxo.
Sabe o que fiz? Apaguei... Apaguei umas cinco pessoas de lá. Pelo menos! Apaguei também pessoas que não tinham muito a ver, que eu havia adicionado em outros momentos, por conveniência... e que não havia razão alguma para continuarem lá.
No mesmo dia em que apaguei, surgiram novas pessoas, muito, muito bacanas no meu face, confirmando a lei natural... os espaços vazios são, de fato, preenchidos (como ocorre com átomos, coisa e tal).
Fui na onda e fiz a mesma coisa no meu msn. Deletei muita, muita, muita gente.
Ainda não fiz uma "faxina geral". Ou seja, não tá completa. Mas já tou feliz com o resultado. Apaguei pessoas com quem eu nunca falava (que eu nunca chamava ou que nunca me chamavam). Apaguei gente que eu não sabia quem era. Enfim, apaguei...
Pra mim, isso é uma vitória e tanto... Algo que desafia minhas barreiras, meus limites. Fico feliz. Quero ver se estendo essa prática (tão saudável) à minha papelada, que só cresce e se multiplica!
Quando você começar a prestar atenção em suas próprias histórias e no que elas dizem sobre você, você vai entrar no excitante processo de se tornar, como deve ser, o autor de sua própria vida, o criador de suas próprias possibilidades. Mandy Aftel.
Tradução livre de "As you begin to pay attention to your own stories and what they say about you, you will enter into the exciting process of becoming, as you should be, the author of your own life, the creator of your own possibilities." Mandy Aftel.
Já sou, outra vez, uma pessoa com rodas... Agradeço aos amigos (principalmente à Rê!), às caronas e aos taxis da cidade... Consegui sobreviver sem carro por seis longos dias!
O atendimento da Citroen deixou muito a desejar. Muito mesmo. Meu próximo carro não vai ser um Citroen (citroen desvaloriza pra caramba, só pra começar a conversa...).
Eu quero ficar só
Mas comigo só
Eu não consigo
Eu quero ficar junto
Mas sozinho só
Não é possível...
É preciso amar direito
Um amor de qualquer jeito
Ser amor a qualquer hora
Ser amor de corpo inteiro
Amor de dentro prá fora
Amor que eu desconheço...
Quero um amor maior
Um amor maior que eu
Quero um amor maior
Um amor maior que eu...
Eu quero ficar só
Mas comigo só
Eu não consigo
Eu quero ficar junto
Mas sozinho assim
Não é possível...
É preciso amar direito
Um amor de qualquer jeito
Ser amor a qualquer hora
Ser amor de corpo inteiro
Um amor de dentro prá fora
Um amor que eu desconheço...
Quero um amor maior
Um amor maior que eu
Então seguirei
Meu coração até o fim
Prá saber se é amor
Magoarei mesmo assim
Mesmo sem querer
Prá saber se é amor
Eu estarei mais feliz
Mesmo morrendo de dor, yeah!
Prá saber se é amor
Se é amor
Deveria existir, nas costas da gente, um botãozinho - como aqueles de acertar relógio, sabe? - só pra ajustar o fuso horário...E a gente passava, assim, a funcionar normalmente!
Ontem passei o dia (ou melhor, a tarde e a noite) inteira pesquisando sobre dois países que pretendo visitar... Pesquisas e mais pesquisas! Como sempre, coisas demais pra ver... e tempo de menos!
"Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que somando as compreensões, eu amava. Não sabia que somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente."
Hoje fui na Livraria Catarinense procurar As Aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchauhausen e deparei com um sonzinho gostoso... feito por Jack e Ruy. Quando entrei lá, eles cantavam Sereia:
Clara como a luz do sol
Clareira luminosa
Nessa escuridão
Bela como a luz da lua
Estrela do oriente
Nesses mares do sul
Clareira azul no céu
Na paisagem
Será magia, miragem, milagre
Será mistério!...
Prateando horizontes
Brilham rios, fontes
Numa cascata de luz
No espelho dessas águas
Vejo a face luminosa do amor
As ondas vão e vem
E vão e são como o tempo...
Luz do divinal querer
Seria uma sereia
Ou seria só
Delírio tropical, fantasia
Ou será, um sonho de criança
Sob o sol da manhã...
Clara como a luz do sol
Clareira luminosa
Nessa escuridão, hum! hum!
Bela como a luz da lua
Estrela do oriente
Nesses mares do sul
Clareira azul no céu
Na paisagem
Será magia, miragem, milagre
Será mistério!...
Prateando horizontes
Brilham rios, fontes
Numa cascata de luz
No espelho dessas águas
Vejo a face luminosa do amor
As ondas vão e vem
E vão e são como o tempo...
Luz do divinal querer
Seria uma sereia
Ou seria só
Delírio tropical, fantasia
Ou será, um sonho de criança
Sob o sol da manhã...
Desde a primeira vez que eu fui pra California, eu queria conhecer o Big Sur. Tava na minha lista de coisas imperdiveis da vida...Ja fiz a Highway 1 duas vezes (e fui 3 vezes a San Francisco), mas ainda nao estou satisfeita com o que conheci do Big Sur... Falta muito. Precisa, no minimo, de uns cinco dias. E o ideal é descer de San Francisco (e não subir desde San Diego, como eu fiz...).
Outra coisa: acho que dá perfeitamente pra excluir o Hearst Castle do roteiro. É um castelo de um milionário da indústria do entretenimento, que fica no alto de um morro (lugar lindo, dá pra ver o mar...). Mas o castelo, em si, é totalmente over e fake... eu não curti. Se é pra visitar castelo, a gente fica com a Europa. Castelo não combina muito com o meu ideal californiano...
Perde-se muito tempo (meio dia, pelo menos) com o tal Hearst Castle... tempo esse que poderia ser investido em belezas naturais, bem mais apelativas.
Faltou, no meu roteiro, Carmel, Monterrey... Faltou San Luis Obispo. Valtaram os vinhedos de Santa Ynez Valley. Na real, meu erro foi repetir as praias que eu já conhecia (conheci com a Rê) e deixar de conhecer locais novos (e mais bonitos). Mas como eu tava viajando em grupo, evidentemente tinha de fazer concessões. Viajar sozinho é bom porque você faz o que quer... mas, por outro lado, se priva da companhia das pessoas, que é um outro quesito muito bacana das viagens: ter com quem compartilhar as alegrias de um pôr do sol, por exemplo...
Faltaram também as sequóias... que nós perdemos na outra viagem (e agora again!).
O Big Sur também não foi devidamente aproveitado porque nós já estávamos super cansadas naquela altura da viagem...
No geral, a viagem foi boa. Mas poderia ter sido melhor. O que valeu mesmo foram as companhias: a Cris, do RS e a Flávia, do Rio. Super camaradas, divertidas... Foi uma aventura pela Hwy 1 - que eu preciso repetir... quem sabe, da próxima vez, num contexto romântico! hehehehe
Ontem foi um daqueles dias que nao deveriam ter existido! Quando estava saindo de casa, vi uma poca de oleo embaixo do meu carro. Era o carter estourado. Acionei o seguro, esperei o guincho. Entreguei o carro e, junto com ele, a chave do meu apartamento... ou seja, fiquei sem carro e sem casa!!!!
A Renata me levou ate Coqueiros pra pegar uma chave extra com a Denise, que trabalha comigo. Voltei pra casa e dormi (sim, essa novela me tomou a sexta-feira inteirinha!!!!). Dali a pouco, a Renata me liga. Ja tava na hora do show do Arnaldo Antunes.
Pulei da cama, me vesti rapidinho, a Re e a Iva passaram pra me buscar... E la fomos nos pro Celula, o lugar do show.
Gente! Eu nao tenho palavras pra explicar o quao ruim foi esse show!!!! Primeiro, uma ressalva: eu AMO Arnaldo Antunes. Eh um dos meus preferidos de sempre. Acho Arnaldo doce, fofo, poeta... Mas o show... Pelo Amor de Deus! O lugar era horrivel, feio, ruim, sem estrutura alguma. O show atrasou uma hora e meia e, pra piorar colocaram uma banda manezinha horrivel pra abrir o show. Sonoridade zero, nada a ver com o som do Arnaldo. Nada. Horrivel, uma tortura pros ouvidos. Chamava-se a Baba do Dragao de Comodo (ou algo assim). Horrivel eh a palavra mais leve que consigo arrumar pra descrever essa banda... Eu so rezava para acabar. A vontade era sair correndo.
Tres sujeitos enooormes se puseram na nossa frente. Todo mundo pediu que saissem, sem sucesso... Alem de grandes, os caras eram muito mal educados. O lugar so vendia cerveja, refri, vodka, uisque, energetico. Nada de drinks (nem caipirinha). Tentei comprar agua, nao tinha. Imaginem... nem agua! Era uma espelunca...
Antes do show acabar, fomos embora com uma unica certeza: Celula nunca mais.